Importa-se De Repetir?


Declaração de Retificação n.º 9-B/2015

(…)

declara -se que o Anexo à Declaração de Retificação n.º 9 -A/2015 de 4 de março, publicada no Diário da República, 1.ª série, n.º 44, 1.º suplemento, de 4 de março de 2015, saiu com inexatidões e mediante declaração da entidade emitente retificam–se os lapsos republicando -se integralmente, na versão corrigida, em anexo à presente declaração de retificação, da qual faz parte integrante.

… e ainda se percebe menos porque, ficando abismados com o vocabulário torrencial, nem dá tempo de ir ao dicionário novilinguês do pós-pós-modernês.

Em qualquer das circunstâncias o riso é resiliente e não raro fica em transição para a paródia disruptiva, numa perspectiva de dinâmica jocosa.

Até porque isto se consegue dizer em duas ou três frases relativamente simples, mas não seria o mesmo, não se daria o ar de intelectual da alfarroba murcha.

O secretário de Estado da Cultura falava num seminário internacional sobre “Porto, Cidade em Transição” organizado pela Fundação Cupertino de Miranda, no Porto, com o objetivo de “levantar questões, provocar ideias, despertar diálogos e partilhar saberes para criar conhecimento sobre o que é o conceito de ‘Cidade em Transição'”, um novo modelo de organização social com mais de 100 comunidades espalhadas atualmente pelos cinco continentes.

Para Barreto Xavier, este movimento centra os seus conceitos em “território abstrato” — resiliência e transição -, o que, em seu entender, é “um dos vícios de alguns movimentos contemporâneos, que em vez de se imbuírem de valores substantivos imbuem-se de valores abstratos”.

“Não estou a dizer que a abstração não tenha uma relevância substantiva. O que eu quero com isto dizer é que há outros valores e lembro três pilares do movimento Permacultura que são o cuidado com a terra, cuidado com as pessoas e repartir os excedentes. São valores substantivos, valores que remetem para objetivos de vida social”, sustentou.

Barreto Xavier entende, por isso, que “valores como a transição ou a resiliência são dinâmicas necessárias, mas que não nos levam a uma orientação para resultados”.

 

E aí?

 

 

A selecção de novos delegados regionais de educação está envolta em irregularidades. Depois de não ter sido publicitada como determina a lei, o i descobriu que um dos candidatos mora com o presidente do júri, José Alberto Moreira Duarte – que é também Director-Geral dos Estabelecimentos Escolares. Confrontado com esta informação, o ministério tutelado por Nuno Crato defendeu não existir “necessidade de ser reiniciado [o procedimento]” e assegurou que o candidato que partilha casa com o director-geral desistiu entretanto da sua candidatura.

Em declarações ao i, fonte oficial justificou a coincidência afirmando que o “presidente do júri não tem nem reside em Lisboa em casa própria” e que por isso “partilha alojamento enquanto deslocado da sua residência por força do exercício da sua função em Lisboa”.

De acordo com o Ministério da Educação, mesmo que o candidato Eduardo Fernandes não decidisse desistir após o contacto do i – na passada quinta-feira – não haveria impedimentos: “Não há qualquer ligação familiar ou que motive pedido de escusa entre o Sr. Director-Geral de Estabelecimentos Escolares enquanto presidente do júri colegial e qualquer candidato no processo concursal.”

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(sendo que é em Paris, não terão uns amigos que lhes emprestem uns apartamentos para ficarem lá a estudar?)

Para mim, tudo o que meta interconexões com siglas e acrónimos é da mais elementar premência, urgência e mesmo emergência.

Determina-se:
1 – Incumbir a DGPGF de proceder à implementação do GeRHuP, com a colaboração necessária da ESPAP, I.P., de forma gradual, nos órgãos e serviços do MEC, de acordo com um plano de trabalhos definido para o efeito.
2 – A criação de uma equipa de trabalho composta por elementos da DGPGF e da ESPAP, I.P., ao nível da coordenação e da componente técnica, responsável pela implementação do GeRHuP no MEC, sendo a respetiva composição acordada entre a DGPGF e a ESPAP,I.P..
3 – Sempre que necessário, a equipa referida no número anterior solicita o apoio técnico-normativo a um grupo de especialistas a criar, no âmbito do projeto, com a seguinte composição:
a) Gabinete do Ministro da Educação e Ciência;
b) Gabinete do Secretário de Estado da Administração Pública;
c) Gabinete do Secretário de Estado Adjunto e do Orçamento;
d) Direção-Geral da Administração e do Emprego Público;
e) Direção-Geral do Orçamento.
(…)
6 – A fim de serem criadas as interconexões necessárias à implementação do GeRHuP, articulam-se com a DGPGF e com a ESPAP, I.P., quando para tal forem solicitados, nomeadamente os seguintes serviços no âmbito das respetivas atribuições:
a) Autoridade Tributária e Aduaneira;
b) Direção-Geral de Proteção Social aos Trabalhadores em Funções Públicas;
c) Caixa Geral de Aposentações, I. P.;
d) Instituto da Segurança Social, I. P..
7 – O presente despacho produz efeitos a partir da data da sua assinatura.
18 de dezembro de 2014. — A Ministra de Estado e das Finanças, Maria Luís Casanova Morgado Dias de Albuquerque. — O Ministro da Educação e Ciência, Nuno Paulo de Sousa Arrobas Crato.

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