Insolação?


É mais do que certo que as gravações das declarações bem claras do shôr ministro da coisa, mais do secretário Monteiro existem e permitem confirmar que foram feitas de peito feito, muita arrogância, escasso pudor político ou ético e imensa falta de sentido de Estado, vergonha na cara e tudo o que se possa dizer de mau destes dois arremedos de “governantes” que só servem para denegrir a função.

Foram bem claras… a clarificação foi mandá-los calar.

Sobre as declarações do ministro da Economia, António Pires de Lima, o primeiro-ministro afirmou: «O senhor ministro fez uma referência ontem [quinta-feira] que foi interpretada dessa maneira e ele próprio pediu-me para neste debate deixar muito claro que não há nenhuma discriminação».

«Nós assegurámos que qualquer que fosse o comprador da TAP não deixasse de respeitar os convénios, os acordos de empresa em vigor e que estão em vigor até à publicação do caderno de encargos», afirmou Passos.

Decreto-Lei n.º 134/2014. D.R. n.º 172, Série I de 2014-09-08, do Ministério das Finanças
Procede à segunda alteração ao Decreto-Lei n.º 18/2010, de 19 de março, no sentido de permitir a instituição de programas específicos de estágios adaptados às condições especiais de determinados órgãos e serviços na prossecução das respetivas missões e atividades.

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«Portugueses consomem medicamentos a mais»

Ministro da Saúde reagiu assim à crítica sobre falta de medicamentos nas farmácias. E anunciou novo serviço da linha Saúde 24.

Isto é uma governança muito moderna.

Se descontaste em tempos de fartura mas te vieres a aposentar em tempos de crise, estás lixado. Ou seja, se os americanos decidirem fazer uma invasão qualquer e a economia mundial entrar em recessão, a tua pensão é que se lixa.

Isto é mesmo muito à frente.

Porque não fazer uma lotaria?

O que quer dizer isso exactamente?

E agora tornaram-se defensores da Constituição?

Não percebem a contradição entre defender o valor absoluto do Direito Natural e ao mesmo tempo o juspositivismo ou Direito Positivo de uma Constituição específica e com uma contextualização histórica (que, por acaso, muito têm criticado)?

Em entrevista à Agência ECCLESIA, Jorge Cotovio frisa que o que está em causa é o “direito natural”, também “consagrado na constituição”, dos pais “educarem os seus filhos da forma que entenderem”, de “escolherem a escola que mais se adapte às suas convicções de pensamento”, às suas crenças “religiosas”.

E depois há a parte divertida da coisa, que é considerar que a Educação de base confessional dos tempos pré-absolutistas é que seria o motor do desenvolvimento do país… 🙂

Confrontado com a questão da liberdade de escolha da escola poder ser entendida apenas como uma forma das escolas privadas obterem mais financiamento, em tempo de crise, o secretário-geral da APEC considera que essa é a posição defendida pelos setores da sociedade a quem “não interessa de forma alguma que a educação saia do perímetro do Estado”.

“Há uma campanha estratégica para denegrir o ensino privado, desde o Marquês de Pombal, há 250 anos, que sucede esta pressão do Estado para controlar toda a educação, porque sabe que ela é a base do desenvolvimento do país”, aponta Jorge Cotovio, reforçando que “a questão de base é a liberdade de escolha”.

António Barreto desconhece cláusulas secretas das PPP mas admite ter criado convicção de que existem

Ele disse que sabia. Que sabia delas há anos. E agora…

Livro para adultos recomendado a crianças do 2.º ano

O que interessa é amontoar referências e, no caso das editoras, vender e colocar a chancela do PNL…

Encontrei (graças a mão amiga) esta entrevista nos anexos de uma tese de doutoramento muito recente em Ciências da Educação. A tese é de um amigo, colega de curso de História e excelente investigador.

A culpa do que se segue não é, obviamente, dele que se limitou a transcrever o que lhe foi dito, quando interrogada sobre o processo de avaliação externa da sua escola.

Eu sei que é discurso oral, mas……………..

Entrevistada: – Não. Isto era, era o que eu. Ora nós crescemos. Eu de facto não queria transformar a escola numa empresa. Eu gostava, fui amadurecendo. Eu queria um espírito de uma experiência que já tem havido em Portugal que é com as pessoas. Eu já tinha lido uns livros e uma experiência tinha lido e “o amigo crítico” e gostei do modelo de a escola de Serena. Não sei se conhece este livro. Este livro em português foi traduzido era a Escola de Serena e que foi beber a uma experiência em que Portugal também participou e que agora não me lembro agora o nome e pronto. Eu achava que tínhamos que ser nós. Mas temos que saber o que queremos avaliar e o como se avalia. E temos que estudar, isto é os professores têm que aprofundar, têm que crescer nas dinâmicas da escola. Uma das dinâmicas tem que ser esta. Porque efectivamente é uma das formas dos processos melhorarem, e umas das formas de se ultrapassarem as dificuldades. É perceber o que queremos, como vou avaliar este e este aspecto, porque isto também nos dá o feed – back o que corre mal e o que corre bem. Como é que eu posso eventualmente melhorar e enquanto tempo.
Então lá fomos nós para esta avaliação da escola que é uma avaliação externa, não sendo bem, uma auto – avaliação mas como implicava mecanismos eu considerei que “podemos aprender”. A minha perspectiva foi “vamos aprender”mesmo que não dê em grande coisa vamos aprender. É aqui que nos temos dificuldade: que é implementar uma coisa. E ainda temos. Já conseguimos implementar alguma coisa, mas ainda temos.
Resposta disto, gostei, não gostei? Eu sinceramente acho a equipa, o Dr. Pedro qualquer coisa, que agora não me lembro do nome. Achei, sei lá, não o conheço de lado nenhum, nem conheço o curriculum, mas a maneira como decorrem as reuniões. É uma pessoa aberta e uma pessoas que estava, francamente, para ajudar.

Fazer passar (ao que parece…) Instambul por Lisboa. Só quem nunca passou pela Avenida de Berna pode achar que…

Interrogo-me se esta ânsia não acaba por ter os efeitos contrários aos desejados. Qual a intenção? Foi muita gente, imensa gente… há imensas fotos reais, porquê a mistificação? Ainda para mais preguiçosa, pois desde aos separadores à colina lá ao fundo, passando pelo traçado da via, se percebe ser outro local?

Como não sou amigo não posso ir lá e comentar… e 200 partilhas demonstram quantos andaram ao engano… certamente outros tantos que lá não estiveram e por lá nunca passaram. Ou pior.

Diz que não eram marcianos.

… acerca do jogo da selecção, mas parece ser certo que o avançado vai ser o Hugo Almeida o que torna o nosso ataque uma improbabilidade às três tabelas.

Em vez disso, é melhor fazer uma sondagem sobre um tema que me entusiasma ainda menos do que a regionalização.

É uma notícia real, do Correio Alentejo:

GOVERNO COLOCA NADADORA SALVADORA DE 65 ANOS – SÓ NÃO SABE É NADAR!

O Estado pretendia colocar uma funcionária de 65 anos que está actualmente no quadro de mobilidade especial depois de ter sido dispensada dos serviços do Ministério da Agricultura em Aljustrel a desempenhar funções a 20 quilómetros de casa, como nadadora-salvadora nas piscinas municipais de Castro Verde. Uma situação que Maria da Conceição Sargaço classifica de brincadeira de “mau gosto”, pois… nem nadar sabe!
   “Só podia ser uma brincadeira. E de mau gosto! Na minha idade não ia ser nadadora-salvadora. Só tenho a quarta classe, não tenho formação e nem sei nadar. Ainda nos afogávamos aos dois. Tudo isto teria muita graça se não estivessem a brincar com a minha dignidade”, diz ao “CA”.
   Maria da Conceição Sargaço está no quadro de mobilidade do Ministério da Agricultura desde 2007, depois de 28 anos a trabalhar como auxiliar de manutenção no pólo de Aljustrel da Direcção Regional de Agricultura e Pescas de Aljustrel, onde fazia limpezas e jardinagem.

Líder da JSD diz que combate ao desemprego é “questão de fé”

 

Deve haver liberdade religiosa mesmo quando a resolução do dogma, isto é, do combate ao desemprego, assenta “em três eixos fundamentais”, o primeiro dos quais é “a criação de emprego”. Estou convertido! E o moço vai longe, talvez emigre com a carroçaria sobre os eixos – mal acabe o estágio em deputado.

Augusto Santos Silva. “Eu até antes queria que fosse líder do PS o António Costa”

Seria seguro? Qual a diferença entre ador(n)ar para bombordo ou para estibordo?

[o ASS só queria aparecer]

Governo apresenta programa de empreendedorismo em Dezembro

O Governo vai apresentar, no início de Dezembro, um “programa nacional para empreendedorismo e inovação”.

O anúncio foi feito hoje pelo secretário de Estado do Empreendedorismo, Carlos Oliveira.

“É um programa chapéu construído em particular com a ajuda na sociedade civil e um programa que de facto defende uma integração das iniciativas, que aposta não nas infra-estruturas mas na ampliação das competências”, disse, na sua intervenção no XXI Congresso da APDC.

  • Primeiros: não sabia que havia um tipo com cargo para isto.
  • Segundos: o que é que o rapaz leu ao pequeno-almoço?
  • Terceiros: e não se pode extingui-lo?
  • Quartos: Não se podendo extingui-lo pode alterar-se o nome da secretaria para secretaria de Estado para os Beto-Nerds?
  • Quintos: Chapéus há muitos, seu palerma!

Não consigo colocar a coisa em outros termos:

Adesão à greve? Sindicatos falam de 90%, Governo de 4%

Para comentar ficções, prefiro as da literatura assumida.

… já não sei se não faz um ligeiro sentido trocar isto pela manutenção dos subsídios, que é o que não surge na notícia. Manter os 14 meses de salário em troca do pagamento destas despesas.

A verdade é que agora toda a gente tem ideias… mesmo as que são completa e absolutamente inconstitucionais. Mas a Constituição já é um luxo nos tempos que correm…

Ferreira Leite: saúde e educação pagas por quem pode

(…)

Manuela Ferreira Leite não acredita que quando se fala em medidas temporárias «seja por dois ou três anos; devem ser muitos mais anos». Mas a austeridade «deve ser acompanhada com reformas» na estrutura do sector público e quem pode pagar por saúde e educação devia ser obrigado a fazê-lo, nem que seja durante dois ou três anos.

A ex-ministra das Finanças admite mesmo que as medidas de austeridade aumentem o risco de espiral recessiva.

A despesa que decorre dos serviços, «da má gestão», as chamadas «gorduras» – «essas não precisamos de estar em crise para as cortar». Está em causa um «problema moral, ético, de dinheiros públicos que não devem ser desperdiçados».

Alberto João Jardim e Mário Nogueira na inauguração da sede do SPM, integrante da FENPROF.

E ainda há quem me critique os jantares…

AJJ apareceu sem convite? A inauguração não poderia ter sido feita fora do período da campanha eleitoral?

Os representantes do PND (cerca dos 2’00 e 2’35”) têm a sua razão…

Lamentável, diria eu.