Finanças


E entra na categoria da ficção sem especiais problemas: DEO 30Abr14.

Ainda me aeptece menos ler que as rules and regulations.

When Private Firms Run Schools, Financial Secrecy Is Allowed

Sugestão do Luís Braga.

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Alfredo Marvão Pereira (2013), Os Investimentos Públicos em Portugal, pp. 25 e 100.

Boa tarde,

Estive a fazer uma contas que, embora sejam apenas relativas ao colégio de Santo André, podem servir para perguntar se algo não estará mal na fórmula de cálculo dos valores a pagar por turma (não deveria ser por aluno?) aos colégios com contrato de associação:

Aceitando como fidedignos os nºs referidos nas últimas reportagens da TVI quanto ao total de turmas e de alunos com contrato de associação no Colégio de Santo André, cruzando-os com o valor das propinas cobradas a alunos do mesmo colégio em regime particular, conclui-se que saía mais barato ao estado pagar o valor das propinas do que o subsídio por turma. Estamos, portanto, a contribuir alegremente para a aquisição da modesta frota automóvel daqueles “cidadãos”.
Se os nºs forem semelhantes nos restantes colégios do grupo, chega-se a lucros muito interessantes. Generalizando: os contratos de associação são mesmo um bom negócio, para os colégios, é claro.

Anexo um PDF que encontrei no site do Santo André, onde se encontram os valores das mensalidades cobradas no regime privado em 2011/12:

http://www.csandre.pt/LinkClick.aspx?fileticket=xZz2YWqAue0%3d&tabid=123

Não sei se houve alterações nos valores cobrados este ano. Para fazer contas, parti do princípio de que as mensalidades não foram aumentadas entretando (até porque é o próprio colégio a manter esta informação no site). Considerei também que o estado, pagando por atacado, deveria ter direito (no mínimo) ao mesmíssimo desconto de 5% que o colégio faz a quem pague anualmente (cf. p. 5 do PDF).

Na reportagem sobre o professor com mais de quinhentos alunos estão os dados para o 3º Ciclo. Na peça de ontem refere-se o total de turmas e de alunos com contrato de associação. As últimas 9 turmas resultam da diferença entre este total e os nºs do 3º Ciclo. Anexo as contas. Pode utilizá-lo como quiser, se achar que tem algum interesse.

Cumprimentos e parabéns ao Umbigo!

Ester Campos

GPS

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Joaquim Henriques Fradesso da Silveira, A Questão da Fazenda. Lisboa: Imprensa Nacional, 1872, pp. 1-4.

2. Operating costs as determined by the Minister in the “Per FTE Student Cost Order”:

“operating costs”, means an authority’s “operating expenses”, as defined in the Per FTE Student Cost Order, for operating an independent school, but does not include principal repayments and interest payments on capital debt incurred by the authority, or the cost of leasing facilities and the costs incurred for the payment of property taxes with respect to that school.

Apenas mais um contributo metodológico.

Fiscal Year 2011
Operating Expense Per Pupil (OEPP), Per Capita Tuition Charge (PCTC)

From the 2010-11 Annual Financial Reports (AFR)

(…)

Definitions:

Operating Expense per Pupil

The gross operating cost of a school district (excepting summer school, adult education, bond principal retired, and capital expenditures) divided by the nine-month ADA for the regular school term.

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