Más Práticas


 

de pedagogos.

Edis é que há poucos. Só o que acena às caras-velhas!

 

 

Quando em qualquer balcão ou terminal informático das Finanças basta inserir o número do contribuinte e aparece lá a história toda da nossa vida?

A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) está a investigar funcionários que terão consultado informações fiscais do primeiro-ministro, apurou o PÚBLICO. Os profissionais em causa foram chamados ao núcleo de auditoria interna, para serem ouvidos por responsáveis da AT.

E, já agora, não sabia que num regime liberal existiam contribuintes de primeira (aqueles a cujos dados só alguns podem aceder) e de segunda (o resto da maralha que pode ser devassada a qualquer momento).

E o que se entende por “informações restritas”, quando em qualquer terminal bancário se pode aceder a todos os nossos movimentos de conta, através dos movimentos dos cartões de débito ou crédito que usamos?

O “cadastro” fiscal dos contribuintes – o nome, a morada, a declaração de rendimentos/informação patrimonial e as relações fiscais entre contribuintes (sujeitos singulares ou colectivos) – está disponível aos funcionários, mas há outras informações restritas, às quais o trabalhador só pode ter acesso consoante a área de intervenção na AT.

Eu compreendo a sensibilidade da questão, mas o que é para um deve ser para todos…

 

A Marta já resolveu aquele problema de um seguro que deu à costa?

 

 

quem comia frangos no cerco ao Parlamento? É que o jornalismo, dito democrático, ainda se furta à verdade …

é a terra do paraíso! Se fosse – apenas plantaria cornucópias para quem viesse!

vai ficar tudo bem.

 

Tirando os invejosos, n’é?

Voltemos à realidade de estarmos a ser pilhados.


ou isto


não são adequados a isto

Ora!, porque isto não apresenta nem a parte de cima – nem a parte de baixo.

A escola impede o ensino.

Um conflito complicado, demorado, com vítimas, mas que deve ser travado a todos os níveis, do local ao global, para usar um chavão pós-moderno, muito anos 80-90 do século que passou. No caso da Educação, cada pequeno clarão parece arrancado a ferros e contra os interesses. Cansa.

Glasnost sim, mas só para os outros?

o partido do sikhismo mediático

Não basta ter, aquilo não passa de uma calculatrix.

“Magalhães”, uma pequena desgraça

Nas mãos de crianças que ainda dão pontapés no português e na matemática, os computadores portáteis são uma desgraça: servem para brincar, e não para aprender. Este efeito é reforçado em crianças de famílias pobres.

I. Aqui há uns tempos, os iluminados do Ministério da Educação decidiram que o passo que faltava na estrada dourada do progresso era a distribuição de computadores. Com um passe de mágica – financiado pelos contribuintes, claro está – transformaram todas as criancinhas da escola primária em orgulhosos proprietários de personal computers. A igualdade material era o elemento que faltava para o sucesso trans-classista. O estado intervinha com uma prenda azul, e permitia que todos pudessem ser o Steve Jobs lá da rua.

[o resto aqui]

… a divulgação que faz, na sua crónica de hoje no Público, dos dados aqui divulgados nos últimos dias sobre os sistemas de ensino do norte da Europa.

Mas só porque cita directamente quadros e dados de tabelas aqui usados é que eu sei que são os que levei 2-3 dias a pesquisar, pois esqueceu-se de uma gentil referência à origem da informação recolhida, preferindo remeter para os documentos de origem.

Claro que poderá ter sido ele a encontrar as mesmas coisas, nas mesmas páginas, dos mesmos documentos, porque quem sabe pesquisar certamente lá chega. Possível, é. Provável, nem por isso. Credível, não.

Em especial porque no último parágrafo remete para dados da OCDE, quando o quadro que eu usei (tendo como fonte a OCDE) é de um documento do ME dinamarquês, o que revela que a preguiça imperou.

Lamento que isto tenha acontecido. Por uma questão de mera civilidade. E, claro, pode sempre usar o argumento da outra, da distracção… de ter sido necessário cortar umas dezenas ou centenas de caracteres…

Está calor… o que me tira a paciência para certas e determinadas habilidades… de aves que se aproveitam dos ninhos alheios.

Adenda:

Mesmo se eu e outros, à data, explicámos os riscos da coisa, não é aceitável que esta questão da aceitação da auto-avaliação tenha ficado ao arbítrio dos directores, com a benção de uns meros esclarecimentos da DGRHE. Há quem não tenha entregue, porque esse direito lhes foi vedado. Outros em coerência com o que já quase todos reconhecem.

Mas nenhuns devem ser penalizados à luz de todo este processo ínvio. A menos que seja aberto um período extraordinário para entrega do mínimo indispensável para a avaliação ser feita, mesmo nas escolas onde os directores-adesivos o impediram.

Quem não entregou elementos de avaliação não será avaliado – Ministra da Educação

Lisboa, 14 Nov (Lusa) — A ministra da Educação, Isabel Alçada, afirmou hoje que os professores que não entregaram os elementos de avaliação não serão avaliados, acrescentando que “não se trata de uma questão de penalização”, mas de cumprir a lei.

Durante uma visita a uma escola secundária recuperada, nos Olivais, em Lisboa, a comunicação social perguntou à ministra da Educação se aceita a proposta de não penalização dos professores que não aderiram ao modelo de avaliação em vigor.

“Os professores que entregaram elementos para a avaliação serão todos avaliados. É essa a nossa perspectiva e é essa a indicação que clarificaremos com as escolas, com os sindicatos, com as organizações representativas”, afirmou Isabel Alçada aos jornalistas.

A ser assim, gostava de saber como se justificam certas amnistias que por aí acontecem ou – mais grave – quem não seja penalizado por não cumprir a lei com base em truques formais e tecnicalidades.