Isto É Um Suponhamos…


… é ter tornado em especialistas em tudo uma série imensa de ignorantes que antes eram incapazes de produzir tabelas em poucos segundos, mesmo sem perceberem nada do que está na sua origem, nem compreenderem o tipo de dados que estão a usar.

E depois ficam supé-essitados, é uma agitação que até mete dó, uma coisa que namsepóde!

Carregam numas teclas e símbolos e, prontossss, aquilo faz-lhes um gráficos e eles tornam-se uma espécie de gasparinhos em miniatura, o que atendendo ao original, é obra.

Eu podia linkar mas só servia para armar a confusão e sabem como eu sou um tipo do mais pacífico que há…

… sobre coisas diversas, incluindo a consciência limpa quanto a ter feito o melhor por Portugal.

Mudei de canal porque não gosto muito de actores de novela a falar da sua intimidade.

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… e será considerado o maior estadista português desde D. Carlos I (a par com aquele que é melhor não nomear… para que eles não sintam que lhes estou a chamar cripto-qualquer coisa).

Passos Coelho não sabe se a história o absolverá

A história com h até talvez o absolva de ser o testa de ferro de meia dúzia de teorizadores do anti-PREC , mas a História com H terá para ele um lugar ao lado do José Europeu Barroso, o toca-e-foge … 👿

… e não é pela primeira vez quando constato que:

  • Se fizer críticas gerais a procedimentos e comportamentos considerados menos apropriados, um tipo é acusado de não ter coragem para dar os nomes aos bois (e distintas fêmeas, I presume…) e de se ficar por denúncias inconsequentes.
  • Se fizer críticas direccionadas, apontando factos concretos e atitudes individuais, um tipo é acusado de ser um raivoso crítico ad hominem (ou uma qualquer variante da expressão).

No que ficamos?

No silêncio?

… caso tivesse oportunidade, que é coisa que nunca terei… 🙂

Política geral:
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– Até que ponto muitas das políticas actuais do MEC não se limitam a retomar políticas anteriores (avaliação do desempenho, prova de ingresso, modelo de gestão, retórica da autonomia, manutenção da Parque Escolar), contrariando muito o que o analista Nuno Crato afirmou durante anos?
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– Que balanço faz da experiência vocacional e porquê o desejo de largar tão rapidamente essa via em detrimento de outras? O acesso a essa via, sendo para alunos repetentes, não a menoriza e a torna claramente uma via de 2ª ordem?
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– Não seria prioritário apostar no apoio aos alunos mais desfavorecidos (economicamente ou em termos de capacidades de aprendizagem) em vez de dificultar esse apoio?
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– As imposições da troika justificam todas as políticas desenvolvidas de redução salarial e congelamento das progressões dos professores, levando-os a uma atitude de hostilidade que dificulta o sucesso de quaisquer reformas, como está demonstrado há muito em diversos estudos?
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Funcionamento do sistema:
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– Até que ponto pensa o ministério avançar com a municipalização da Educação, para além do que se prepara em Óbidos, atendendo a que os autarcas do PS até parecem aceitar a ideia?
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– Que sentido faz essa fragmentação num país com a população e a área de Portugal?
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– Essa municipalização, em especial quando se traduz na criação de novas escolas, não significa uma duplicação da oferta pública e um aumento dos encargos?
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– Está o MEC a preparar o fim dos concursos nacionais para colocação de professores, transferindo  as suas competências para as autarquias? Considera que estão reunidas as condições para que isso aconteça?
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Gestão/Autonomia:
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– Para quando a legislação específica para as escolas com contrato de autonomia? Até que ponto essa autonomia vai passar apenas pelo reforço do poder dos directores?
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– Não será que a actual orgânica do MEC reforçou as práticas de centralismo das decisões, seja a nível local, seja a nível central, em vez de apostar numa partilha de responsabilidades?
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– Qual o balanço da experiência de “autonomia” da última geração de escolas TEIP, que não se traduziu em melhores resultados dos alunos?
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– Não terá sido prematuro o anúncio de medidas tendentes à liberdade de escolha e aumento do apoio a escolas privadas num contexto de contracção da rede pública e de crise orçamental?
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– Em que experiências internacionais se baseia a crença que a “liberdade de escolha” ou o “cheque-ensino” conduzem a uma melhoria do desempenho dos alunos?

 

Um país que tira fotos a ondas de novidade não merece as cagarras que tem.

 

… chegado por mail:

 

Recomendações do Governo para o pico da gripe:  ‘Lavar bem as mãos e espirrar para o pensionista’

Com a aproximação do pico da gripe, o Governo acaba de lançar um conjunto de recomendações de saúde. Entre elas, o Governo recomenda que se lave sempre muito bem as mãos e que se espirre para o pensionista.

«Não espirrem, como se recomendou no passado, para o braço, pois está provado que podem lixar o braço. Espirrem sempre para um pensionista. Se não tiverem um pensionista à mão, então espirrem para um funcionário público. Se tiverem os dois à frente, tentem dividir o espirro. Se não tiverem nem um pensionista nem um funcionário público à mão, então pronto, espirrem para o braço», pode ler-se no comunicado do executivo.

PJ faz buscas em vários colégios do Grupo GPS

(…)

A Polícia Judiciária está a efectuar buscas em vários colégios do Grupo GPS. Ao todo, o grupo detém 26 colégios, 14 dos quais são financiados pelo Estado português, ao abrigo do ensino particular e cooperativo. A investigação decorre há cerca de um ano e teve início depois de uma reportagem emitida pela TVI.

A promessa de vincular 200o contratados apenas em 2015, e não a partir deste momento como uma famigerada convergência com o regime privado ditaria, deve ser para que os “eleitos” possam ser aprovados pela PACC.

Resta convencer uns certos e determinados senhores a irem para Chamonix ou algo assim. Se há quem parta a bacia, eles podem partir os alguidares e os tachos.

… essa coisa do sangue novo e carne fresca, acrescento eu (que sou sangue velho e carne já curtida) às declarações do ministro Crato.

Penso que aumentaria os níveis de atracção dos encarregados de educação, estimularia a concentração d@s discentes e motivaria o pessoal docente, não docente e mesmo o doente, que se encontra em estado um ‘cadinho murchito e a precisar de uma pedagogia dos afectos e mais além.

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Envio de professores portugueses para Angola depende das “duas partes”, diz ministro angolano

Para quando uma FLA – Fundação Luso-Angolana?

será sobre qualquer coisa e não só, além da falta de necessidade de se inventar alguma roda ou rodela, não vá o leitor pensar em lima-limão.

Mas, cuidai, mete chinas e obamas, brasis e vulgos, e o ou não final. De cátedra, daquelas com buraco ergonómico!

Incluo apenas os que tomam posse por cá.

Governo

Será que a possível convocatória de todos os professores dos grupos disciplinares para classificação dos respectivos exames tem a ver, por paralelismo com a greve de dia 17, com o receio de uma proposta de greve a essa mesma classificação, hipótese interessante mas que não sei se é juridicamente possível?

… plantada pelos ramirílios e gasparinhos na imprensa do dia para criar buzz nas redes sociais?

Uma sugestão: Professores que não tenham horário completo (ou tenham redução da componente lectiva) devem levar 50 chibatadas no pelourinho da vila mais próxima. Dá-se preferência aos manuelinos, mas podem ser daquelas coisas do estado velho.

Outra sugestão: Regresso da telescola ao Ensino Básico permite uma poupança estrutural de 2,5 mil milhões de euros, podendo ascender a 3 mil milhões se forem usadas televisões em 3ª mão. Ramiro Marques oferece a sua velha Telefunken para se conseguir uma poupança adicional de 15 euros.

Última sugestão: Eduardo Catroga sugere alienação das escolas da Parque Escolar, dando-se preferência a grupos privados com provas dadas na colocação de insiders nas equipas do ME(C) na última década. Aval financeiro do Banif. Será criado grupo de acompanhamento do processo presidido por Nogueira Leite.

Uma inspecção, mas a sério, ao negócio das refeições nas cantinas escolares, em especial no 1º ciclo?

Acredito que antes existisse desperdício e abusos, mas as poupanças nos contratos justificam tudo?

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