Global/Local


Get Ready for a Russo-German Europe

The Two Powers That Will Decide Ukraine’s Fate — and the Region’s.

 

The Story of Globalization in 1 Graph

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e a curiosidade.

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O site oficial.

Não vou. Poderia dar uma explicação elaborada, mas acho que, por agora, basta o facto

Este é um campo muito, muito obscuro, onde cada cor tem o seu paladar. Há critérios para todos os gostos, humores e inclinações das CCAD.

O que se segue não sei se está em vigor, mas esteve pelo menos para o ciclo avaliativo anterior. Mantendo-se online é possível que ainda seja válido.

Agora coloca-se a questão: como foi medida a relação pedagógica com os alunos? O documento não expilica. Apenas que vale mais do que o desempate final ás milésimas que é o que está (mais ou menos?) regulamentado.

 

Tese de Doutoramento que procura escalpelizar a forma como são mediadas, pela hierarquia burocrática do sistema educativo, as orientações definidas pelos organismos centrais, neste caso, os Ministérios da Educação de Portugal e Angola.

Onde se percebe a tensão entre a tentação centralizadora e as margens de autonomia no plano local, tudo intermediado pelos serviços da burocracia administrativa.

Não resisto a incluir o esquema usado na conclusão para descrever o processo.

Texto completo (>7Mb): centalsisteduc.

Eu compreendo as teorias que pretendem fazer intersectar na Educação agendas diversas, ao mesmo tempo de tipo transnacional/global e de tipo local, deixando a esfera central nacional numa espécie de ponto intermédio de gestão de interesses que lhe são algo estranhos.

Por um lado temos os parâmetros e padrões internacionais com os quais são feitas as comparações em matéria de desempenho do sistema educativo e por outro temos um desejável maior envolvimento dos actores locais na definição do que devem ser políticas educativas ao serviço das comunidades.

Nem sempre estas perspectivas são abordadas de uma forma muito clara. Este pequeno livro de um ex-Secretário de Estado e actual destacado e activo conselheiro do CNE tenta fazer essa ponte, por vezes perdendo-se um pouco no emaranhado complexo da questão, mas em outras vendo com alguma clareza os equívocos que vamos vivendo.

Aqui ficam dois parágrafos, que surgem seguidos nas páginas 118 e 119, que exemplificam essas duas formas de abordar o tema.

Primeiro a parte obscura:

Neste quadro de uma tão complexa articulação entre diferentes e importantes níveis de regulação da educação (transnacional, nacional e sociocomunitária) e em que a acção destes diferentes níveis está em recomposição acelerada, estamos irrecusavelmente diante de cenários de concepção e de acção socioeducativas bastante difíceis de prever e desenhar, contingentes, necessariamente sustentados na humildade política e numa preciosa e cuidada gestão estratégica, na esperança, na reflexividade contínua e na participação cidadã, e, por isso, “condenados” à necessidade de uma revisão permanente. (pp. 118-199)

Agora a parte clara:

A oportunidade para que o desenvolvimento e a melhoria da educação possam trilhar novos caminhos parece evidente. Resta saber como é que será viável escapar aos mandatos economicistas e ao referencial técnico-funcionalista e colectivista que tem comandado as reformas educativas nacionais, nas últimas décadas, num quadro de maior presença do sistema educativo mundial, de hesitação e de crise da legitimação dos Estados nacionais e dos ainda débeis níveis de participação cívica local. (p. 119)