Irrelevâncias


… perder horas em torno do Ronaldo ser ou não ser Bola de Ouro, como se ela fosse também nossa. Não é, nem sequer uma vitória sobre o Neuer nos compensará da curta trela germânica.

 

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Nova lei para liberalizar profissão de ama

Proposta do Governo que abre a actividade de ama ao mercado livre e que prevê coimas até 3740 euros para quem exerça a actividade sem licença é discutida hoje no Parlamento.

Seguro apresenta queixa contra SMS de Costa

No caso de HGP é ridículo, pois as metas não alteram os conteúdos programáticos existentes.

Siga para bingo.

AlteraMetas

 

Os do costume, incluindo o avante, ainda não estremeceram com o MH17.

 

O ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, defendeu esta quinta-feira a necessidade de apostar no processo de seleção e avaliação dos professores, pretendendo retomar «muito em breve» a Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades (PACC).

«Em Portugal tomámos e estamos a tomar algumas medidas nesse sentido, no que se refere à entrada nos cursos de formação professores, ao que é ensinado nesses cursos e à Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades instituída – e que nós temos de retomar em breve», disse à agência Lusa em Londres.

O ministro falava à margem de uma cimeira de alto nível dedicada ao tema das Reformas na Educação, intitulada «Celebração, Ambição, Inspiração», organizada pelo ministério da Educação britânico e pela Education Foundation, num painel com ministros e dirigentes de Espanha, Holanda, Polónia e China.

«Um tema comum a todos os países que aqui falaram é o reconhecimento de que a qualidade da docência e qualidade da formação inicial dos professores são fatores decisivos para melhoria do sistema de ensino», afirmou no final à agência Lusa.

Eu não me sinto seguro sem um oceano entre mim e os jaimesramos e os joõesjardins.

António Costa defende fim da divisão entre continente e regiões autónomas

É a convicção de Joaquim Azevedo, o coordenador do grupo de trabalho nomeado pelo Governo para aumentar a natalidade em Portugal.

 

que o crato ainda não pagou o endividamento indevidamente recebido.

… ou então anda com demasiado tempo para gastar.

De: DGE (DGE) <dgidc@dge.mec.pt>
Data: 16 de Julho de 2013 às 15:36

Exmo.(a) Senhor(a) Diretor(a) de Agrupamento de Escolas / Escolas não agrupadas
Junto se envia, em formato PDF, o Referencial de Educação Financeira para a Educação Pré-Escolar, o Ensino Básico, o Ensino Secundário e a Educação e Formação de Adultos (versão em língua portuguesa e versão em língua inglesa) elaborado pelo Ministério da Educação e Ciência, através da Direção-Geral da Educação (DGE) e da Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional (ANQEP), em parceria com o Conselho Nacional de Supervisores Financeiros (Banco de Portugal, Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e Instituto de Seguros de Portugal) no quadro do Plano Nacional de Formação Financeira (PNFF).
Destinado aos docentes da educação pré-escolar, do ensino básico e do ensino secundário, o Referencial de Educação Financeira para a Educação Pré-Escolar, o Ensino Básico, o Ensino Secundário e a Educação e Formação de Adultos visa enquadrar a Educação Financeira no âmbito da Educação para a Cidadania e promover a sua operacionalização na escola, de forma ajustada à realidade de cada comunidade educativa e tendo em conta o desenvolvimento de parcerias.
O Referencial de Educação Financeira (REF), constituído como um documento orientador e um instrumento de apoio à prática educativa, foi aprovado por despacho do Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, de 30 de maio de 2013.
Organizado como um todo coerente, o REF obedece a uma estrutura comum, com várias partes, onde se apresenta uma proposta de abordagem específica de Educação Financeira para cada nível de educação, de ensino e de formação — educação pré-escolar, 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, ensino secundário e a educação e formação de adultos.
É constituído por temas globais, integradores de subtemas. Para cada subtema definiram-se objetivos que, por sua vez, são especificados em descritores de desempenho.
Os descritores de desempenho integram um conjunto de conhecimentos, capacidades, atitudes/valores e comportamentos necessários para a concretização do respetivo objetivo.
No quadro do Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, com alteração introduzida pelo Decreto-Lei n.º 91/2013 de 10 de julho, o REF pode ser utilizado em contextos muito diversificados, no seu todo ou em parte:
o             na dimensão transversal da Educação para a Cidadania;
o             no desenvolvimento de projetos e atividades que contribuam para a formação pessoal e social dos alunos;
o             na oferta complementar, nos 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico.
Os educadores, os professores, os formadores ou outros atores que tenham interesse em intervir na área da Educação Financeira, ao desenvolver um recurso de educação, ensino e formação (palestra, seminário, ação de formação, material de apoio, projeto, curso…), devem ter em conta o Referencial de Educação Financeira como sustentáculo para a concretização desse recurso, salvaguardando ainda os Princípios Orientadores das Iniciativas de Formação Financeira, anteriormente divulgado por esta Direção-Geral a todos os Agrupamentos de Escolas / Escolas não Agrupadas.
O Referencial de Educação Financeira para a Educação Pré-Escolar, o Ensino Básico, o Ensino Secundário e a Educação e Formação de Adultos, bem como outra documentação e sítios de apoio a esta área da educação para a cidadania, encontra-se também disponível no site da DGE:
Lisboa, 16 de julho de 2013
O Subdiretor-Geral da Direção-Geral da Educação

Luís Filipe Santos

Anexo (não incluo a versão ingalesa): Referencial de Educacao Financeira_final_versão port

Não praguejes, Marília, não praguejes
a justiceira mão que lança os ferros;
não traz debalde a vingadora espada;
deve punir os erros.

Virtudes de Juiz, virtudes de homem
as mãos se deram e em seu peito moram.
Manda prender ao Réu, austera a boca,
porém seus olhos choram.

Se à inocência denigre a vil calúnia,
que culpa aquele tem, que aplica a pena?
Não é o Julgador, é o processo
e a lei, quem nos condena.

Só no Averno os Juízes não recebem
acusação nem prova de outro humano;
aqui todos confessam suas culpas,
não pode haver engano.

(…)

[Tomás Gonzaga] Lira XXIII

Conheço o Marques Mendes, é pequenino.

Eduquês musculado?

Os ministros da Defesa e da Educação assinam hoje um protocolo para promover a divulgação de matérias relacionadas com segurança e defesa nacional no ensino básico e secundário e a participação das escolas em iniciativas nesta área.

O acordo vai ser assinado pelos ministros José Pedro Aguiar-Branco e Nuno Crato durante a cerimónia de abertura do ano letivo do Instituto da Defesa Nacional.

Entre os objetivos do protocolo estão a promoção “dos valores e das matérias da segurança e da defesa nacional no ensino básico e secundário” através da “educação para a cidadania” e o apoio à “divulgação de oferta formativa, no quadro da formação contínua de professores para docentes do ensino básico e do ensino secundário sobre a defesa e a ação das Forças Armadas enquanto instituição da democracia portuguesa”.

Mas se as Forças Armadas não têm dinheiro para mandar passear um blindado… estão à espera de milícias comunitárias, é isso?

E andamos a perder tempo com isto às 6ªs feiras ao cair da noite…

———- Mensagem reencaminhada ———-
De: “DGIDC” <dgidc@escolas.min-edu.pt>
Data: 19 de Out de 2012 18:16
Assunto: Divulgação do Referencial de Educação Rodoviária para a Educação Pré-Escolar e o Ensino Básico
Para: <todos@escolas.min-edu.pt>

Exmo(a) Senhor(a) Diretor(a)
Junto se envia, em formato PDF, o Referencial de Educação Rodoviária para a Educação Pré- Escolar e o Ensino Básico, elaborado pela Direção-Geral da Educação (DGE), no quadro da Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária (ENSR) para 2008-2015 da responsabilidade da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária. Este documento foi produzido em parceria com as entidades representadas no grupo de trabalho responsável pelas ações previstas no objetivo operacional 1 – Desenvolvimento de uma cultura de educação para a segurança rodoviária – da referida ENSR.
 
Destinado aos docentes da educação pré-escolar e do ensino básico, o Referencial de Educação Rodoviáriapara a Educação Pré- Escolar e o Ensino Básico visa enquadrar a Educação Rodoviária no âmbito da Educação para a Cidadania e promover a sua operacionalização na escola, de forma ajustada à realidade de cada comunidade educativa e tendo em conta o desenvolvimento de parcerias e a participação das famílias. O Referencial de Educação Rodoviária(RER), que se constitui como um documento orientador e um instrumento de apoio à prática educativa, foiaprovado por despacho da Secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário, de 26 de junho de 2012.
 
O RER deve ser entendido como um documento curricular, de natureza flexível, que contempla os conhecimentose as capacidades que os alunos devem dominar no final de cada um dos níveis de educação e ensino. O documento organiza-se em torno de quatro grandes objetivos focalizados no indivíduo, enquanto cidadão, e na sua condição de peão, passageiro e condutor. Estes objetivos operacionalizam-se em cada nível de educação e ensino, tendo em conta as características de cada grupo etário.
 
Trata-se de um documento orientador que, no quadro da revisão da estrutura curricular do ensino básico e secundário, consagrada no Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, visa contribuir para:
– o “reforço do caráter transversal da educação para a cidadania, estabelecendo conteúdos e     
  orientações programáticas” (alínea m) do Artigo 3.º);
– a oferta de “componentes curriculares complementares com carga horária flexível” (Artigo 12.º);
– o desenvolvimento de “projetos e atividades que contribuam para a formação pessoal e social dos alunos, designadamente (…) educação rodoviária (…)” (Artigo 15.º).
Para além da dimensão transversal que caracteriza a Educação para a Cidadania em todos os níveis de educação e ensino, esta constitui, no 1.º ciclo do ensino básico, uma área não disciplinar de oferta obrigatória, podendo organizar-se, nos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, como componente curricular complementar, de acordo com os critérios de cada escola.
A Educação Rodoviária, uma das áreas e dimensões da Educação para a Cidadania, pode, assim, ser alvo de abordagem curricular através de diferentes formas, sem prejuízo do desenvolvimento de projetos e atividades de iniciativa das escolas ou do envolvimento em ações da comunidade e entidades que intervêm neste âmbito. Em qualquer uma das situações, devem privilegiar-se abordagens diversificadas que se concretizem numa vivência diária e numa prática sistemática, transversal às atividades proporcionadas pela escola.
O Referencial de Educação Rodoviária para a Educação Pré-escolar e o Ensino Básico encontra-se disponível no site da DGE:
Brevemente será também disponibilizada a indicação sobre material informativo e outros recursos educativos de apoio aos docentes.
O presente documento destina-se à educação pré-escolar e ensino básico, como se referiu, prevendo-se, numa segunda fase, a elaboração do Referencial de Educação Rodoviária para o Ensino Secundário.
 DGE, 2012.10.19
O Diretor-Geral da DGE
Fernando Egídio Reis
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Anexo: EDU_ROD_.

quando não fazem greve.

As greves na Transtejo e Soflusa para as horas de ponta nos dias 10, 11 e 12 de Outubro foram ontem canceladas […]

Debater o estado da Nação no Parlamento onde estão aqueles que ajudaram a fazê-lo assim ou, se não o fizeram, deixaram fazer, nem que fosse por omissão ou oposição por requerimento?

Há denúncias e denúncias. Umas fazem sentido, outras não.Umas trazem fundamentos, outras perdem-se em si mesmas.

Num tempo em que tanto se elogiam as redes sociais como forma de debate instantâneo e de de mobilização em rede para certas causas (lembram-se dos rasgados elogios ao twitter e facebook quanto à primavera árabe?) é ridículo andar no facebook a denunciar que os deputados estejam, no parlamento, a usar o dito cujo, sem que se verifique exactamente o que estavam a fazer.

Acredito que alguns usem as redes sociais de forma menos apropriada ao lugar. Mas… e se em alguns casos estiverem mesmo online a debater, em tempo real, o tema em discussão no plenário com os seus contactos?

Não seria interessante num debate sobre um tema polémico – a regionalização, a ivg, o casamento de pessoas do mesmo sexo, o federalismo europeu – que os deputados da Nação estivessem mesmo a recolher contributos da dita Nação?

Utópico? Ingénuo? Quiçá, mas não seria melhor confirmar antes de atirar a matar?

“O PS não é um partido de protesto”

Seguro quer o partido a apoiar propostas do Governo, PCP e BE se responderem a problemas do país. Num almoço convívio na Lousã, o líder disse aspirar a ser primeiro-ministro de Portugal, mas por “mérito próprio”.

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