Mensagem


o funcionário-mor da secretaria de estado da administração escolar, av. 5 de Outubro, 107, 1050-69, Lisboa:

 

Requerimento 79 ecd contratados – v2-01x

 

Um tal Antero recepcionou em 11/12/2014 e eu, Cidadão e Professor com’os outros, aguardo o humor de Sua Excelência.

 

 

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Enquanto não for considerado que só já não tendo a perder se ganha – nada feito.

Bem junto à salsa. E sem vaso…

dá cá um abraço

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Pronto, admito, ao meu cálculo de perto de 10.000 professores ontem, podem diminuir um.

Docentes criam associação

Os movimentos de professores parece crescerem pelo país como cogumelos e uma associação representativa de todos eles prepara-se para ganhar forma jurídica. O que os move é um sentimento comum a indignação face às actuais políticas educativas. Rejeitam a ideia de distância face à acção sindical e preferem falar antes numa acção de complemento.

“Chega de humilhação, com esta ministra, não”. Palavra de ordem na boca, lenço de papel branco na mão, algumas centenas de professores levaram à Avenida dos Aliados, no Porto, a sua indignação face às políticas educativas, num sábado chuvoso, numa manifestação espontânea, convocada via telemóvel. Mais a sul, em Leiria, Aveiro e Caldas da Rainha, mais professores reuniam-se, fora da habitual esfera sindical.

Seja no interior das escolas, seja no universo electrónico, seja por troca de mensagens de telemóvel (sms), os professores portugueses parecem ter encontrado uma nova forma de manifestar a revolta que sentem em relação às políticas educativas.

“São acções de luta que não vão contra os sindicatos. Temos uma posição crítica contra as estruturas sindicais, porque podiam ter ido mais longe e feito melhor, mas a verdade é que estamos aqui para acrescentar algo ao trabalho deles e não dividir”. A afirmação é de Mário Machaqueiro, porta-voz da recém criada (mas ainda sem estatuto jurídico) Associação Nacional de Professores em Defesa da Educação.