Insane In The Brain


Vê lá isto.

Penso que fala por si.

No entanto, o contexto é o seguinte: instado pelo diretor da escola secundária das Taipas, Guimarães, a fazer reuniões de avaliação mesmo sem vários dos seus membros, o DT exigiu um declaração escrita do diretor, que colocou na ata, que te envio em anexo.

Para cúmulo e desplante, o dito cujo esteve presente, ante o espanto geral, na reunião plenária de professores, organizada pela plataforma sindical, em Braga, no passado dia 20, depois de ter boicotado ilegalmente a greve às avaliações da sua escola.

Uma vergonha, claro, que seria bom que fosse conhecida

Abraços,

(…)

Taipas

A portaria citada pode ser lida aqui.

hh

Não confundir com as babies, essas alcalóides…

II SÉRIE

Sexta-feira, 26 de outubro de 2012 Número 208

Despacho n.º 13981/2012:

Estabelece os parâmetros nacionais para a avaliação externa da dimensão científica e pedagógica a realizar no âmbito da avaliação do desempenho docente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35375

Despacho normativo n.º 24/2012:

Regulamenta o processo de constituição e funcionamento da bolsa de avaliadores externos, com vista à avaliação externa da dimensão científica e pedagógica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35376

A partir da p. 17 deste pdf: DR2S208A2.

 

(c) Calimero Sousa

CGD financiou indevidamente um director acusado de vigilância ilícita

O director do Gabinete de Prevenção e Segurança (GPS) da CGD, Nuno Bento, recebeu, em 2011, um financiamento do banco de 800 mil euros, quando o Acordo de Empresa estabelece o limite máximo de 210.409,8 euros, sendo que metade do crédito dado foi a custo zero (sem spread).
.
Penso que seja este o senhor que eu invejo. Parece que é responsável por evitar que o banco seja roubado. Estou mais descansado.

Boa noite, Paulo.

Anexo dois documentos: a aplicação na minha escola da decisão conjunta dos directores de Gaia e o documento com a mesma decisão.

Constatámos, da pior maneira, que os tempos de apoio aos alunos, que poderiam estar na componente lectiva dos professores, foram sabiamente ignorados, talvez distribuídos com a parcimónia de quem há muito não vê uma sala  de aula nem corrige um trabalho ou um teste.

Na prática, temos todos mais dois tempos semanais.

Curiosa também esta nova associação de directores, em que participam alguns proeminentes chefes de associações nacionais.

Talvez comecem a sentir que o poder tem pés de barro.

Um abraço

(…)

Anexos: Gaia Reunião Diretores e Gaia OAL dist serv docente.

Se tivesse de escolher um artigo favorito do novo Estatuto do Aluno e Ética Escolar, o artigo 21º estaria certamente no top 3.

Não apenas pela extensão e muito deficiente formulação, mas muito em especial pelo delicioso efeito de cascata que se encontra nos seus quatro primeiros e antológicos parágrafos/números…

O nº 1 dá-se ao requinte de remeter para o número anterior, um hipotético mas inexistente nº 0. Pode pensar-se que remete para o último nº (o 11) do artigo 20º, mas nada nos garante que assim seja, até porque esse eventual número anterior remete, por sua vez, para os nºs 3 e 9 dess’outro artigo, o 20º.

Já o nº 2 remete para o nº 1 (o tal que remete para um indeterminado anterior), enquanto o nº 3 remete para o nº 2 e o nº 4 remete, primeiro, para os nºs 1 e 2 e, logo a seguir, para o nº 3.

Claro que tudo isto poderia ter sido escrito de forma clara, enunciando de forma explícita do que se trata, mas depois como é que os DT, os coordenadores de DT, os Conselhos Pedagógicos e, quiçá, as Direcções, ocupariam parte do seu tempo em leituras e debates, antes de pedirem à respectiva DRE (ou a alguém especializado em Artes Divinatórias e Obscuras Do Juridiquês Educativo na estrutura do MEC) o esclarecimento com a interpretação verdadeira e legítima do linguajado exposto?

 

O secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar assegurou hoje, no Fórum da Federação Nacional de Educação, em Lisboa, que todos os documentos e propostas para melhorar o setor serão “postos à discussão sem qualquer preconceito” pelo Governo.

João Casanova de Almeida falava na sessão de encerramento do fórum da federação (FNE), que contou ainda com intervenções do secretário-geral da União Geral de Trabalhadores (UGT), João Proença, e do secretário-geral da FNE, João Dias da Silva.

Vademecum.

Representantes da comunidade educativa unidos contra Crato

(…)

“De hora a hora a hora um funcionário aparecia para chamar ora os representantes dos directores, ora os dos pais, ora os dos professores – e todos responderam o mesmo, que tinham pedido uma reunião em conjunto e que apenas subiriam se fossem recebidos em conjunto”, relatou Manuel Pereira, dirigente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE). Ao PÚBLICO, escusou-se a classificar a atitude de Nuno Crato, dizendo que “as atitudes ficam com quem as pratica”. Mas lamentou que o ministro “tenha perdido uma oportunidade única de perceber as preocupações que são transversais a toda a comunidade educativa”.

Albino Almeida, dirigente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap) disse que “a atitude do ministro foi a negação das suas próprias palavras”. “Não percebo como é que alguém que defende um grande acordo social na Educação desperdiça esta oportunidade”, afirmou. O dirigente da Fenprof, Mário Nogueira, considerou, em declarações à Lusa, que “de um ministério que é da Educação” se exige “mais respeito pelos parceiros”.

Absolvição total de Fátima Felgueiras confirmada

Decisão tomada pelo Tribunal da Relação de Guimarães

Estado assume dívida de Aprígio Santos

Estado assume activos tóxicos de 130 milhões de euros de presidente da Naval 1º Maio.

Será por causa disto?

Mobilidade vai gerar perseguições políticas nas autarquias, acusa sindicato

Vai ser uma chatice decidir que facção afastar: os tachos, as panelas ou as caçarolas?

… ao ouvir de viva voz que se aplica numa escola pública portuguesa (solicitando-se aos EE dos alunos com dificuldades que comprem as lampadinhas mais pequenas) este tipo de (???) técnica (???):

A CONJUGAÇÃO FOSFÉNICA EM PEDAGOGIA
Desenvolvimento da memória, da inteligência, da criatividade e da intuição pela mistura dos pensamentos com os fosfenos.
A Conjugação Fosfénica consiste em misturar um pensamento com o fosfeno. Este canaliza a atenção para o pensamento escolhido; esta melhoria da atenção persiste entre as sessões. Além disso, entre o pensamento e o fosfeno produz-se uma liberação de energia que aumenta a quantidade das associações de ideias, por conseguinte da inteligência, suscitando a curiosidade intelectual e o espírito de iniciativa.
A CONJUGAÇÃO FOSFÉNICA TRANSFORMA A ENERGIA LUMINOSA EM ENERGIA MENTAL.
A ação da Conjugação Fosfénica sobre o sono é notável. Muitas insónias foram curadas com este método. Os sonhos tornam-se mais coloridos e mais conscientes. As pessoas idosas adquirem uma juventude cerebral considerável.

É uma notícia real, do Correio Alentejo:

GOVERNO COLOCA NADADORA SALVADORA DE 65 ANOS – SÓ NÃO SABE É NADAR!

O Estado pretendia colocar uma funcionária de 65 anos que está actualmente no quadro de mobilidade especial depois de ter sido dispensada dos serviços do Ministério da Agricultura em Aljustrel a desempenhar funções a 20 quilómetros de casa, como nadadora-salvadora nas piscinas municipais de Castro Verde. Uma situação que Maria da Conceição Sargaço classifica de brincadeira de “mau gosto”, pois… nem nadar sabe!
   “Só podia ser uma brincadeira. E de mau gosto! Na minha idade não ia ser nadadora-salvadora. Só tenho a quarta classe, não tenho formação e nem sei nadar. Ainda nos afogávamos aos dois. Tudo isto teria muita graça se não estivessem a brincar com a minha dignidade”, diz ao “CA”.
   Maria da Conceição Sargaço está no quadro de mobilidade do Ministério da Agricultura desde 2007, depois de 28 anos a trabalhar como auxiliar de manutenção no pólo de Aljustrel da Direcção Regional de Agricultura e Pescas de Aljustrel, onde fazia limpezas e jardinagem.

Desde ontem que evito comentar as afirmações do PM, para não me sair palavrão. Se assim é,porque tem PPC recompensado parte da clique política que nos conduziu até aqui? Será que, como outros, Passos Coelho considera que a arraia miúda é que concedeu crédito a si mesma, que especulou com o imobiliário durante mais de uma década, que tentou transformar muitas zonas do país num subúrbio contínuo, cortado por estradas que encheram os bolsos de certas elites que continuam a mamar no Estado, enquanto se apresentam os funcionários públicos, desempregados e pensionistas como os grandes beneficiários do dito Estado?

Passos Coelho: “Já estamos pobres. Alguns é que não deram conta disso”

Quem não deu conta disso, que já estávamos pobres e era preciso fazer equilíbrios que nenhum Catroga , Nogueira Leite, Cardona ou Braga de Macedo alguma vez fez é quem sempre beneficiou do Estado gordo, que não precisou de andar a contar os tostões a partir de meio do mês, a saber como esticar o orçamento para a alimentação dos filhos ou como poupar nas deslocações para um trabalho precário.

As pessoas que não podem usar carro por causa do preço dos combustíveis, mas a quem aumentam os preços dos transportes públicos e têm de pagar um passe que pode chegar a 20% do salário.

Que não deu conta que estamos pobres, são os jovenzinhos dos grupelhos de apoio ao ministro Relvas, em trânsito animado entre tertúlias pseudo-liberais que leram o Hayek e o Van Mises e peroram sobre o Estado Obeso e os lugarzinhos de profes na Católica que lhes caíram no regaço tantas vezes na base das redes clientelares e amiguistas, seja de uma obra ou de outra.

E quem fala nestes, também fala nos seus reflexos no espelho, a esquerda-caviar que, em devido tempo, se abarrotou de subsídios do Estado para investigações sobre a pobreza, a ditadura, a injustiça, etc. Cujas tertúlias, outrora acantonadas à Voz do operário, se espelharam por diversas universidade públicas numa rede tentacular paralela à outra.

Não é preciso ser pobre para se falar na pobreza.

Mas convém existir um mínimo de decoro quando se goza com a miséria alheia.

Querem quadros dos mais negro neo-realismo, revisitado no século XXI? Para depois dizerem que se está a perder a perspectiva com casos dramáticos individuais e a não ver o grande cenário?

Tenham um pouco de decoro. Façam alguma coisa e falem o mínimo. Deixem de exibir-se e pavonear-se como donos de um país que já viu gente assim durante a decadência oitocentista. Leiam o Glória do Vasco Pulido Valente e percebam que se estão a ver ao espelho.

 

Estado prevê entregar 600 milhões ao BPN dentro de duas semanas

(…)

Este valor fica acima da última estimativa feita pelas autoridades, no final do ano passado, de 500 milhões de euros. A informação foi avançada ao Bloco de Esquerda, no seguimento de um pedido de informações feito na quarta-feira passada, pelo deputado Pedro Filipe Soares.

Madeira beneficia de mais dois anos para pagar empréstimo de 1,5 mil milhões

O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, confirmou hoje ter recebido a “boa notícia” que o prazo para o pagamento do empréstimo à Região foi alargado de 19 para 21 anos.

“Hoje houve uma boa notícia: o que era para se pagar em 19 anos já passou para ser pago em 21 anos”, disse Jardim aos jornalistas, à margem das celebrações de D. João Bosco, na escola Salesiana de Artes e Ofícios do Funchal

Autarquias querem plano de assistência financeira como teve a Madeira

Dívidas de curto prazo dos 38 municípios em pior situação financeira atingem 450 milhões de euros, com Portimão à cabeça

As autarquias estão perto de atingir uma situação de ruptura e não querem ser o “parente pobre” da Administração Pública. Por isso, exigem que o Governo avance com um plano de financiamento, tal como o que acabou de acordar com a Madeira. “Queremos que o que estão a fazer ao Estado e às regiões se aplique aos municípios”, revelou ontem Rui Solheiro, vice-presidente da Associação Nacional de Municípios. O Governo está a estudar um mecanismo para financiar as autarquias, mas o tempo escasseia. “Estudem as outras vias, mas é urgente um programa financeiro de apoio aos municípios”, alertou Solheiro.

Cogumelos alucinógenos podem tratar depressão

Verdade se diga que a malta a tripar nem percebe se está deprimida.

A partir de agora, os eurodeputados estão proibidos de aceitar subornos ou presentes no valor superior a 150 euros.

Esta quinta-feira, o Parlamento Europeu aprovou por unanimidade o novo código de conduta.

Interesses financeiros e conflito de interesses dominam o documento. As novas regras entram em vigor em 2012.

Já agora… e vários subornos de 149 euros, podem?

Acho que… sei lá… mais tarde ou mais cedo… o tempo… o azeite… ou os azeites… surgem à superfície…

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