Ideias


… através da sua extensão para seis anos (nos EUA pode ser de 3 ou 4 anos, do 9º ou 10º ao 12º ano, conforme os estados) e não da criação de pseudo-cursos de especialização nos politécnicos.

Para quem gosta de seguir os EUA e quer apostar nas STEM – e não estou sequer a dizer se concordo – este é um caminho possível para completar uma escolaridade obrigatória de 12 anos que, quase necessariamente, vai baixar os níveis de exigência no desempenho para muitos que só os querem completar…

Video: Is the Six-Year High School the Future of Education?

Alguns dados sobre a experiência que tem a “desvantagem” de não ser barata e implicar investimento no não-superior público, coisa que é muito mal vista nos últimos anos…

Também é uma solução que implica o envolvimento de grandes empregadores e não andarem os responsáveis pelo curso a mendigar estágios em empresas de vão de escada para fingir potenciais níveis de empregabilidade.

Six-Year High School Lets Students Earn a College Degree and a Job at IBM

New six-year tech high schools in Chicago to offer associate degrees

Six Years of High School? An Educational Experiment in Chicago

Should We Rethink How Long Students Spend in High School?

Should High School Last Six Years?

 

These Schools Mean Business

Corporations are helping educators train kids. It could save the middle class.

To Compete, America Needs 6-Year High Schools

From Brooklyn, Obama Touts Six-Year High School Model

 

Inévitablement (après l’école)

Sugestão do h5n1.

cn

 

 

Pode ser no dia das eleições?

 

 

Agora não tenho tempo para explicar. Apenas uma ideia que não disse lá dentro, por falta de tempo, mas depois com algumas jornalistas. Porque não aumentar as receitas próprias das escolas – sem entrar nos casamentos e baptizados propostos em tempos de MLR – com parcerias que permitam benefícios fiscais aos mecenas?

Sem que isso servisse para justificar cortes.

Não gostam tanto dos exemplos americanos?

Children spending a year in pre-school would boost UK ranking in international education league tables

Researchers predict UK would have risen from 25th to 13th out of 60 in the latest international literacy test.

Uma Missão para o Acompanhamento e Monitorização da Inducação?

Ou um Manual de Apoio à Ministerial Indigência?

Na falta de um MAME – Movimento Associativo de Ministros Eduqueses?

Estava aqui a pensar que a aplicação poderia ainda ser melhorada: ora pensem lá… os candidatos que concorrem com 2 graduações p.ex 1º e 2º Ciclo têm de esgotar primeiro todas as opções para a graduação 1 e só depois para a graduação 2. Até aqui muito bem mas imaginemos a seguinte situação: É preferível um horário completo independentemente da graduação 1 ou 2, ou seja a aplicação deveria não separar as graduações mas antes questionar se a preferência era para a 1 ou para a 2. Assim o professor poderia manifestar a sua preferência pelo horário completo da graduação 1 e depois por completos da graduação2 e voltar aos incompletos da graduação 1. O sistema como está não o permite o que pode implicar um candidato mais graduado ficar num horário incompleto (porque o indicou na graduação1) enquanto outro menos graduado fica com o horário completo noutro ciclo. Está mal, não?

V.

Seven equations that rule your world

Being bad at maths is not something to be proud of

It has taken a long time for Britain’s shortcomings in literacy to be acknowledged – now we must do the same for numeracy.

Why do we need maths? It gives us fun things to play with, for a start

From protecting ourselves against useless insurance plans to creating computer games, numeracy is essential for our society.

Sendo que por mestre se entende aquele professor que marca – no sentido positivo – a maioria dos seus alunos, determinando o seu trajecto escolar e permanecendo de forma perene na sua memória?

Ou assunto foi um dos abordados na 6ª feira em tertúlia restrita, por entre muitas ideias e opiniões trocadas.

Será heresia mas acho que esse tipo de avaliação só é passível de ser feita, anos depois, quiçá muitos anos depois, pelos seus alunos, depois de atingirem a maturidade e a experiência para estabelecerem paralelismos, comparações e assim fazerem o seu escrutínio retrospectivo.

Há por vezes casos de maior imediatismo, mas a verdade é que um aluno do 1º ou mesmo do 2º CEB ainda não tem a bagagem suficiente para fazer tal avaliação.

E há ainda mais um ou dois aspectos incontornáveis que tornam muito complicado identificar e avaliar um professor deste tipo no curto prazo.

Desde logo, quem tem a capacidade – entre pares ou com base em hierarquias burocráticas – para avaliar quem ultrapassa o avaliador e o faz de forma quase quotidiana nas suas aulas, na relação pedagógica com os alunos?

Serão os pais e encarregados de educação com base em testemunhos indirectos ou achismos? Até pode ser que sim, mas dificilmente como regra.

E será um professor desse tipo, diferenciado pela sua atitude e métodos, enquadrável em grelhas e submisso às tais hierarquias definidas por decreto?

O que torna qualquer avaliação de desempenho para consumo rápido uma péssima ferramenta para a detecção daqueles que melhor trabalho fazem, mesmo se com menos habilidade para o vender em forma de relações públicas e papelada.

Pontos em debate:

1- A educação com exigência (os alunos têm de saber mesmo);

2- Falta de Mestres, pessoas que fascinem pela sua sabedoria e conhecimento. Um professor não tem de ser um amigo, mas uma “autoridade”, uma referência;

3- O método de transmissão de conhecimentos é hoje o centro e a preocupação dos professores, em vez do valor do conhecimento, como “coração” do saber.

… com o tipo de empresas lucrativas e gestores de sucesso que temos.

A mim não me chocariam certas parcerias… mas não me parece que tenham sequer interesse em espreitar um Conselho Geral, quanto mais gerir uma escola problemática.

Mas posso estar errado e existirem por aí carradas de filantropos.

Let for-profit firms transform weak state schools, urges former headteacher

Groupthink

The brainstorming myth.

Passos pede aos portugueses que dêem boas ideias para o país

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, apelou hoje à participação de todos os cidadãos com «boas ideias para o país» na plataforma digital do Governo «O meu movimento», lançada no início do ano.

Há quem interprete isto como um ataque às ciências e tecnologias. Miopias.

Ten Important Reasons to Include the Humanities in Your Preparation for a Scientific Career

 

há por aí algum pedreiro livre?

How to Rescue Education Reform

(…)

When it comes to education policy, the two of us represent different schools of thought. One of us, Linda Darling-Hammond, is an education school professor who advised the Obama administration’s transition team; the other, Rick Hess, has been a critic of school districts and schools of education. We disagree on much, including big issues like merit pay for teachers and the best strategies for school choice.

We agree, though, on what the federal government can do well. It should not micromanage schools, but should focus on the four functions it alone can perform.

First is encouraging transparency for school performance and spending. For all its flaws, No Child Left Behind’s main contribution is that it pushed states to measure and report achievement for all students annually. Without transparency, it’s tough for parents, voters and taxpayers to hold schools and public officials accountable. However, No Child Left Behind also let states use statistical gimmicks to report performance. Instead of the vague mandate of “adequate yearly progress,” federal financing should be conditioned on truth in advertising — on reliably describing achievement (or lack thereof) and spending. To track achievement, states should be required to link their assessments to the National Assessment of Educational Progress (or to adopt a similar multistate assessment). To shed light on equity and cost-effectiveness, states should be required to report school- and district-level spending; the resources students receive should be disclosed, not only their achievement.

Second is ensuring that basic constitutional protections are respected.  No Child Left Behind required states to “disaggregate” assessment results to illuminate how disadvantaged or vulnerable populations — like black and Hispanic students and children from poor families — were doing.  Enforcing civil rights laws and ensuring that dollars intended for low-income students and students with disabilities are spent accordingly have been parts of the Education Department’s mandate since its creation in 1979. But efforts to reduce inequities have too often led to onerous and counterproductive micromanagement.

Third is supporting basic research. While the private market can produce applied research that can be put to profitable use, it tends to underinvest in research that asks fundamental questions. When it comes to brain science, language acquisition or the impact of computer-assisted tutoring, federal financing for reliable research is essential.

Finally, there is value in voluntary, competitive federal grants that support innovation while providing political cover for school boards, union leaders and others to throw off anachronistic routines. The Obama administration’s $4.35 billion Race to the Top competition tried to do some of this, but it ended up demanding that winning states hire consultants to comply with a 19-point federal agenda, rather than truly innovate.

Beyond this list, the federal government is simply not well situated to make schools and teachers improve — no matter how much ambitious reformers wish it were otherwise. Under our system, dictates from Congress turn into gobbledygook as they travel from the Education Department to state education agencies and then to local school districts. Educators end up caught in a morass of prescriptions and prohibitions, bled of the initiative and energy that characterize effective schools.

O discurso do Diretor da Escola, Dr. Roland Clauß, na Assembleia Geral da Associação da Escola Alemã de Lisboa de quinta-feira, em 17 de novembro de 2011.

Fica aqui: EscolaAlemaLisboa.

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