Feira Do Livro


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O de baixo foi mesmo para festejar o previsivelmente efémero salário de Junho… o prazer imenso do traço de Alex Raymond, mesmo se tenho parte das pranchas nas publicações em português…

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… a níveis salariais perdidos, a pilha inicial deste ano revela a prudência nos gastos e a opção clara por alfarrabistas e promoções dos grandes grupos.

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Alguma vez terei tempo para…

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A única justificação é que, como andei em busca de oportunidades, tudo isto ficou, mais euro, menos euro, por uma nota de 50.

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Uma boa dose de saldos e oportunidades, mas… mais a quantidade do que o interesse (do meu ponto de vista).

 

A vantagem é que vos poupo à fotografia da alheira com tudo e todos do almoço.

Pouca BD, poucos alfarrábios de ocasião. A chuva obrigou aos plásticos e a expositores apenas semi-abertos ao início da tarde na zona baixa. O guarda-chuva nas mãos retirou mobilidade. Salvaram-se algumas oportunidades, respeitando-se o plafonamento definido.

Com o azul do grupo Porto Editora a sul e o vermelho da Leya a norte, ainda bem que o Parque continua bem verde.

Parecendo que não, a um euro torna-se irrecusável.

Outra vez por uma nota de 10, mais uma moedinha, porque o manual de leituras da 4ª classe foi uma mão-cheia de euros… O livro sobre o centralismo democrático é uma cascata de potenciais citações actuais…

Fnac, Feira do Livro e Almedina num mesmo dia dá nisto (e aqui ainda falta um saco…).

Colmatam-se lacunas, alimentam-se vícios, aproveitam-se oportunidades…

Esta é a parte da secção de formação política básica que fica mais barata que as NO (1 € o volume)

Algumas leituras sobre como o mundo descarrilou mais do que esperávamos há 20 anos (tudo por 13 €, que a vida está difícil e daqui a pouco estamos de novo congelados)

Secção de leituras no feminino da primeira metade do século XX (15,5€ no total).

A República estava a 3,5 € a unidade. O Anti-fascismo estava a 1 e 2.

Sempre se completam umas lacunas na herança paterna.

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