Finanças


… e tão evidentes que me vou coibir de parecer quimbarreiros.

Passos à banca: «Estado será accionista passivo»

Quem está superiormente autorizado a errar?

Mas os cortes no 13º mês não eram uma medida de salvaguarda, apenas uma precaução? Já não chegam?

Ministro das Finanças anuncia “cortes brutais” amanhã

S&P Strips U.S. of Top Credit Rating

Unprecedented Downgrade Comes After Last-Minute Standoff; Treasury Says Decision Is ‘Flawed by a $2 Trillion Error’

No Parlamento. Sobre o imposto extraordinário que leva grande parte do subsídio de Natal. Em outros tempos escorreria sangue pelo ecrã da televisão.Nos tempos que correm, o tempo nem chega ao das televendas, tão fraquinho o nível dos protagonistas e argumentos.

Salvan-se a sobriedade do ministro das Finaças e a acutilância de Honório Novo. O PS está perdido, o Bloco idem e o PSD e o CDS encostam-se à maioria e mal se esforçam por querer parecer coerentes com as suas posições sobre política fiscal.

Défice do Estado triplicou em Junho

Orçamento Rectificativo provável em Agosto no Parlamento

Irlanda “cumpriu todos os objectivos” do resgate mas Moody’s corta “rating” para “lixo”

Clube da bancarrota: Itália sobe ao 9º lugar

A reviravolta de [ante]ontem à noite mantém-se. A Itália reentrou no “clube” do risco. A Irlanda aproxima-se de Portugal, que com a Grécia têm o risco em baixa. Espanha continua com tendência de subida.

… agora temos anti-federalistas (de Esquerda e Direita) a clamarem por uma intervenção europeia, de carácter claramente federal, na economia e nas finanças da União Europeia.

E ainda há os liberais a quem agora não aflige pedir acções próprias de um sistema económico centralizado e parecidas com planos quinquenais. Há bocado, na RTP, Medina Carreira dizia que os planos europeus de recuperação a três anos são insuficientes para fazer arrancar a economia.

Afinal… o Vladimiro e o José sorriem lá de onde quer que estejam.

Pelos vistos foi o que a Goldmann Sachs ensinou à Grécia (aprendi com o Aasif Mandvi do Daily Show):

Currency Swap

… para tanta outra coisa…

Cavaco não vê ” mínima justificação” para corte de ‘rating’

Sugestão do António Ferrão:

Un préstamo y una plegaria

NUEVA YORK – Los países conocidos colectivamente como PIIGS –Portugal, Irlanda, Italia, Grecia y España– cargan con unos niveles cada vez más insostenibles de deuda pública y privada. Varios de los más afectados –Portugal, Irlanda y Grecia– han visto que los costos de su endeudamiento alcanzaban cifras sin precedentes en las últimas semanas, aun después de que su pérdida de acceso a los mercados propiciara rescates financiados por la Unión Europea y el Fondo Monetario Internacional. También están aumentando los costos del endeudamiento de España.

Grecia es claramente insolvente. Aun con un plan de austeridad draconiano, que asciende al 10 por ciento de su PIB, su deuda pública ascendería al 160 por ciento del PIB. Portugal, donde el crecimiento lleva un decenio estancado, está experimentando un desastre en cámara lenta que provocará la insolvencia del sector público. En Irlanda y en España, la transferencia de enormes pérdidas del sistema bancario al balance general del Estado, que se suma a una deuda pública en aumento, provocará con el tiempo la insolvencia de su deuda soberana.

(continua…)

Sugestões do António Ferrão:

¿Democracia o finanzas?

Next Phase of Sovereign Debt Crisis; Greek 2-Year Yields Top 20%; Greece Denies Restructuring Plan; Why the Denial?

Tax the Super Rich now or face a revolution

Commentary: A ‘Super-Rich Delusion’ is leading us to ruin

Ler a imprensa económica e muitos analistas do dia seguinte é uma tarefa divertida nos dias que correm. O mais giro é que a maioria é como aqueles ministros das Finanças que têm a fórmula mágica para acabar com défices e essas coisas a partir do dia em que deixam de exercer as funções e de terem o poder para colocar isso em prática.

Agora é vê-los todos a sacar dos pernalongas da cartola, como se fossem visionários incompreendidos num tempo em que não levantaram a voz acima do sussurro.


Os ratings explicados ao povo.

Desfile de sábios do dia seguinte:



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