Guerra


Human Costs of the Forever Wars, Enough to Fill a Bookshelf

Governo recupera cortes salariais que estavam em vigor no ano passado

Redução de 3,5% a 10% nos salários acima de 1500 euros foi proposta pelo Governo para compensar chumbo do Tribunal Constitucional aos cortes mais acentuados aplicados este ano.

O que Passos Coelho afirma é uma enorme barbaridade e o maior ataque alguma vez desferido em Portugal nos últimos 40 anos contra o Estado de Direito, liberal e baseado na separação de poderes, em que o poder jurídico é independente e não uma emanação simples dos jogos partidários (mesmo se o próprio TC em parte o é… e com o PSD como grande actor nessa matéria…).

Houvesse alguém em Belém com noção das suas responsabilidades e este “rapazola”, testa de ferro de uma facção pseudo-liberal mas efectivamente profundamente anti-democrática,  já teria sido demitido.

Só que em Belém está o percursor deste tipo de atitude com teorias das “forças de bloqueio”, portanto… a autoridade moral é escassa.

Primeiro-ministro diz que juízes têm de ser mais bem escolhidos e alvo de “um escrutínio muito maior”.

Em tempos, parecia normal mas o tempo revelou-o um candidato da manchúria.

Agora, beneficiando de fraquezas alheias, engrossa a voz e diz barbaridades que o mais certo era não ter coragem para dizer na cara daqueles que acusa.

Aliás, gostaria de o ver dizer isto na cara de Assunção Esteves, que foi juíza do TC com idade ainda para andar a fazer 1ªs instâncias, acabadinha de fazer um mero mestrado.

É que já não existe reino da Sardenha, nem nada.

O sentido de “responsabilidade” dos reitores é uma presa demasiado fácil para este desgoverno.

Reitores dão novo prazo para que Governo se pronuncie sobre corte de 30 milhões

 “Não nos passa pela cabeça que não haja clarificação”, diz António Rendas, presidente do CRUP.

A pretensão de se ser diferente no de uma diferenciação positiva, apostando-se num tratamento de preferência em função da dignidade, nos tempos que correm, é digno de um sorriso.

Mas, por outro lado, o compasso de espera faz com que a derrota não seja imediata e permita a esperança em alguma “prenda” daqui a uns tempos, em virtude de uma possível folga orçamental construída em cima dos cortes do Ensino Não-Superior.

A mim, estas declarações muito inflamadas comovem pouco quando não passam do enunciado, do pedido de audiência, da manifestação do desacordo e da saída de sendeiro.

A Ordem dos Psicólogos (OP) anunciou guerra ao diploma que determina que os técnicos dos serviços de psicologia e orientação dos agrupamentos escolares devem disponibilizar 20 horas para dedicar aos Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP), as estruturas que vêm substituir os Centros Novas Oportunidades. Na quinta-feira apresenta uma providência cautelar com vista à suspensão de eficácia do despacho do Ministério da Educação e Ciência e promete abrir processos contra a usurpação de funções sempre que aquelas sejam indevidamente entregues a não psicólogos.

“Decidi que os EUA devem levar a cabo uma intervenção armada na Síria”

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