Irreverências


A pilhéria só é saudável se não for estúpida, se não for parva e se não for imbecil.

Calem o Melício que há em vós.

Há vários tipos de louco.

O hitleriano, que barafusta.
O solícito, que dirige o trânsito.
O maníaco fala-só.

O idiota que se baba,
explicado pelo psiquiatra gago.
O legatário de outros,
o que nos governa.

O depressivo que salva
o mundo. Aqueles que o destroem.

E há sempre um
(o mais intratável) que não desiste
e escreve versos.

Não gosto destes loucos.
(Torturados pela escuridão, pela morte?)
Gosto desta velha senhora
que ri, manso, pela rua, de felicidade.

[António Osório] Os Loucos

VINTE E UM MILHÕES traduzem algo.

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Sacraste!!!!

Encontrado hoje em pseudo-edição fotocopiada por alguém que foi esperto mas, mesmo assim, prestou um bom serviço a quem teria de o ir consultar à BN que agora anda em acesso reduzido.

Em troca de dez euros, uma colecção de poesia chistosa que o nosso Buli certamente gostaria de usar na minha caixa de comentários em ocasiões especiais.

A edição original não está datada e está atribuída a uma tipografia parisiense, algo que muito duvido, pois mais me parece ter sido a forma de proteger os autores da malfeitoria.

Tornou-se recorrente o apelo a – perante tudo o que não tem funcionado – novas ideias, novas estratégias para a luta dos docentes.

Minhas amigas e meus amigos, os tempos não estão favoráveis para ganhos, apenas para limitação de estragos.

É nessa perspectiva que eu lanço daqui uma nova proposta de estratégia.

Assine-se logo de início um qualquer acordo e marque-se em seguida uma grandiosa manifestação para comemorar o ditoso acontecimento.

The Washington Post’s Dave Weigel Resigns Following Strange Semi-Scandal

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