Mestrados


Mestrado em Administração Escolar

Por tudo. A começar por cima.


MESTRADO EM ESTUDOS SOBRE AS MULHERES

Candidaturas 2012-2014


Informamos que está a decorrer,
até 18 de Junho, a candidatura ao 11º curso do Mestrado em Estudos sobre as Mulheres da Universidade Aberta.


Este mestrado,
pioneiro em Portugal, foi criado em 1994 e funciona, presentemente, em regime de e-learning. Aigualdade entre mulheres e homens constitui um dos grandes desafios internacionais, presente nos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) da ONU. Este mestrado permite aprofundar a investigação neste domínio de estudos e desenvolver competências profissionais e de decisão para a implantação dePolíticas para a Igualdade que tenham em conta os aspectos relacionados com o género na vida social e cultural, em relação com outras desigualdades sociais.


O curso funciona totalmente em regime de e-learning, permitindo construir conhecimento e partilhar experiências numa
comunidade de aprendizagem diversificada e operando em diferentes contextos sociais e culturaisque esta modalidade de ensino oferece.


Todas as informações sobre o curso e documentação necessária para a candidatura podem ser consultadas em: http://www.univ-ab.pt/guiainformativo/detailcursos.php?curso=46.

Agradecemos divulgação.

As coordenadoras

Teresa Joaquim e Rosana Albuquerque
_________________________________

UNIVERSIDADE ABERTA
CAMPUS DO TAGUSPARK

Edifício Inovação I

2740-122 Porto Salvo (Oeiras)

Portugal

… entre os subscritores da petição do post abaixo se encontrassem docentes dos cursos de mestrado bolonhês no Ensino da História e Geografia no 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário.

Eis alguns casos:

Querem mais?

Andaram a dormir quando aqui e em outros espaços se alertou para o que se estava a passar desde 2007/08, com a formação de professores generalistas para os 1º 2º CEB e professores híbridos para o 3º CEB e Secundário?

Porquê?

Será que não há na APH e APG muito boa gente que conhece de perto estes cursos? Que não lecciona nestes cursos?

Pensavam que as pessoas estavam a ser formadas nestes termos para quê, exactamente?

Que se note: nada me move contra os futuros colegas que frequentam estes cursos. Nada mesmo. O que me incomoda é que apareçam vestais ofendidas entre aqueles que os criaram e agora fingem que coiso.

Andamos a brincar ao faz-de-conta?

Tinha lido que o presidente do Conselho de Reitores estava disponível para que se considerasse a equiparação ou atribuição do grau de mestre aos licenciados pré-bolonheses. Hoje li numa curta do Correio da Manhã que isso será possível através da frequência de umas cadeiras suplementares.

Já percebi a dinâmica toda.

O que querem é catar mais uns tustos à malta em troca de um novo canudo.

Porque a verdade é que algumas licenciaturas pré-Bolonha tinham cinco anos e outras tinham quatro mas, por exemplo quem fizesse o Ramo de Formação Educacional no regime não-integrado (chamado inicialmente transitório no fim dos anos 80), tinham mais dois anos de complemento profissionalizante, mas quem deles saiu ficou apenas licenciado na mesma.

Ora, se bem percebo, quererão que quem fez seis anos de ensino superior vá pagar para ter um diploma de algo que agora demora cinco anos mal amanhados?

Caro Paulo Guinote,

Sabendo-o muito ocupado (PIT, NEE, PEI, PCT, CEI…) e não pretendendo definir a sua agenda, venho notar-lhe um facto, relacionado com o reconhecimento de Mestrados e Doutoramentos pelo DGRHE, de que talvez não tenha conhecimento:

* as DRE estão a exigir às Escolas que, para efeitos de progressão, só sejam considerados os Mestrados e Doutoramentos que constem da lista do DGRHE, de acordo com a Portaria 344/2008, de 30 de Abril (em anexo);

* ora esta portaria define, no seu Art. 6º, os procedimentos a adoptar, para uma Instituição de Ensino Superior proceder ao reconhecimento dos seus ciclos de estudos;

* atendendo ao exposto no nº 2 no referido Art. 6º, “O requerimento é entregue na DGRHE até ao dia 31 de Janeiro, devendo ser proferida decisão final até 30 de Junho.”

* o nº 3 estabelece ainda que “As decisões referidas no número anterior serão publicitadas na página da Internet da DGRHE.” (http://www.dgrhe.min-edu.pt/web/14654/a);

* ora tenho conhecimento de cursos da Universidade de Coimbra que foram enviados para a DGRHE dentro do prazo legal (Janeiro de 2010) e que não constam nem da lista de deferidos nem da de indeferidos da página da DGRHE, apesar de a actualização da lista ter sido efectuada em 6 de Setembro, conforme sugere a designação dos pdf’s (em anexo);

* esta situação parece indiciar que é a DGRHE que, ao não cumprir com o disposto no nº 2 do art. 6º da referida Portaria 344/2008, está a impedir a progressão dos docentes;

* só no caso da Universidade de Coimbra estarão em causa dezenas, senão centenas de docentes;

* a Universidade de Aveiro também não consta de certas áreas de docência, o que leva a presumir idêntica situação;

* questionados os Serviços Académicos da UC, responderam que “nós cumprimos a nossa parte, o DGRHE é que está a falhar e, se calhar, só vão actualizar por completo a lista em Janeiro de 2001, calcule porquê?”;

Após a transposição dos inúmeros (e, por vezes incompreensíveis) obstáculos com que os docentes se têm deparado, apenas para garantir os seus direitos, muitos enfrentam agora esta última “barreira” que, tal como está a ser “posicionada”, é evidentemente intransponível (e eventualmente ilegal).

No caso de ter conhecimento de casos semelhantes e, se considerar de interesse colocar esta questão à discussão, pode dispor da presente exposição.

Cumprimentos,

P. F.

… do ensino superior politécnico, depois de andar a recrutar mestrandos entre os professores em exercício como agulhas em palheiro, passar-lhes diplomas com a data de 23 de Junho de 2010, inviabilizando-lhes qualquer bonificação na carreira?

Uma pista: é uma instituição que já deu à pátria uma presidente ao CaNEco.

Em especial sobre a situação dos mestrados e doutoramentos:

Ad Duo:

As situações de progressão em 2010 do 2.º, 4.º e 6.º escalão, Mestrados e Doutoramentos, Observação de Aulas e Portaria das Vagas

Comentário no Blog DeAr Lindo aqui.

Eu só acrescentaria, para reforçar a denúncia de algo estúpido, que não tem qualquer cabimento que os mestrados e doutoramentos obtidos durante a vigência do ECD com a carreira partida acabem por não contar para nada. Se contavam para acelerar a progressão para a carreira de titular, porque não valeriam para a carreira que a substituiu?

Só mesmo em cabeças muito, muito inteligentes…

Embora este me pareça assim como que… não sei bem como explicar…

Porque a outros níveis o que se pode fazer? O ME tem do seu lado a legislação e os sindicatos, que a validaram, têm bastante dificuldade em admitir que assinaram certas coisas com escassa reflexão (mas não por falta de aviso…).

Caro Colega

Ao ler o post sobre mestrados que pela legislação em vigor “parece que nada contam”, lembrei-me dos casos da minha escola, pelo menos três, (eu e mais dois). Terminámos o nosso mestrado entre 2007/2010, não fomos titulares, embora tivéssemos concorrido ao primeiro concurso e agora dizem-nos que o nosso mestrado em nada vai contribuir para a progressão. Estamos os três no índice 245 e colegas com menos tempo de serviço já lá vão porque fizeram mestrado mas eram titulares.
Interrogo-me, como foi possível que a maioria dos sindicatos tivesse acordado um reposicionamento diferente devido à “titularidade”?
Onde pensa que podemos recorrer?

Cumprimentos

M. J.

A situação é caricata, pelo que o melhor é deixar aqui um testemunho directo.

Desculpe enviar este mail mas na minha procura de informação na Net sobre o problema que me afecta pessoalmente, mas que acredito afectar outros como eu, encontrei o seu blog. Assim, senti a tentação de enviar esta mensagem sobre a situação dos mestrados concluídos por “professorzecos” antes de 23 de Junho de 2010.
A questão é a seguinte:

Não tendo sido professora titular e tendo concluído mestrado em Janeiro de 2010, na vigência do anterior ECD que considerava no seu artigo 54º, que para os professores “não titulares”, o mesmo só era considerado para uma redução de 2 anos na carreira para efeitos de concurso a titular (que nunca se veio a realizar) mas para professores titulares dava a bonificação de 1 ano na carreira docente.

Com o ECD vigente desde 23 de Junho de 2010 a distinção de professores e professores titulares extinguiu-se e o mestrado foi considerado como dando 1 ano de bonificação na carreira de todos os professores.

No meu caso, estando actualmente colocada no 3º escalão, transitaria ao 4º escalão em Abril de 2011 mas pedi por requerimento em Julho de 2010 que me fosse considerada a tal bonificação por ter concluído mestrado a fim de transitar de escalão reportado a Abril de 2010.

A minha direcção entendeu que eu teria o tal direito de bonificação mas não como eu a solicitei, do actual escalão onde me encontro para o próximo, mas quer considerar essa bonificação só na transição do 4º escalão para o 5º o que na melhor das hipóteses (sem congelamento) só iria acontecer daqui a 4 anos.

Como tive dúvidas sobre este entendimento da minha direcção procurei telefonicamente a DGRHE.
Quem me atendeu informou-me que por o meu mestrado ter sido concluído antes da entrada em vigor do actual ECD que o mesmo não me valeria para obter a bonificação proporcionada pelo actual ECD porque à altura essa bonificação era só concedida a professores titulares.

Com esta me fiquei ESPANTADA até pq na continuação da conversa com a pessoa que me atendeu da DGRHE fiz a simulação de um caso hipotético em que um colega do mesmo escalão que o meu mas com menos tempo de serviço, que tenha defendido a tese no dia 25 de Junho de 2010 (já na vigência do actual ECD) e que fosse para o 4º esclão em Agosto de 2011 ficava logo com o seu problema resolvido e me ultrapassava na carreira, apesar de ter menos tempo de serviço que eu, pois bonificava de 1 ano na carreira e transitava ao 4º escalão em Agosto de 2010. Uma situação caricata a meu ver.

Por achar a situação tão caricata e disparatada gostaria de saber a quem precisamente dentro da estrutura do ME colocar esta questão porque achei a resposta que obtive da pessoa que me atendeu da DGRHE muito “estranha” e nada justa no meu entender.

Os meus cumprimentos,

E. D.