Isto É Muito À Frentex….


A primeira versão das informações sobre a prova específica para professores de Física e Química que o Instituto de Avaliação Educativa (IAVE) divulgou este mês, com exemplos de questões, destinada aos docentes que vão fazer a Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades (PACC), continha erros e imprecisões, pelo que teve de ser substituída. A denúncia foi feita no blogue Aventar e confirmada ao PÚBLICO pelo antigo coordenador da divisão de Educação da Sociedade Portuguesa de Física. O Conselho Directivo do IAVE limitou-se a responder ao PÚBLICO que “a informação-prova disponível é aquela que o Iave reconhece como válida”.

A mim interessa residualmente quem é que grafa menos bem. Porque só alguém muito distraído é que acreditaria que a igreja do santo iavé é frequentada apenas por grafadores imaculados. Algo que até se consegue com qualquer corrector ortográfico, não necessitando o escriba de estar ao nível de um aluno examinado do 4º ou 6º ano, bastando-lhe ser quase alfabeto

O póbrema a sério é se algum dia o Iavé tiver a coragem de revelar quem são os seus “especialistas” e ainda descobrimos certas coincidências e desconformidades em matéria de ética aplicada ao coiso público e privado.

Eu não sei de nada, em concreto, pois tudo o que escrevo é em abstracto e em tese hipotética do tipo suponhamos só para efeitos de especulação e contribuição construtiva para evitar que alguém, inadvertidamente, ande a explicar para o que ajudou a fazer.

Fiquemo-nos assim e evitamos processos e notas explicativas.

Porque nem sei se assinam contratos publicitários de exclusividade com a igreja.

É uma questão de liberdade de escolha.

Pagar ou não pagar.

A mim, por exemplo, custa-me pensar que nem que seja um infinitésimo de cêntimo dos meus impostos vá para o Marco António ou o Menezes Jr. comprarem gel fixador.

Portugal deve fechar 2015 com almofada financeira de 10 mil milhões de euros

… agora, mas só agora, que deixei de acreditar no Pai Natal.

Diretores de agrupamentos acreditam que todos os alunos vão chegar aos exames em pé de igualdade

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Para mim, tudo o que meta interconexões com siglas e acrónimos é da mais elementar premência, urgência e mesmo emergência.

Determina-se:
1 – Incumbir a DGPGF de proceder à implementação do GeRHuP, com a colaboração necessária da ESPAP, I.P., de forma gradual, nos órgãos e serviços do MEC, de acordo com um plano de trabalhos definido para o efeito.
2 – A criação de uma equipa de trabalho composta por elementos da DGPGF e da ESPAP, I.P., ao nível da coordenação e da componente técnica, responsável pela implementação do GeRHuP no MEC, sendo a respetiva composição acordada entre a DGPGF e a ESPAP,I.P..
3 – Sempre que necessário, a equipa referida no número anterior solicita o apoio técnico-normativo a um grupo de especialistas a criar, no âmbito do projeto, com a seguinte composição:
a) Gabinete do Ministro da Educação e Ciência;
b) Gabinete do Secretário de Estado da Administração Pública;
c) Gabinete do Secretário de Estado Adjunto e do Orçamento;
d) Direção-Geral da Administração e do Emprego Público;
e) Direção-Geral do Orçamento.
(…)
6 – A fim de serem criadas as interconexões necessárias à implementação do GeRHuP, articulam-se com a DGPGF e com a ESPAP, I.P., quando para tal forem solicitados, nomeadamente os seguintes serviços no âmbito das respetivas atribuições:
a) Autoridade Tributária e Aduaneira;
b) Direção-Geral de Proteção Social aos Trabalhadores em Funções Públicas;
c) Caixa Geral de Aposentações, I. P.;
d) Instituto da Segurança Social, I. P..
7 – O presente despacho produz efeitos a partir da data da sua assinatura.
18 de dezembro de 2014. — A Ministra de Estado e das Finanças, Maria Luís Casanova Morgado Dias de Albuquerque. — O Ministro da Educação e Ciência, Nuno Paulo de Sousa Arrobas Crato.

… porque eles eram muito à frente do seu tempo. Acho mesmo que a governanta era transgénero.

“Cristo casou com Maria Madalena e com ela teve dois filhos”

 

Se numa escola todos os avaliados faltarem e/ou saírem das salas a prova considera-se realizada ou não? A resposta não deve depender da linhagem político-organizacional.

… destinada a unir o que acabou de ser desunido por causa da criação de outras 74 plataformas unitárias deste tipo.

Vantagem imediata: espaço mediático para aparecer um punhado de protagonistas por cada nova plataforma, algo que era mais difícil com uma única organização.

Vantagem a médio prazo: um lugar de “independente” nas listas daquele outro partido mais crescido, com que se quer uma relação em forma de união de facto.

… é a de recompensar os eventuais gestores municipais pela melhoria dos resultados dos alunos (calculada em relação à média nacional na avaliação externa) ou pelo combate ao abandono escolar em vez de ser na base do corte do número de professores em exercício.

Ou seja, nada disto visa melhorar a qualidade do ensino, nem sequer medindo a melhoria pelas unidades de conto que são tão caras ao actual MEC.

Vamos lá… 100.000 euros por cada ponto percentual ganho à média nacional equivale a 8 professores postos na rua…

Se pode aumentar a despesa e não a reduzir?

Mas o objectivo não é conseguir o melhor para os alunos?

… no intervalo dos jogos do Mundial.

Em algumas estações de rádio – acho que em especial na TSF – havia qualquer coisa parecidas sobre a disfunção eréctil junto aos noticiários desportivos.

Será inteligente chamar “apressadinhos” ou “murchinhos” aos gajos que gostam de ver futebol e esperar que eles comecem a correr em direcção às farmácias?

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… de escasso agrado para os actores institucionais na área da Educação, embora pudessem ser bastante úteis para vida concreta das escolas.

Eu explico-me rapidamente… em tempos de desgovernação alegadamente liberal que pretende uniformizar carreiras na função pública, numa avassaladora tentação indiferenciadora capaz de fazer gemer de inveja qualquer bom ditador do proletariado, eu defendo uma tendência inversa em matéria de horários e remunerações de professores.

Concretizando…

Mantendo a estrutura-padrão do horário lectivo e não lectivo para todos os professores que assim a desejassem manter, deveria ser aberta a possibilidade de, por iniciativa dos próprios ou mesmo proposta da gestão das escolas, ser flexibilizado esse horário, para mais ou menos horas com a devida compensação remuneratória.

Porque há que ser muito franco… há quem por dedicação ou falta de outra ocupação, efectivamente pode estar na escola (e está em condições para isso) mais tempo do que o regulamentado, seja em aulas ou outras tarefas e há quem, por muitas, desvairadas e/ou justificadas razões, só faria bem a si mesmo e a quem o rodeia se estivesse menos tempo em aulas ou na escola.

Isto não seria um método para fazer engenharia de horários, pois não poderia implicar que o aumento das horas de uns levasse à dispensa de outros, vamos lá a entender-nos.

Nem seria para toda a gente começar a fazer rendilhados.

Seria para adequar o horário às capacidades de cada um, em articulação com o interesse da escola no sentido de um trabalho mais eficaz com os alunos.

Se alguém, para além do horário lectivo, pode dispensar mais 10 ou 12 horas (em vez de 3 ou 4) não lectivas semanais à escola para tarefas relevantes com tutorias ou mediação escola-família, animação de actividades extra-lectivas, porque não deve isso ser compensado em vez de se esperar pela boa vontade ou voluntariado?

Se alguém, em contrapartida, não se sente em condições para assegurar um horário completo, mas pode leccionar 70 ou 75% do seu horário, porque não fazê-lo com o correspondente ajustamento salarial que esteja disposto a sofrer?

Mantendo sempre o padrão-base e o cálculo da hora e trabalho para estas variações, assim como o tipo de vínculo laboral.

E, como parece evidente, permitindo uma ligeira (e justificada) margem de autonomia financeira às escolas que agora não existe.

Será esta uma ideia demasiado liberal para vós?

Ou estão a ver obstáculos inultrapassáveis que eu não estou aagora a vislumbrar.

Porque conseguir sucesso com 1700  num universo de 13000 alunos não me parece propriamente uma coisa extraordinária! afinal é pouco melhor do que ter sucesso com 1 aluno em cada 9.

Não quero estar a menorizar um trabalho meritório, pois bastaria um aluno para valer a pena, mas… tanta conversa… tanto sucesso… e… afinal… a coisa tem uma taxa de sucesso de 12-13%?

“A Epis criou 1700 novos bons alunos” em 60 municípios portugueses desde que foi lançado em 2007, sintetizou ao PÚBLICO o director-geral da associação, Diogo Simões Pereira. Ou seja, do universo de 13 mil alunos apoiados desde o início, mais 1700 alunos, relativamente àquilo que eram os números antes da intervenção dos mediadores, tiveram aproveitamento escolar e passaram de ano. Em média, todos os anos, a proporção de alunos que passaram de ano aumentou em 12 pontos percentuais.

Repito… não quero ser bota-abaixo, mas as minhas expectativas eram muito mais altas em relação a esta iniciativa da EPIS… pois as intervenções que se fazem em muitas escolas, sem todo este aparato, não é raro conseguirem melhores taxas de sucesso…

Realmente… nada como uma boa estratégia político-comunicacional…

E se eu dissesse que conheço quem tenha atingido 100% de sucesso nos exames de final de ciclo com alunos com NEE integrados nas turmas regulares?

Também posso dizer a quem o conseguiu que vão ser recebidos na Assembleia da República e que podem ser apoiados?

E que a sua experiência deve ter como horizonte todo o país?

Os cidadãos britânicos vão poder em breve  ‘despedir’ os seus deputados. A nova lei é uma das novidades para o novo ano e foi anunciada pela rainha Isabel II.

Deste modo, com a nova lei, os britânicos vão poder despedir o seu deputado, mas apenas nos  casos em que este tenha sido condenado por um tribunal a uma pena superior a um ano, ou em resultado de um procedimento disciplinar parlamentar que conclua que o deputado praticou uma “falta grave”.

Falta grave é o que ela comete em quase todas as vezes que fala.

… embora em termos pessoais prefira os matraquilhos. Não rendem 9 milhões, mas dão muito gozo e elevam a auto-estima nas temporadas más do spórtengue.

Bloco defende introdução do ensino do surf nas escolas portuguesas

A eurodeputada Marisa Matias lembrou a importância do surf nas economias locais e recordou que a prova do circuito mundial da modalidade em Peniche rende nove milhões de euros.
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E há que acarinhar, de igual modo, o golfe, com cursos vocacionais para caddies, pois consta que os velhotes endinheirados dão belas gorjetas para as economias locais. E é coisa para valer muito mais do que 9 milhones.

 

… é ter tornado em especialistas em tudo uma série imensa de ignorantes que antes eram incapazes de produzir tabelas em poucos segundos, mesmo sem perceberem nada do que está na sua origem, nem compreenderem o tipo de dados que estão a usar.

E depois ficam supé-essitados, é uma agitação que até mete dó, uma coisa que namsepóde!

Carregam numas teclas e símbolos e, prontossss, aquilo faz-lhes um gráficos e eles tornam-se uma espécie de gasparinhos em miniatura, o que atendendo ao original, é obra.

Eu podia linkar mas só servia para armar a confusão e sabem como eu sou um tipo do mais pacífico que há…

Realmente isto faz tudo um enorme sentido.

Primeiro voo de Paris para Beja levava turistas para Tróia

Depois dos voos charter a partir de Londres, seguem-se os franceses vindos de Paris com o inevitável destino: o complexo turístico de Tróia no litoral alentejano.

Polícias vão avisar turistas nos aeroportos que políticas do Governo colocam em causa segurança do país

Agentes vão distribuir milhares de panfletos por todos os aeroportos do continente e ilhas. Querem alertar os turistas sobre a forma como estão a ser afectados pelos cortes nos salários e outras medidas e quais as consequências disso no serviço que prestam.

Devíamos ainda pagar mais a este governo que tanto zela pela saúde de todos, desde jovens.

Cantinas universitárias servem menos um milhão de refeições

Em quatro anos houve uma quebra de um milhão e 200 mil refeições servidas nas cantinas do ensino superior público. Os estudantes “preocupam-se em trazer comida de casa”, diz o administrador dos serviços de acção social de uma das instituições.

… de uma taxa qualquer, dizendo que, afinal e apesar das rescisões e despedimentos de funcionários, os serviços são muito caros.

Serviços públicos: Atendimento digital será mais barato que o atendimento presencial

Claro que a banda larga fica por conta dos contribuintes, porque o “mais barato” é sempre na perspectiva de ser o cidadão a pagar.

«Portugueses consomem medicamentos a mais»

Ministro da Saúde reagiu assim à crítica sobre falta de medicamentos nas farmácias. E anunciou novo serviço da linha Saúde 24.

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