Jogos Olímpicos


Um talho em S. Martinho de Sande, Guimarães, propriedade do árbitro Manuel Mota, foi vandalizado na última noite, depois do jogo para a Taça da Liga entre o FC Porto e o Marítimo, informou neste domingo fonte da GNR. A montra terá sido partida com pedras.

Não concordo, não se deve deformar profissionalmente.

Cartoons de Bill Schorr, Cameron Cardow, David Fitzsimmons, Ingrid Rice e Peter Broelman

Vão-se as medalhas, ficam os certificados.

Bolt celebra com três suecas e coloca foto no Twitter

Boltmania em Londres: a BBC teve a maior audiência de sempre de um evento desportivo, uma judoca deu um estalo a um adepto que enviou uma garrafa antes da final e o jamaicano… virou-se para o andebol da Suécia.

Porque estou cansado de quem falha porque os outros eram melhores, porque se os outros são piores ficam ansioso(a)s (até agora a justificação mais parva…) e quando são equivalentes é porque tanto pode ser assim como não.

Até agora safa-se a equipa de pingue-pongue e esta atleta a sério que vai para dar o seu melhor e não apenas a melhor desculpa.

Clarisse caiu, esfolou-se, mas vai à final

Atleta portuguesa tropeçou numa barreira, caiu mas mesmo com uma das pernas ‘raspada’ foi a tempo de garantir o apuramento para a final dos 3000m obstáculos tirando mais de dez segundos ao recorde pessoal.

Sexiest Olympics ever?

Na abertura dos Jogos Olímpicos. Pessoalmente nada contra uma sucessão de hits das minhas memórias, desde os Sex Pistols até Frankie Goes to Hollywood, passando pelos Underworld e Prodigy.

Mas acho que a grande parte do potencial público passa ao lado.

“Recebi” um boneco alusivo aos Vinte Milhões. É dos anónimos e colocarei quando for. Porque merecem.

Tribunal Arbitral do Desporto dá razão ao sueco que recusou o bronze

A luta do sueco Ara Abrahamian, que entrou para a história dos Jogos Olímpicos de Pequim depois de ter recusado a medalha de bronze em protesto contra o árbitro da meia-final em que foi afastado, ainda não terminou. Abrahamian ganhou, em tribunal, o direito a instaurar um processo disciplinar contra a Federação Internacional de Luta, por erros formais. Uma decisão que, no entanto, não altera o resultado desportivo.
O atleta recorreu para o Tribunal Arbitral do Desporto, alegando que foram cometidos erros formais, mas sem contestar a classificação final na categoria de 84 kg do torneio de luta greco-romana. Hoje, a mais alta instância jurídica desportiva a nível internacional (sediada em Lausana mas com uma comissão ad hoc a funcionar durante os Jogos em Pequim) deu razão à queixa apresentada pelo lutador e pelo Comité Olímpico da Suécia.
Segundo os três juízes que analisaram o caso, depois de ontem ter ouvido os envolvidos em audiência, emitir uma recomendação à Federação Internacional de Luta (FILA), para que crie ou assegure o funcionamento de uma instância de apelo durante as competições.

Em contrapartida, Cuba tem o seu João Pinto:

Cubano banido do taekwondo por pontapear árbitro na cara

É o caso mais grave de violência envolvendo atletas dos Jogos Olímpicos de Pequim. Um atleta cubano de taekwondo, Ángel Matos, e o seu treinador foram hoje banidos, depois de Matos ter pontapeado o árbitro na cara, na sequência da sua desqualificação no combate para a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim.
O treinador de Matos, Leudis González, recusou apresentar um pedido de desculpas pela agressão, que ocorreu durante o combate que decidia os terceiro e quarto lugares na categoria mais de 80 kg.

No Público (sem link permanente), em nota do enviado a Pequim já se escreve que:

Da desilusão quase total ao melhor resultado de sempre

Em apenas um dia, a missão portuguesa aos Jogos Olímpicos deste ano passou de uma enorme desilusão em quase toda a linha para um resultado que, embora abaixo dos objectivos definidos, formalmente é o melhor de sempre, atendendo à forma como o Comité Olímpico Internacional (COI) ordena os países no medalheiro, dando prioridade a quem tem mais medalhas de ouro, seguidas, em caso de empate, pelas medalhas de prata.

Já estão quase todos prontos para passar a esfregona por cima de tudo o mais graças ao salto de Nelson Évora. Ditosa pátria esta que, que assim fica salva.

Nelson Évora voou para o ouro no “Ninho de Pássaro”

Afinal parece que sempre há quem consiga lidar com a pressão, com o estádio cheio, com a rapidez da pista e com o horário das provas.

Muito se tem discutido quanto aos apoios que são dados ou não aos representantes portugueses nos Jogos Olímpicos. Há quem ache muito, há quem ache pouco, há quem não ache, nem deixe de achar, dependendo dos casos, como acontece comigo.

No entanto, parece que algo está a ser completa ou prudentemente esquecido em relação, principalmente, aos atletas de topo e aqueles de que se esperavam melhores desempenhos e que é o facto de – como em muitos outros países – os seus rendimentos não provirem das tais «bolsas» do Estado mas sim dos patrocínios comerciais.

É óbvio que o Francis Obikwelu, a Vanessa Fernandes, o Nelson Évora, a Naíde Gomes, ou mesmo a Telma Monteiro já não vivem com mil euros mensais de uma bolsa estatal. Aliás, apesar da modalidade ser menos mediática, a judoca estava, antes destes Jogos, em situação de se transformar em marca. E convenhamos que 50.000 euros anuais por cada patrocínio comercial (e são vários) está longe de ser uma miséria.

Esquecer que a publicidade e a exploração dos direitos de imagem dos atletas são uma fonte importante de rendimentos e receitas para o movimento olímpico é andarmos a brincar às escondidas com a verdade.

Assim como omitir que, com destaque para o atletismo, um bom desempenho nos Jogos Olímpicos tem como recompensa adicional bons cachets para participar nos meetings que se seguem no circuito europeu (e não só).

Uma coisa é ser medalhado(a) ou finalista, outra ter sido eliminado à primeira.

Talvez por isso mesmo perceba que os atletas mais cotados tenham mais cuidado com as declarações. Porque isso pode sair-lhes caro. Em vários sentidos.

O recorte é da Visão de hoje (p. 15).

Gustavo Lima diz que critérios de selecção de atletas “não são os melhores”

O velejador português Gustavo Lima, quarto classificado na classe Laser nos Jogos Olímpicos Pequim2008, advertiu hoje que apenas “uma mudança muito radical” o fará voltar atrás na decisão de terminar prematuramente a carreira, alegando falta de condições e de rigor nos critérios de selecção dos atletas para o projecto olímpico.
À chegada ao aeroporto de Lisboa, Gustavo Lima denunciou que “a vela olímpica não está no bom caminho” e avisou que 1.000 euros mensais (comparticipação pública para os atletas de nível 2) não constituem “motivação suficiente” para continuar.
“A decisão que tomei ontem [terça-feira] tem razões de ser muito fortes e nada tem a ver com o resultado, porque é um resultado honroso. Para voltar atrás seria precisa uma mudança muito radical”, disse o velejador, que ficou a um ponto de conquistar a medalha de bronze.
Para Gustavo Lima, João Rodrigues, 11.º classificado na classe RS:X em Pequim 2008, é um bom exemplo de que a “vela olímpica não está no bom caminho”. “Os critérios de selecção não são os melhores. O João Rodrigues é vice-campeão mundial e está fora do Projecto Olímpico. É inconcebível”.

Gustavo Lima é um dos poucos que tem razão, pois não é o mesmo fazer vela, com todo o aparato de equipamento necessário, ou atirar um peso a 20 metros. Não se podem dar bolsas de valor igual a desportos com encargos perfeitamente díspares.

Para além disso Gustavo Lima sabe como defender os atletas, criticando certeiramente. E ele andou dias a competir. Não foi dar uma volta ao estádio em poucos minutos.

Será da idade, da experiência, da educação?

Talvez! Por isso mesmo é que os americanos são seleccionados a partir do desporto universitário. Podem fazer cursos um pouco no modelo bolonhês, mas fazem-nos. E lá aprenderão alguma coisa. A pensar um pouco, a falar alguma coisa…

Em relação à polémica sobre o comportamento dos atletas portugueses em Pequim, há formas razoáveis de o tentar compreender e até parcialmente justificar. É o que fazem o André e o Luiz nestes comentários (# 13 e 14).

Há um ponto em que eles têm razão, que será a pressa em criticar os atletas pelos seus fracos desempenhos, aderindo a uma estratégia de culpabilização muito rápida.

Por isso mesmo é que eu reforço a ideia de que o que está em causa não é o desempenho, mas as desculpas arranjadas e o ar de felicidade pelo passeio que alguns demonstraram, sendo escassa a percepção de um arrependimento sincero pelo insucesso. Aqui não há máquina governamental a trabalhar, são mesmo alguns atletas a enterrar-se pelas próprias mãos e boca.

Mas há um paralelismo estabelecido com a situação dos professores, feito pelo André, que não se aplica de modo nenhum e passo a explicar porquê.

Este grupo de atletas – amadores, muitos deles – foi a menina dos olhos do regime e foram endeusados pela comunicação social e poder político até há poucos dias. Foram completamente embalados e levados ao colo como heróis anunciados. Alguns deles recebem mais apoio do Estado – mesmo sendo pouco – do que quase metade dos professores ganham de salário líquido. E os professores não podem fazer contratos publicitários. É verdade que não têm o apoio de uma americano, chinês ou alemão. Mas ninguém os criticou e foram apoiados por todos nós, Governo incluído. Ninguém os atacou na praça pública até ao momento em que começaram as desculpas. Se só têm 20-25 anos? Mas isso não é idade adulta?

Claro que – e aí terão razão – a nossa sociedade e os próprios actores políticos não se distinguem deles na forma como não assumem as más práticas e os erros. Claro que a crise é sempre por causa lá de fora, os erros das políticas nunca são assumidos em nome próprio e o nepotismo e a promiscuidade política-interesses económicos nunca é assumida mesmo quando é por demais evidente.

Mas não é esse o caso dos professores que, pelo contrário, pedem maior exigência e rigor no sistema de ensino e um sistema para a sua avaliação que seja fluido, transparente e equitativo. Pelo menos é essa a minha atitude.

Para além disso, as poucas dezenas de atletas que foram a Pequim dispuseram e dispõem de acesso diário à comunicação social para se defenderem e tiveram os jornalistas a seus pés, enquanto os professores – que são 140.000 – tiveram durante quase três anos quase toda a comunicação social contra si.

Não vamos agora querer equivaler o que não é possível.

Defendamos os atletas, percebamos as suas limitações e falhanços, tentemos averiguar todos os condicionalismos envolventes, mas não legitimemos as auto-desculpabilizações que só servem para afastar a responsabilização individual.

Porque essa é uma táctica demasiado usada entre nós e, neste caso, começou a ser servida a um ritmo diário, como se fosse o caldo cultural em que aqueles jovens atletas adultos se movem.

É verdade que quem se queixa de linchamentos públicos como a classe dos professores, onde me incluo, deve ter cuidado nas apreciações que faz nestas matérias.

Por isso mesmo, repito, o que está em causa é o tipo de atitude após o falhanço. Aqui nunca ninguém me lerá a dizer que os meus alunos têm maus resultados por causa da luz ou chuva que entra pelas janelas sem estores (não é o caso actual, mas há escolas onde estive em que isso se passava…), por causa do horário das aulas ser pouco propício, porque à tarde apetece dormir a sesta ou porque há muita gente no pátio da escola quando vou a caminho da sala.

Eu nunca fiz isso e comecei a leccionar com 21 anos. A mesma idade de muitos destes atletas.

Cartoons de John Cole, Dana Summers e Steve Kelley

E o problema que foi explicar à minha miudita de 5 anos, depois de ver as ginastas chinesas a receber as medalhas, se podia ir aos próximos Jogos Olímpicos?

Estou cansado de ouvir o mote «Errar é humano».

Cansadíssimo. Sei disso por experiência na primeira pessoa. Parece que sou humano, pois já errei a minha conta de vezes. Mas também vou acertando algumas. Felizmente para a minha vida e dos que me cercam, vou acertando mais do que falho nas coisas que fazem parte das minhas obrigações e funções (pessoais, familiares, profissionais, sociais).

Quando erro, passada a infância mais ingénua em que pensamos que toda a má desculpa é válida e convincente, aprendi a conviver com a necessidade de não me justificar com o relvado molhado ou o numeroso público. Mesmo quando culpo o árbitro, tento demonstrar porquê. Por isso não gosto de críticas vagas e perco algum tempo a aborrecer quem me queira ouvir (e agora ler) a explicar porque me queixo disto ou daquilo.

Talvez seja algo que se aprende com a vida, com a idade, com a experiência.

Só assim compreendo que ainda exista quem aceite como válidas certas justificações dadas para legitimar maus resultados nos Jogos Olímpicos. Note-se que não são os maus resultados que me aborrecem, mas sim as desculpas dadas.

E é aqui que acho que o Desporto e a Educação estão muito relacionados e se revela até que ponto se entranhou a estratégia da desresponsabilização individual pelos maus desempenhos.

Basta ler as declarações de Nuno Fernandes, ao que parece Presidente de uma Comissão de Atletas Olímpicos de que desconhecia a existência, na última página do Diário de Notícias de hoje. Certamente um defensor da pedagogia da auto-desculpabilização e da palmadinha nas costas, Nuno Fernandes afirma que mandar Marco Fortes para Portugal após as suas infelizes declarações – é o tal da caminha «é muito injusto e, em termos pedagógicos, é completamente desajustado».

Talvez seja numa perspectiva da «pedagogia desportiva dos afectos». O que parece esquecido é que Marco Fortes depois de dizer que à hora da prova «as pernas queriam era estar esticadas na cama», acrescentou – que eu bem vi na televisão – que apesar de tudo era muito bom ir aos Jogos Olímpicos, espectacular e tal e que todos se deviam esforçar por ir. E até disse «gostei de cá estar», assim mesmo no pretérito perfeito. Como que percebendo que a sua missão estava cumprida.

Perante isso, mandá-lo na volta do avião foi uma medida eventualmente politicamente incorrecta, mas justíssima. O que ficava lá ele a fazer? A dormir?

Mas, como na Educação, há sempre quem ache que há desculpa para tudo e não faltaram logo os que o defenderam que ele é um brincalhão, sempre bem disposto – pois, bem dormido, deve ser o máximo – e que tudo deve ser desculpado com a inexperiência do rapaz, vejam lá.

Só que ele precisa de aprender que não é assim que se vai lá. Passar impune tal dislate é validar a estratégia da graçola, tomar como boa a teoria do coitadinho.

No fundo nada de muito diverso do que agora se usa como regra – errada – na Educação, na Política, na Economia, etc, etc. O «errar é humano» como regra e não como excepção.

Por isso, tem razão Santana Castilho quando escreve hoje no Público que:

Um país que cultiva na escola e na polis a falta de rigor e de exigência, tem autoridade para sancionar quem o envergonha no estádio olímpico?

Claro que não e por isso mesmo é que o nosso Primeiro Ministro elogiou o desempenho de todos os nossos atletas realçando que todos eles representaram bem Portugal. Para a próxima, em 2012, só falta que os atletas mandem os resultados das suas provas por fax para Londres, enquanto dormem o soninho dos justos, não vá aparecer muita gente no estádio ou a égua ficar histérica.

FALHAR ACONTECE. É, ACONTECE

Naide Gomes: “Estou sem palavras… estou parva. Nem consigo chorar. Estou mesmo muito triste… nem imaginam como. Ainda não acredito.” Essas palavras, além de ditas, estão retratadas na foto das págs. 2 e 3 desta edição do DN. Eu, que me tornei esta semana grande especialista em salto em comprimento, saberia dizer-lhe (com aquela sapiência de quem dita prognósticos depois do jogo): seja prudente na eliminatória, guarde o tudo por tudo para mais tarde, não corra risco de ensaios anulados… Mas, na verdade, só me zangaria se ela, tão forte a saltar, tivesse sido fraca por não ter sido forte. Se ela me viesse com aquela conversa de choramingas perdedora: “Ai, que não estava para ali virada…” Mas Naide não foi por aí. Não atirou culpas, não arranjou desculpas, simplesmente encontrou-se naquela situação que é tão própria do homem: falhou. Desarmou a raiva que bem me ajudaria na minha desilusão. O que aconteceu foi só isto: falhou. Só não acontece a quem não salta.

Justificação lúcida de Naíde Gomes.
Comentário acertadíssimo de Ferreira Fernandes.
Claro que só quem não salta, não falha.

Mas para os outros também fica a lição: se vais a Pequim só para fazer amizade com os jornalistas, pelo menos aprende a calar-te se não sabes o que dizer.

Os grandes campeões também são aqueles que aprendem a pensar e a falar.

Vanessa critica atletas portugueses

A vice-campeã olímpica de triatlo Vanessa Fernandes considerou esta segunda-feira que há atletas portugueses que desconhecem o significado de viver em desporto de alta competição, como em Pequim2008.

“A alta competição não é brincadeira nenhuma. Não é fazer meia dúzia de provas, andar a receber uma bolsa e está feito. Muitos não vêem bem a realidade das coisas. Não têm a noção do que isto significa. Se calhar por termos facilidades a mais”, criticou.

Quando vários elementos da Missão de Portugal nos Jogos Olímpicos têm dado as mais diversas e originais desculpas para o falhanço desportivo, a medalha de prata faz questão de se distanciar de alguns comportamentos.

“Nunca na vida vinha para aqui para viajar e ver os Jogos. Para isso não vinha. O meu pensamento nunca foi assim”, vincou, defendendo, em tom de brincadeira, que no fim dos Jogos Olímpicos se deveria fazer a avaliação a cada atleta.

As declarações de Vanessa Fernandes surgem no mesmo dia em que o presidente do COP, Vicente Moura, pediu “profissionalismo e brio” aos atletas.

Alguém que – FINALMENTE – diz aquilo que deve ser dito. Há quem goste muito de fazer turismo desportivo. Não é que não exista do mesmo em outros países. Mas nós não nos podemos dar a esses luxos. Aturar quem parece ficar contente por fazer os mínimos para ir a Pequim e depois esquecer-se de dar o seu máximo.

E ainda bem que a Vanessa Fernandes só falou depois de dar o exemplo.

Cartoons de Robert Arial, Chip Bok e Vince O’Farrel

A avaliar pelas justificações (o árbitro, o horário, os jantares e a melhor de todas uma égua histérica) estamos a voltar ao tempo dos desgraçadinhos e do choradinho da falta de condições.

Ao menos o Obikwelu tem a dignidade de não se justificar com o chão torto e pede desculpas por não cumprir os objectivos. Assim é que é!

Agora falta-nos ver o que fazem a Naíde, o Nelson e a Vanessa.

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