Mundo


From post-BRICS’ decade to post-2015: insights from global governance and comparative regionalisms

Israel, Gaza, Ucrânia, Rússia…

As palavras, que andam por aí a rolar em grandes quantidades, deveriam conter-se, com pudor, perante o que se passa.

… mesmo se, de todas, esta seria a intervenção mais aceitável. MAs que só existe depois do descalabro da última…

Tony Blair: west must intervene in Iraq.

Ex-PM says allies should consider military options short of sending troops after denying 2003 invasion led to Isis crisis.

… e em todos os casos em que o Ocidente apoiou a “auto-determinação” dos povos e todos aqueles slogans que parecem funcionar só num sentido.

Podemos pensar o que quisermos acerca das tácticas do Putin, mas… isto é tão ou mais democrático do que muitas outras coisas que foram aceites como boas pela “comunidade internacional”. Com ou sem intimidações sobre as minorias.

E agora?

95% votam a favor da integração da Crimeia na Rússia

 

Global Coalition to Protect Education from Attack

Sugestão do Luís Braga.

A distância que vai entre a realidade e os comentários dos severianosteixeiras é uma coisa abissal.

Rússia invade a Crimeia para responder a pedido de Ianukovich

Embaixador de Moscovo na ONU apresentou carta do Presidente deposto a pedir intervenção militar para travar “guerra civil”. Estão a chegar camiões de soldados russos de ferry.

Ukraine crisis: US-Europe rifts surfacing as Putin tightens Crimea grip

Barack Obama threatens to ‘isolate Russia’ as EU ministers resist trade sanctions.
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E o olhar de lá…

… para as habituais coreografias anti-comunistas, por parte de uns, e anti-fascistas ou anti-nazis, por parte de outros. É só espreitar murais de redes sociais e blogues.

A última coisa que parece interessar é que um país em paz corre o risco de uma guerra civil com muito pouco em troca, pois não parece existir qualquer lado verdadeiramente respeitável em confronto, embora existam muitos “puros” dos dois lados, prontos para exterminar aqueles com que antes viviam, à boa moda da ex-Jugoslávia.

Mal por mal, um novo Egipto e não uma nova Síria.

Protesters battle police in Kiev

Thousands march in Hong Kong in escalating battle for democracy

Global protest grows as citizens lose faith in politics and the state

The myriad protests from Istanbul to São Paulo have one thing in common – growing dissent among the young, educated and better-off protesting against the very system that once enriched them. And therein lies the danger for governments.

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Por cá também fechamos escolas, centros de saúde e estações dos correios mas temos o belo Estádio do Alrgarve sem utilização e o de Leiria ou Aveiro falidos…

Taliban aceitam diálogo, reuniões com EUA e Cabul começam dentro de dias

…para as manifestações que aconteceram no Brasil.

Porque há entre nós malta muito pródiga em adorar tudo o que seja manifestações, confusão, rebelião, desde que seja longe e mesmo que não se perceba bem o que está em causa.

Les intrépides chemins de l’école

Pour des millions d’enfants dans le monde, aller à l’école est un défi quotidien. Pauvreté, isolement, guerre, insécurité se dressent comme autant d’obstacles devant leur quête de savoir. Leur ténacité est une leçon de vie à laquelle Alexis Jenni, prix Goncourt 2011 et professeur de sciences dans un lycée de Lyon, rend ici hommage.

Riots as Egyptian judge upholds 21 death sentences over football disaster

Attempts to block Suez Canal as Port Said residents call for independence in protest at perceived persecution from Cairo.

Tens a tua oportunidade, não se conseguiu que o relvas enraizasse por lá.

Russia’s Pussy Riot Trial: A Kangaroo Court Goes on a Witch Hunt

Is the ongoing trial of three Russian feminist punk rockers in Moscow a sign of a new tyrannical streak defining the rule of President Vladimir Putin?

Cobertura em permanência…

Live blog: Syrian bombing, aftermath and videos

Insight: Syria’s Assad trusts inner circle in fight for survival

Tanto silêncio de tantos defensores dos direitos humanos. Quando convém. Porque há latitudes e longitudes nas indignações. À esquerda e à direita.

Syrie : Kofi Annan condamne le «crime aveugle» de Houla

Para quando uma marcha qualquer, mesmo do tipo daquelas folclóricas em que são especialistas certos indignados selectivos?

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