Inveja


IMG_7831

 

… e o dragão dócil e  submissamente ajoelhou perante…

 

Uns picam, outros não…

 

ppat

Aqui e aqui.

CGD financiou indevidamente um director acusado de vigilância ilícita

O director do Gabinete de Prevenção e Segurança (GPS) da CGD, Nuno Bento, recebeu, em 2011, um financiamento do banco de 800 mil euros, quando o Acordo de Empresa estabelece o limite máximo de 210.409,8 euros, sendo que metade do crédito dado foi a custo zero (sem spread).
.
Penso que seja este o senhor que eu invejo. Parece que é responsável por evitar que o banco seja roubado. Estou mais descansado.

Tribunal obriga à reposição das pensões de juízes com juros

Caixa Geral de Aposentações obrigada a interromper os cortes de pensões a juízes jubilados

Parece que alguns desocupados encontraram ocupação.

Obrigado, pá!

O entusiasmado, liberal e defensor de um Estado Magro, ministro Miguel Relvas contratou um motorista por ajuste directo, por 73.4446 euros por 30 meses de trabalho.

Isto dá qualquer coisa como 2448 euros por mês.

Para ter a carta de condução basta ter o 9º ano.

Em contrapartida, tem enaltecido as virtudes da emigração para profissionais qualificados nas áreas da Educação, Saúde, Tecnologias da Informação e etc.

Considera o senhor Presidente que, no âmbito das suas funções de aconselhamento que designa e auto-elogia como discretas, do seu magistério de influência como primeira  figura da República, até em coerência com o que foi afirmando sobre a necessidade de distribuir os sacrifícios e a austeridade de forma justa, não será tempo de ter uma palavrinha com alguém no sentido do ministro Relvas (o Universalista Tropicalista) ser um pouco mais contido na forma como utiliza os dinheiros do Estado?

Eu sei que sou corporativo mas, no caso dos professores, até ao actual 7º escalão ninguém (mesmo se tiver doutoramento e todas as demais especializações possíveis) ganha mais do que este senhor motorista. Apesar de todo o respeito que me deve a função de motorista de um nóvel e entusiasmado senhor ministro, os professores têm a seu cargo dezenas de crianças e jovens todos os dias, mesmo centenas ao longo de uma semana.

Entretanto, este senhor motorista (pelo qual já nutro um certo ciúme socioprofissional e financeiro) ganha em bruto mais 300 euros do que eu, que dou aulas desde os tempos em que o primeiro-ministro não sabia sequer se iria conseguir fazer um curso superior.

Eu sei que sou corporativo, senhor Presidente, mas a verdade é que partilho da sua angústia quanto ao facto de não saber quando as minhas receitas (estando no activo e sem horizonte de aposentação) deixarão de dar para as despesas.

E, nesse sentido, fico com certo ciúme de não me ter tornado motorista de ligeiros, com gosto por aturar, com um sorriso cúmplice, platitudes de engomadinhos de fresco. Eu sei que não é uma qualidade cristã esta da inveja mas, mesmo que isso o choque, sou obrigado a confessar que não acredito na existência de um Ser Supremo, nem sequer a Razão, o que também sempre me impediu de, em consciência aderir à Maçonaria, outra via rápida para conseguir colocação bem remunerada no Estado ou contrato por ajuste directo, no caso de ter escritório.

Por tudo isto, senhor Presidente, desculpe-me lá se lhe peço por esta via para relembrar ao ministro Relvas que, em campanha eleitoral e mesmo quando sonha no leito consigo mesmo enquanto grande estadista, ele é um homem Liberal, defensor da Ética na Política e do Estado Magro, sem Gorduras ao volante.

Muit’agradecido pela atenção (não) dispensada.

Diário da República, 2.ª série — N.º 217 — 11 de Novembro de 2011

Gabinete do Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Despacho n.º 15296/2011

Nos termos e ao abrigo do artigo 11.º do Decreto -Lei n.º 262/88, de 23 de Julho, nomeio o mestre João Pedro Martins Santos, do Centro de Estudos Fiscais, para exercer funções de assessoria no meu Gabinete, em regime de comissão de serviço, através do acordo de cedência de interesse público, auferindo como remuneração mensal, pelo serviço de origem, a que lhe é devida em razão da categoria que detém, acrescida de dois mil euros por mês, diferença essa a suportar pelo orçamento do meu Gabinete, com direito à percepção dos subsídios de férias e de Natal.
O presente despacho produz efeitos a partir de 1 de Setembro de 2011.
9 de Setembro de 2011. — O Secretário de Estado dos Assuntos
Fiscais,

Paulo de Faria Lince Núncio.

A percepção continua a ser agradabilíssima…

Diário da República, 2.ª série — N.º 219— 15 de Novembro de 2011

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

Gabinete da Secretária de Estado do Tesouro e das Finanças
Despacho n.º 15451/2011

1 — Nos termos do disposto nos n.os 3 e 4 do artigo 2.º do Decreto–Lei n.º 262/88, de 23 de Julho, nomeio o licenciado António Hilário Tinoco de Almeida e Costa Vaz, técnico especialista da Rede Ferroviária Nacional — REFER, E. P. E., colaborador para realizar estudos no âmbito da sua especialidade.

2 — O nomeado é equiparado para efeitos de vencimento ao cargo de adjunto com despesas de representação, acrescido de 45 % deste montante, com percepção dos subsídios de férias, de Natal e de refeição.

3 — A nomeação produz efeitos a 1 de Novembro de 2011 e manter-se-á em vigor até à cessação das minhas actuais funções, podendo ser revogado a todo o tempo.

2 de Novembro de 2011. — A Secretária de Estado do Tesouro e das Finanças,
Maria Luís Casanova Morgado Dias de Albuquerque.

Do que eu gosto mais é percepção.

Era logo anti-pedagógico e anti-democrático, não se sabe se respectivamente.

E o Seguro, o tal que  nunca piou com o zé das socas, e ainda hoje desdiz o holocausto, até pulava!…

Três ministérios em 16 não revelaram ainda os resultados da avaliação de desempenho relativa a 2009.

os ministérios da Defesa, do Trabalho e do Ensino Superior não entregaram ainda a avaliação referente ao[s] organismos que tutelam 

Não há problema, diz que o “Excelente” está guardado…

Crise Ornamental

Carta abierta a los maestros de Rodríguez Zapatero en El País

Hoy celebramos el Día Mundial de los Docentes, instituido por Unesco hace 15 años para rendir homenaje al profesorado y al papel esencial que desempeña para una educación de calidad. Es un día para compartir logros y, también, para aceptar la responsabilidad de solventar, entre todos, carencias.

Maestros y maestras, profesoras y profesores españoles:

Nuestro país ha cambiado tanto en las últimas décadas que quizás algunos hayan olvidado que en los años 70 del siglo XX, España tenía, aún, personas analfabetas, que el acceso a la Educación no era universal, y que el nacimiento en uno u otro lugar podía ser tan determinante como la familia a la hora de planificar una existencia.

Porque los sueños solían ser, para tristeza de muchos, del tamaño de sus precarias posibilidades.

Hemos avanzado mucho. Hoy nuestro sistema educativo se abre a toda la población y, fruto de este progreso, de este gran éxito colectivo, contamos con las generaciones mejor preparadas de la historia de España. Me habréis oído repetirlo, porque creo que es necesario valorar y reconocer el camino realizado para ser plenamente conscientes del que todavía queda por recorrer.

Pero nuestros logros educativos tendrán la dimensión que seamos capaces de trazar juntos y, por ello, creo firmemente que ha llegado el momento para un Pacto Educativo. Mi propósito es impulsar un acuerdo social y político que mire el futuro con ambición, con la ambición de un país que aspira a la excelencia y sabe que tiene en la educación la palanca principal para alcanzarla, un país que quiere que cada persona pueda llegar tan lejos en su formación como le lleven en su voluntad y su esfuerzo, sin otras limitaciones.

Para alcanzar ese nuevo horizonte educativo, cada Administración tendrá que asumir plenamente la responsabilidad que constitucionalmente le corresponde, cumplir con eficacia su papel. Desde 2004 el Gobierno de España ha doblado el presupuesto educativo, pero soy muy consciente de que para llegar más lejos, como es nuestro propósito, Comunidades Autónomas y Administración General del Estado debemos aumentar la inversión. Y no sólo la financiación es importante, también será necesario que toda la sociedad propicie el mejor de los entornos, para que vuestra tarea docente y el aprendizaje de los alumnos se desarrollen en las mejores condiciones y con la mayor calidad.

Nunca España había tenido tanto potencial de futuro y nunca antes nuestro porvenir había dependido tanto de la educación, del conocimiento, de nuestra capacidad creadora e innovadora, que son la base del bienestar y de un nuevo modelo de crecimiento económico.

Sin vosotros, maestros y maestras, profesoras y profesores, sin el esfuerzo que día a día entregáis y enseñáis a la sociedad española, no habríamos podido llegar hasta aquí. Y no podemos construir un mejor futuro sin vosotros.

Por eso seguiré poniendo todo mi empeño en demostrar que la grandeza de un país debe medirse por el prestigio que se concede a sus maestros.

Sólo me queda daros las gracias.

Aumenta o desemprego qualificado entre os portugueses. Há que dar-lhe uma Nova Oportunidade, porque não mesmo um portátil? Afinal ele sempre foi professor no sistema de ensino público português e logo na minha freguesia de criação! Há que ser solidário com os desafortunados. Se mesmo o special one é despedido o que nos pode esperar a nós?