MAP


A figura do representante dos encarregados de educação já existe, sendo escolhido na primeira reunião do ano lectivo entre o professor titular ou director de turma e os encarregados de educação. Aliás, até é costume escolherem-se dois.

Não percebo é se o pai representante de toda a Nação de pais (excepção a mim, pelo menos) está desmemoriado, tanto é o tempo de exercício da função.

Se a função é exercida como deveria?

Não me parece, mas… talvez isso seja função do movimento parental e não apenas das escolas…

Pois as funções de representação do pai dos pais não se podem restringir aos gabinetes e aparições mediáticas a mandar os outros fazer…

Confap defende figura de pai representante de turma como intermediário nas relações escolares

A Confap quer ver definida pelas escolas a missão da figura do pai representante de turma, para que possam funcionar como intermediários entre os alunos, os restantes pais e os professores na gestão das relações entre estes intervenientes escolares.

“Queremos que fique [consagrado] na organização do ano letivo que as escolas definam a missão do pai representante de turma, para pegar nestes pais como mensageiros”, disse hoje o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), Albino Almeida, na conferência ‘Não à Violência na Escola’, organizada pela Fundação Pro Dignitate, em Lisboa.

Pais representados no Conselho Pedagógico

E ao que parece até foram, muito recentemente, objecto de contra-informação.

Um relato do que se vai passando: Apeagesatao16Ago11.

A DREC (de saída) dá cobertura a presidente da CAP em Sátão

Caro Paulo Guinte
O assunto refere-se à eleição dos Representantes dos Pais para o CGT (Conselho Geral Transitório) do Agrupamento de Escolas de Sátão e a posição assumida pelo Presidente da Comissão Administrativa Provisório (CAP) do Agrupamento de Escolas de Sátão:
1 – No passado dia 6 de Novembro realizou a única Assembleia de Pais do Agrupamento de Escolas, convocada pelas AP’s legalmente existentes. Nesta Assembleia foram eleitos os Pais representantes para o CGT e ainda foi designado o representante para o Conselho Pedagógico; estas decisões foram comunicadas à CAP; http://www.apeagesatao.org/category/blog/page/3
2 – Em Janeiro de 2011, é constituída uma nova AP, por 2 pais que pertencem a uma das AP’s referidas no ponto anterior e em Assembleia de Pais Associados desta nova AP elegem pais parao CGT; http://www.apeagesatao.org/category/blog/page/3
3 – Em Fevereiro de 2011 o Presidente da CAP dá início à constituição do CGT. Recordo que este Agrupamento e a CAP foram criados em Agosto de 2010.
4 – Em Março de 2011 vem o Presidente da CAP informar as AP’s que possui 2 listas de representantes de pais para o CGT; as AP’s responsáveis pela Assembleia referida no ponto nº1, ratificam as decisões tomadas e solicitam que o Presidente da CAP dê cumprimento à eleição realizada nos termos do DL 75/2008; http://www.apeagesatao.org/category/blog/page/2
5 – Ainda em Março de 2011, o Presidente da CAP continua a não cumprir os seus objetivos e convida os Pais para uma reunião para tentar esclarecer os Pais desta “falta de entendimento” e tenta eleger novamente pais para o CGT; não existiam boletins de voto, nem cadernos eleitorais; esta reunião acabou por não se realizar e atingir os objetivos do Presidente da CAP;
6 – Em Abril de 2011 o Presidente da CAP contata os Presidentes das Assembleias de Pais do Agrupamento, naturalmente com interesse próprio, também contactou o Presidente da Assembleia-Geral da AP criada em Janeiro de 2011, referida no ponto nº2 com o objetivo de reunirem os seus Órgãos Sociais e procurarem chegar a um entendimento.
7 – Esta reunião realiza-se o toma-se a decisão de ratificar e dar provimento à eleição realizada em 6 de Novembro de 2010, a única Assembleia de Pais, realizada nos termos do DL 75/2008. http://www.apeagesatao.org/category/blog
8 – Esta decisão foi comunicada ao Presidente da CAP e DREC e hoje, dia 7 de Julho de 2011, somos informados que a Tutela vai convocar os Pais para eleger os seus representantes para o CGT no próximo dia 13 de Junho de 2011.
Todo este processo tem um denominador comum, que é o fato do Presidente da CAP ter aceite uma lista de representantes de pais que não obedece e não cumpre o DL 75/2008 e é a única via que este Presidente da CAP possui para assegurar votos da sua eleição.
Como Presidente da Apeagesátão, Associação de Pais do Agrupamento de Escolas de Sátão repudio esta(s) atitude(s) e não pactuo com ilegalidades, nesta conformidade recorro ao Paulo Guinote para denunciar esta cumplicidade, publicando esta denúncia para podermos exigir que a Lei seja cumprida e não se permita que interesses pessoais “assaltem” a representatividade dos Pais.
O 75/2008 possui grandes lacunas e omissões, já é tempo de o rever e com toda a certeza, que este caso, não será único em Portugal.
Sem mais, atentamente

Rui Martins, Presidente do CE da Apeagesátão

Publico tal como recebi, respeitando as boas regras do contraditório, apenas acrescentando que a pessoa que enviou a carta que suscita esta reacção pediu o anonimato, mas enviou a sua identificação:

O CE da CONFAP, ao abrigo do direito de resposta que lhe assiste e na defesa do que são os superiores interesses da Educação e do Movimento Associativo Parental (MAP), vem desta forma tomar posição sobre a publicação desta ?carta aberta? e assim encerrar o assunto na praça pública:

1. O CE da CONFAP lamenta que alguém que se diz preocupado com a Educação (mesmo sendo apenas com a do seu ?umbigo?) se disponibilize para publicar uma carta com insinuações injuriosas sem antes se preocupar em ouvir o contraditório, considerando o carácter pejorativo das afirmações produzidas na dita missiva e as implicações nefastas que as mesmas têm mesmo após o direito de resposta, não só individuais como para todo o sistema educativo.
Tal postura deixa-nos preocupados por quem deveria ter algum decoro nas posições assumidas porquanto é um educador de muitas pessoas que são o futuro de Portugal.
2. O presidente do CE sempre esteve disponível, nos órgãos próprios, como prevêem os estatutos, para os esclarecimentos de todos os associados.
Aliás, já em diversas oportunidades pode prestar esses mesmos esclarecimentos, quer no Conselho Geral quer no órgão magno do MAP, a Assembleia-geral. Esclarecimentos também disponíveis e escrutináveis, *a todo o tempo na sede da Instituição*, por qualquer associado no pleno gozo dos seus direitos, como é o caso da COSAP.
3. O CE da CONFAP repudia esta forma de actuar em que documentos internos do MAP, são enviados de forma “anónima” para terceiros, bem como todas as insinuações e injurias proscritas neste blog, da parte de quem não consegue fazer vingar as suas opiniões junto dos associados e se aproveita da moral ligeira de terceiros, eles próprios também ávidos de destruir quem se opõe aos seus pretensos “direitos adquiridos”.
4. O CE da CONFAP, bem como qualquer Órgão Social da Confederação, estão disponíveis, nos termos estatutários, para o esclarecimento de todos os associados sobre os documentos e actividades empreendidas pelos membros integrantes de quaisquer dos seus Órgãos Sociais, no exercício das suas funções e responsabilidades, inclusive na qualidade de indigitados e candidatos nas listas concorrentes aos actos eleitorais.
5. O CE reitera o seu propósito de prosseguir os grandes objectivos do MAP, em construir e garantir uma participação parental de colaboração e cooperação com qualidade a bem de todas as crianças e jovens de Portugal e assim, com o apoio e trabalho das Associações de Pais e Federações, contribuir para uma Educação de excelência nas nossas escolas.

Lisboa, 22 de Abril de 2011
O CE da CONFAP

Página seguinte »