Insubordinações


No Parlamento, o ministro da Educação Nuno Crato foi interrompido, esta tarde, pelo protesto de um grupo de professores.


Por uma Gestão Escolar Democrática. Parte 1

Porque é anti-dogma.

Apesar de efémero, é-o.

Porque nunca será pelo que se espera: que é nada.

Porque é tal como vem no DN de hoje, apesar da imprecisão do nome e sem ligação. Gosto mais de José, quem sabe se pela túnica tónica habitual que não uso aqui.

Porque os representantes dos trabalhadores são (re)conhecidos.

Porque só agora se lembraram de dignidades e outros valores acabados em ades. Agora em Hades, o rico,  espelhados em “ordenades” que continuam a pagar filosofeirices, culpam desculpando.

Uns “indignades”. Nem todos terão aplaudido – mas calaram e permitiram.

Porque estive a ler o spam. Tanto ódio.

Porque parece que vai haver idiotas piquetes formados de braços no ar. Vários.

Mandem-me alguns – que eu digo-lhes como é que voto, se serei colectivo ou Eu.

Porque calha a uma quinta-feira. Porque, como não tenho componente lectiva à sexta, vulgo “folga”, o fim-de-semana seria maior e… trabalhar nos Jardins de Pedra faz calos.

Porque recuso estar na mesma fila dos que, apesar de terem assinado o seu nome em contrário, e que agora berram de novo, se atropelaram uns aos outros na troca deste por coisas OI.

Porque não acredito (menos creio) em sindicatos.

Porque andaram mal para o seu bem d’agenda d’outros.

Porque me apetece. A sério. Porque já estou farto dos copinhos de leite serem apenas isso. E porque é uma 5ª feira. Desenvolverei.

Porque não tenho a ganhar, antes a perder.

Alguns, pouco mais do que poucos, se recordarão de eu ter apelado à greve na vigência explicitamente doirada do Zé de Armani e Socas, greve de, no mínimo, um mês.

Que não pode ser uma barbaridade dessas, lá está o Fafe a exagerar como costuma, fica caro, não há folga para suportar um mês sem vencimento, berraram imediatamente os ofendidos. Um mês! Tomem agora a folga de dois por ano, admirável legado de Socas, Inc.

Sobrevive o proveito desse vencimento ser menor.

Em primeiro, porque não me apetece.

Rage against the machine

People are right to be angry. But it is also right to be worried about where populism could take politics

– quanto a mim – não é interessante por ser heliocêntrico, mais heliostático.

Ou seja, pelo que tirou. Assim…

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