Fuso Horário


… e foi o que se viu.

Em Barcelos, o árbitro é de confiança. O Benfica corre o risco de ganhar mesmo se não sair do balneário.

Com as guitarras eléctricas.

Talvez amanhã mostre uma; depois de amanhã, quem sabe, um som…

Adoro quando o Ramiro fica assim a modos que excitado consigo mesmo. Desta vez é porque lhe chegou o último relatório da OCDE com os dados que ele acha serem os mais actualizados sobre a despesa com a Educação. Ainda são os do ano gordo de Sócrates, o das eleições, mas não interessa… são os que se ajeitam à “análise”.

É triste fazerem-se figuras destas.

Até numa googlada rápida se acham dados mais recentes, relativos a 2010 e à tendência desde 2002, com origem na Comissão Europeia.

Mesmo sendo anteriores aos cortes brutais de 2011 e 2012 (nem falo em 2013) a tendência é evidente quanto às opções tomadas. O peso da Educação nos gastos públicos está em queda e, mesmo se acima da média, a queda só é ultrapassada pelas da Irlanda e Roménia. Na Europa a 27 houve uma quebra de 0,3%, enquanto em Portugal foi de quase 3%.

O valor actual da quebra é ainda menor. Mas há quem insista em viver numa realidade alternativa. Deve ser da poeira dos corredores. Ou da volúpia do desconhecimento. Sei lá.

Será que ele não sabe que os próprios governantes admitem que o relatório está bichado?

GastosEduc2010

Corte de quatro mil milhões adiado para 2014

Cortes de 4 mil milhões de euros nas funções sociais do Estado adiados para 2014.

Afinal, não é para haver debate, analisarem-se hipóteses e só depois tomar decisões?

Preguiça automática.

Pode ser gralha gráfica, mas tem a sua graça. Até porque o Real Madrid tem mais portugueses (4) na equipa titular que qualquer dos grandes nacionais, tirando os dias do Sporting antes da saída do Postiga e do Yannick.

O Sportém… coiso.

… que eu sentado no sofá conseguia adivinhar há muito? Não viam a elite jardinesca engordar de uma forma semelhante a certas elites nacionais?

Madeira/Contas: IGF encontra várias irregularidades e incumprimento reiterado de regras orçamentais

Mas temos entidades fiscalizadoras ou não? Há um Tribunal de Contas ou não? Há uma Banco de Portugal ou não? Se é para poupar nas gorduras, porque não encurtar estas instituições que, manifestamente, são meros ramalhetes que foram servindo para emprateleirar e assegurar uma reforma dourada a certos cromos da República?

Foi preciso virem da estranja para se lembrarem de cruzar dados?