Lideranças


Sugestão da A. C.

Secret Teacher: education needs more troublemaker school leaders

Headteachers shouldn’t be subservient managers who open the Ofsted book and enact it without question. But infiltrating the ranks to inspire change is proving tricky.

The Principal Story Learning Guide

… mas não vai dar e esqueci-me da inscrição atempada.

Seminário cfebm2 (4)

Se sabes, porque não nos contas?

A Federação Nacional dos Professores continuará a lutar contra a aplicação das 40 horas de trabalho aos docentes, alegando que esta medida põe em risco dez mil postos de trabalho, quando há trinta mil desempregados no setor

O secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, disse à Lusa que o que está em causa é «acumular mais horas em alguns para despedir muitos outros».

Porque o aumento da não lectiva não leva ao despedimento de professores.

Mas de qualquer maneira, vamos lutar, lutar muito.

Mas mantendo sempre todas as possibilidades em aberto.

A vida ensina-nos isso e tu sabes muito e devemos seguir sempre os teus conselhos e o teu exemplo.

Luta, sempre, até ao fim.

Se possível, sempre fora das escolas, sem dar aulas!

Viva!!!

Viva!!! Viva!!!

 

Alguns riscos das lideranças fortes, hierárquicas e muito autónomas na avaliação e contratyação…

Silenced by the secret staffroom snitches

(…)

The result is that the school has become an informant society. We now watch what we say at all times, and only with those whom we trust do we speak our minds – and even then we do so with James Bond levels of secrecy, hiding in cupboards and appointing lookouts while swearing each other to secrecy.

It’s no way to run a school, yet this kind of behaviour will probably only increase as principals gain more independent power over pay and teachers seek any advantage they can get. There used to be solidarity among us, especially in the lower ranks, but it seems that is no longer the case.

Eu acho que o autor queria escrever bitches mas deve ter achado discriminatrio… embora existam de todos os géneros.

Seguro garante 99% dos delegados ao Congresso do PS

 

A data é que calhou mesmo… mesmo…

1ª Conferência Internacional sobre Inovação e Lideranças Escolares

A Pró-Ordem e a Universidade Aberta promovem, no dia 2 de março de 2013, a 1ª Conferência Internacional aobre Inovação e Lideranças Escolares.

Consulte: o cartaz, o programa e a ficha de inscrição (nos links abaixo).

Também será, com certeza, uma experiência inesquecível poder desfrutar do magnífico contexto ambiental em que o mesmo se vai realizar.

Muito interessante peça da Visão de ontem em que se recolhe o testemunho dos empreendedores que esperam pelo período final do subsídio de desemprego de potenciais interessados em ser contratados para cargos de alguma responsabilidade, para lhes oferecer piores condições salariais como contraponto ao fim próximo do subsídio.

Irrepreensível em termos de boa gestão.

Encontrei (graças a mão amiga) esta entrevista nos anexos de uma tese de doutoramento muito recente em Ciências da Educação. A tese é de um amigo, colega de curso de História e excelente investigador.

A culpa do que se segue não é, obviamente, dele que se limitou a transcrever o que lhe foi dito, quando interrogada sobre o processo de avaliação externa da sua escola.

Eu sei que é discurso oral, mas……………..

Entrevistada: – Não. Isto era, era o que eu. Ora nós crescemos. Eu de facto não queria transformar a escola numa empresa. Eu gostava, fui amadurecendo. Eu queria um espírito de uma experiência que já tem havido em Portugal que é com as pessoas. Eu já tinha lido uns livros e uma experiência tinha lido e “o amigo crítico” e gostei do modelo de a escola de Serena. Não sei se conhece este livro. Este livro em português foi traduzido era a Escola de Serena e que foi beber a uma experiência em que Portugal também participou e que agora não me lembro agora o nome e pronto. Eu achava que tínhamos que ser nós. Mas temos que saber o que queremos avaliar e o como se avalia. E temos que estudar, isto é os professores têm que aprofundar, têm que crescer nas dinâmicas da escola. Uma das dinâmicas tem que ser esta. Porque efectivamente é uma das formas dos processos melhorarem, e umas das formas de se ultrapassarem as dificuldades. É perceber o que queremos, como vou avaliar este e este aspecto, porque isto também nos dá o feed – back o que corre mal e o que corre bem. Como é que eu posso eventualmente melhorar e enquanto tempo.
Então lá fomos nós para esta avaliação da escola que é uma avaliação externa, não sendo bem, uma auto – avaliação mas como implicava mecanismos eu considerei que “podemos aprender”. A minha perspectiva foi “vamos aprender”mesmo que não dê em grande coisa vamos aprender. É aqui que nos temos dificuldade: que é implementar uma coisa. E ainda temos. Já conseguimos implementar alguma coisa, mas ainda temos.
Resposta disto, gostei, não gostei? Eu sinceramente acho a equipa, o Dr. Pedro qualquer coisa, que agora não me lembro do nome. Achei, sei lá, não o conheço de lado nenhum, nem conheço o curriculum, mas a maneira como decorrem as reuniões. É uma pessoa aberta e uma pessoas que estava, francamente, para ajudar.

Não entendo os directores que tanto querem contratar com as mãos livres os professores para as suas escolas e agrupamentos.

Antes de mais a experiência de contratação directa nos TEIP tem deixado muito a desejar.

Em seguida, não entendo como alguém que se queira afirmar pelas qualidades de liderança, de mobilizar os docentes para um projecto, precise de métodos não permitidos a qualquer docente que recebe, no início do ano, turmas que não formou a seu bel-prazer.

A desculpa de muita gente é esfarrapada. Se eu devo ter capacidades para motivar dezenas ou mesmo centenas de alunos (sim, há professores com 200 alunos e isso será ainda mais real em 2012-13), porque não deve um director ter a capacidade para mobilizar a mesma quantidade de professores?

Não será isso, também, o que define uma verdadeira liderança?

A tutela pode dizer que não serão tocados os quadros de escola ou agrupamento. Podem arranjar umas sinuosidades e, no enquadramento dos mapas de pessoal dos agrupamentos, colocar muita gente a assegurar as AEC (não se assustem, não estou  dar ideias, elas já existem…) e minorar os efeitos.

Mas há grupos que serão – em especial no 2º CEB – atingidos de forma bastante sensível.

E então veremos como serão tomadas certas decisões. De forma conservadora, usando a velha graduação profissional. De forma oportunista, usando os resultados da ADD. Ou – eventualmente de for«a articulada com a anterior –  de forma clientelar benigna (protegendo os chamados coitadinhos) ou maligna (protegendo os vassalos bem comportados).

E então conheceremos ainda melhor os novos ou antigos estilos de liderança.

O caruncho deu à costa…

… e é do caro!

 

Microsoft forma 100 directores de escolas

Arranca hoje a segunda edição do programa Lideres Inovadores, uma iniciativa da Microsoft desenvolvida em parceria com o Ministério da Educação. A iniciativa de formação arrancou em 2010 e visou 50 directores de escolas ou agrupamentos, escolhidos entre 240 candidatos. Este ano o número de professores que pode participar no programa será duplicado para cem.

Os professores participantes podem “ampliar as suas capacidades de liderança, de inovação e potenciar a criação e implementação de novos Plano de Melhoria nas suas escolas, uma componente chave do programa”, explica a Microsoft.

Mas não será por causa dos alunos, por certo…

Can you imagine the military anointing a school superintendent as a brigadier general?

Of course you can’t, but this won’t surprise you: The Board of Education in Wake County, N.C., tapped a brigadier general who has no experience in instruction or academic leadership to be the new superintendent of the 143,000-student school system.

Aqui.

De: <DGRHE.MEducacao@dgrhe.min-edu.pt>
Data: 8 de Abril de 2010 14:54
Assunto: Divulgação do Workshop em Liderança Escolar: “School Leadership for the 21st Century” – Exclusivo para Directores de Escola ou Directores de Agrupamentos do ME
Para:

Exmo. Sr. ou Sr.ª Director(a) de Escola

O Ministério da Educação, no sentido de promover a liderança no contexto da melhoria da qualidade do ensino e do desenvolvimento organizacional da escola enquanto comunidade de aprendizagem multicultural, vai realizar entre os dias 27 de Abril e 7 de Maio/2010, três Workshops, de dois dias cada (27/28 Abril; 03/04 Maio; 06/07 Maio), destinados a directores de escolas/agrupamentos do ME, subordinado ao tema da Liderança Escolar: “School Leadership for the 21st Century”.

O Workshop será orientado pelo formador Fred Brown, Sénior Associate Executive Director for Leadership Development, especialista e consultor internacional em direcção educativa.

Convidamos V. Exa. a candidatar-se ao Workshop, em epígrafe, através do link www.dgrhe.min-edu.pt, mediante o preenchimento do formulário de candidatura que estará disponível entre o dia 13 e 15 de Abril de 2010.

A participação neste Workshop está sujeita a inscrição prévia e processo de selecção conforme critérios pré definidos.
Com os melhores cumprimentos.

A Direcção.
Mário Pereira

E o que dizer dos órgãos de gestão que divulgam classificações por carta para casa dos avaliados mas que, quando estes se dirigem à sua escola para tomarem conhecimento da dita e analisarem a forma como foram avaliados, não deixam que os próprios directos interessados acedam à documentação que conduziu à sua avaliação?

Que exigem requerimento dos avaliados para que estes possam aceder a documentos – resultantes de actos administrativos públicos – que são indispensáveis, por exemplo, para elaborar um recurso?

E que tal aquele exemplo de algumas direcções que, de modo célere, abandonam o recinto em passo acelerado, pouco depois – ou mesmo antes – de surgir a comunicação de estarem as classificações disponíveis nos serviços de administração escolar, vulgo, secretarias?

Excerto de um mail enviado por uma das almas perdidas referidas por uma directora que trabalha tanto que o mundo pode acabar que ela sobreviverá por não ter tido tempo para se informar.

Atenção que isto reporta-se à tarde de 22 de Dezembro e há avaliações que foram enviadas apenas a partir daí para as escolas onde actualmente leccionam alguns dos docentes avaliados, o que faz com que só possam conhecer a dita cuja dia 28 ou 29.

Lastimável.

Foi-nos sendo dito que não tinha nenhuma indicação oficial que referisse que nós (os que não tínhamos entregue os OI) seríamos avaliados. Por isso, e de acordo com a sua interpretação à legislação em vigor, leia-se ADD simplex, não seríamos avaliados.

Quando confrontada com o comunicado do gabinete da Ministra disse-nos que o desconhecia, e que não tinha tempo para consultar sites, nem tempo para ouvir notícias. Como os argumentos se iam avolumando foi, depois, dizendo que tinha lido o comunicado mas que na sua humilde interpretação podíamos e devíamos ter entregado os OI depois do prazo previsto.

Pouco depois disse que ia enviar um pedido esclarecimento à DREL e, que se este fosse claro e favorável quanto à avaliação de quem não tinha entregado os OI, aí sim iria avaliar-nos nem que fosse lá para os inícios de Janeiro. Quando já estava a sair da Escola, perto das 18h15, fui informado que estava reunida com a Presidente do Executivo anterior para proceder à avaliação das almas perdidas.

Excerto de um ofício, datado de 5 de Agosto, enviado pelo Director de um Agrupamento da Grande Lisboa, que reservou, prudentemente, a comunicação da avaliação final dos colegas para dia 2 de Outubro…

Coragem

Publico apenas este pedaço porque ainda não tenho autorização para divulgação integral do documento, mas fica como exemplo de uma postura que existe em vários locais de esperar para ver e até lá justificar o que se fará com o rigor e solidez das nuvens.

Página seguinte »