Horrores


O travesseiro assemelha-se a uma…

 

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epalh

There’s no explaining such a horrific act, but here’s important background information.

E é demasiado tarde para agora tudo se mobilizar post-mortem.

Onde estavam? Metaforicamente… onde estamos todos?

Professor apresenta queixa para desvincular Portugal do Acordo Ortográfico

O professor da Faculdade de Direito de Lisboa, Ivo Miguel Barroso, defende que a Assembleia da República deve aprovar uma norma que desvincule o Estado português do Acordo Ortográfico (AO) em vigor.

Vou ver se as caço.

Fez-me lembrar uns aprendizes de cá, os de bancada.

fast-education

Investigadores lidam com caso inédito no país

Investigadores brasileiros lidam com um caso inédito no país e avaliam com cautela os indícios de insanidade e princípios religiosos contidos na carta deixada pelo homem que matou 12 crianças na quinta-feira, numa escola.

De acordo com a primeira informação oficial, dada pelo delegado titular da Delegacia de Homicídios (DH), o ex-aluno Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos (autor do massacre), fez mais de 60 disparos com um revólver de calibre 38, o qual conseguiu recarregar nove vezes durante o ataque. Wellington Menezes de Oliveira realizou ainda outros disparos com um revólver de calibre 32. Os peritos que trabalharam no local encontraram ainda mais seis “speed loaders”, aparato utilizado para recarregar a arma rapidamente, o que significa que o atirador poderia ter seguido com o massacre, caso não tivesse sido impedido pelo sargento Márcio Alves. O assassino foi atingido no abdómen e suicidou-se em seguida. Durante as declarações feitas à imprensa hoje, o delegado Felipe Ettore, da DH, que cuida do caso, deu indícios de que as investigações até agora apontam para um desequilíbrio mental.

Helicóptero tenta evitar novos incêndios nos reactores

O reactor 4 foi atingido por novo incêndio – pelo segundo dia consecutivo – e foi visto fumo a sair do reactor 3. O alerta de fogo no reactor 4 foi dado por um funcionário da central que está a ser sobrevoada por um helicóptero do Exército japonês que tenta arrefecer os reactores com água do mar e ácido bórico. na central permanecem ainda 50 funcionários.


Sem mais palavras.

só em democracia os derrotados cantam vitória

Recebi umas baterias de materiais novinhos em folha para grelhar docentes, embora com todo o ar de terem sido recuperados do que foi preparado para o ciclo de ADD anterior e que, porventura, não tiveram todo o uso que tinha sido desejado pelos seus autores. Afinal, fico sem perceber o que mudou, o que foi simplificado, o que apodreceu, o que se manteve, o que é mais do mesmo. Confesso, a vidinha venceu a larga maioria. Os tipos sabem-na bem e os outros só querem reuniões para parecer que merecem o lugar.

Que isto vai rebentar, eu sei que vai. o problema é que os rebentamentos vão ser individuais, locais, graduais. A multidão foi serenada e acordar foi adormecer. Agora o torpor que se instalou irá estalar, mas da pior maneira, em virtude das invejas, da mesquinhez, mais do que do desejo de justiça. Infelizmente. O rebentamento foi afastado das ruas, vai ser nas salas de professores. Dá menos nas vistas, transborda menos para os olhares. É letal na mesma, mas é como aquelas minhas à moda antiga. Estropia, mata, mas ao longe, quase ali ao lado, não se nota nata.

Mas desde que à mesa se sentem os do costume, no seu remanso, com águinha na garrafa e sorriso na fivela, tudo escorrerá pelo esgoto sem danos de maior a quem tem posições a defender.

e santo onofre? (02)

Ela está de volta, mesmo que episodicamente, e eu ouvi, com estes tímpanos incrédulos, a voz irritada no noticiário da TSF:

A ex-ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues afirmou esta quarta-feira que a “cara do computador Magalhães não estava pintada nas especificações técnicas” definidas pelo Governo, rejeitando qualquer favorecimento à empresa JP Sá Couto.

Já o disse há muito tempo. Enquanto lidei com ela, se exceptuar a trigonometria com a qual a relação ainda era mais instintiva do que o habitual, a Matemática sempre se me apresentou clara e objectiva.

Por isso mesmo, acho que é uma das disciplinas onde é mais fácil – desde que exista o hábito e gosto de pensar – conseguirem-se boas notas. Acredito que seja uma mania minha.

Mas ainda hoje me dá algum prazer pedir licença às minhas colegas de Matemática e tentar eu explicar aos alunos ali uma coisa que parece emperrada. Sempre na esperança de ver o clique no olhar deles.

Só que vou assumindo que certas coisas estão adquiridas, desde logo as operações mais básicas da Aritmética.

Engano meu.

Mas mais grave é perceber que essas operações básicas, mesmo se aparentemente indicadas da mesma forma, agora são ensinadas aos miúdos do 1º ciclo de uma forma completamente abstrusa e justificativa dos mais exaltados textos de Nuno Crato, Carlos Fiolhais e muitos outros.

Há uns dias existia um exercício retirado de uma prova de aferição que implicava um cálculo mental simples (45 a dividir por 15). Que nenhum aluno conseguia fazer sem recorrer a um qualquer auxílio. Pediu-se então nque indicassem a conta no caderno e quadro para resolução convencional.

O que se seguiu foi para mim um absoluto momento de horror ao perceber no que transformaram a divisão. Mais grave, cada aluno parecia ter uma opinião diferente sobre como fazer a conta. Mas ainda mais grave é que ninguém conseguia atingir o resultado correcto, fosse qual fosse a abordagem.

A minha colega de Matemática explicou-me então que a Aritmética passou a ser ensinada há uns anos de um modo inovador e que ela própria tinha ficado abismada ao ver as novas abordagens no sentido de facilitar (???) a compreensão dos alunos.

Sendo que na verdade a inovação mos deixou sem:

  • Fazer a operação.
  • Alcançar o resultado.
  • Sentir que é importante fazer as duas coisas acima de forma correcta e, se possível, aos 12-13 anos já de modo automático, mentalmente ou no papel.

Quanto à obra que se segue, comprei-a há uns meses por puro prazer. Fica aqui para todos os colegas que por aqui passem da área da Matemática, com destaque para o Américo Tavares que, por certo, a achará algo elementar. Mas, para mim, destreinado há 30 quase anos da Matemática curricular, já é mais do que suficiente.

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Para o portefólio da formação sobre património e história local. E dos desmandos e degradação a que a maior parte das memórias locais vai sendo votada.

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