Manifestações & Vigílias


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Só faltam os desempregados…

2M MaréEduc2M mare-reformados2M Saude

Originalmente aqui:

Fui daqueles que quiseram ver terminada o quanto antes a governação anterior e que depositaram alguma esperança na mudança, numa mudança, quase em qualquer mudança da situação política, que permitisse travar a espiral de delírio que ia arrastando Portugal e os portugueses para o abismo.

Vinda a mudança, sabia-se que traria a necessidade de sacrifícios, mas esperava-se que trouxesse algo mais num prazo razoável. Mas… cedo se percebeu que, afinal, a mudança de caminho não nos afastava de um outro abismo e do risco de Portugal continuar prisioneiro de uma clique governativa solipsista e com evidente aversão à maioria da população governada.

É a percepção desse enorme fosso entre governantes e governados que me faz apelar à participação na manifestação de 2 de Março, no contexto global de um protesto nacional contra as actuais opções políticas, que são distorcidas nos seus princípios e falsas nas suas fundamentações.

No caso particular da educação, sector que sofreu de forma pioneira e continuada sucessivas vagas de cortes, sacrifícios e experimentações, há razões acrescidas para um enorme sentimento de revolta que traduza a necessidade de ultrapassar o desânimo e a apatia. As medidas vão muito para além do atropelo constante dos direitos profissionais e laborais da classe docente e do desprezo pelo destino de grande parte dos alunos.

Pais, alunos, funcionários não docentes e professores estão perante a iminência de mais uma vaga imensa de cortes, cuja origem é ideológica e cuja fundamentação empírica se baseia na truncagem e falseamento dos dados apresentados como indesmentíveis. Vaga de cortes que pode, em poucos anos, colocar em causa os ganhos conseguidos com décadas de esforço.

O tempo para dizer BASTA já está há muito ultrapassado. Agora é apenas mais um momento para o repetir de modo bem audível e visível para que aqueles que governam percebam que a sua legitimidade não se pode construir contra os governados e que os seus interesses particulares não podem sobrepor-se ao verdadeiro interesse nacional.

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Não sou crente, mas divulgo. E garanto que, hoje, o camarada Arménio tem todo o direito a dizer o que bem entender sobre o imaginário natalício. Até concordo com a fasquia colocada em baixo, para depois surpreender positivamente. E aguardo, com moderada expectativa, a intervenção do sindicalista docente Mário Nogueira.

Dia 16 de Fevereiro, CGTP, depois da Fenprof ter feito a 1ª parte. Dia 15 de Março a da Frente Comum. A ideia é, sempre, enquadrar

Isto tem a sua graça…

Mas os melhores cartazes são, sem sombra de dúvida, os do 2M.

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Reportagem de Caneta de Oliveira, a manifestante.

Para uns seria sempre um sucesso e uma vitória dos trabalhadores, para os outros seria sempre uma manifestação legítima e compreensível de insatisfação mas que nada mudava.

Só que, desta vez, os números foram mesmo confortáveis para ambas as partes. A Fenprof porque os números foram acima do que costumam ser as suas manifestações-base (c. 25.000), com ou sem bloqueios na auto-estrada. O MEC e o Governo porque podem sempre apontar que foram menos de metade de outrora.

Entalados no meio dos actores? Os do costume, tenham ido, tenham ficado ou tenham sido bloqueados.

A manifestação de professores nos noticiários dos 3 canais

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(c) Caneta de Oliveira, a manifestante de quem se divulgará amanhã a detalhada reportagem que chegou na base dos 4,5 megas a image.

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(c) Caneta de Oliveira

Mais coisa, menos coisa?

Tirando uma fonte no local, parece-me consensual.

Nem bom, nem mau, antes pelo contrário, tudo normal.

… porque está o Arménio Carlos a encabeçar a manifestação dos professores e a prestar declarações para as televisões.

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MANIF PAÍS

Artigo

Público, 23 de Janeiro de 2013

 

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Pois… entrámos, mas também estivemos cá fora.

foi com muitos sobreiros, pseudotsugas e cedros; ainda meteu quatro liquidambares, duas bétulas, três azevinhos e um carvalho – mais dois maracujás para experimentar, dois physalis e uma pequena moita de hortelã-pimenta.

Manifestite.

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