Faquia


“O seleccionador nacional convocou 17 jogadores para o próximo jogo de futebol. Destes 17 jogadores, 6 ficarão no banco como suplentes. Supondo que o seleccionador pode escolher os seis suplentes sem qualquer critério que restrinja a sua escolha, poderemos afirmar: (a) que o número de grupos diferentes de jogadores suplentes é inferior ao número de grupos diferentes de jogadores efectivos; (b) superior ao número de grupos diferentes de jogadores efectivos; (c) igual ao número de grupos diferentes de jogadores efectivos; ou (d) não se relaciona com o número de grupos diferentes de jogadores efectivos (d)?

Eu falhava, em grande parte por considerar irrelevante para avaliar a minha qualidade como professor de História (ou de Ed. Física, ou de Inglês, ou de Biologia, ou de Educação Musical, ou…).

Wall Street Journal acusa Arnault de negociar empréstimo ao BES que gerou perdas para a Goldman Sachs

Director do JN ouvido numa audiência na PGR sobre contactos com Sócrates

SidonioPiolheira

O Século (1918)

Bem me parecia que o miguel tinha razão para o considerar competente… e o pedro para o achar MUITO IDÓNEO. E empreendedor.

Franquelim foi consultor de empresa que não existia

O currículo de Franquelim Alves, novo secretário de Estado do Empreendedorismo, continua a gerar polémica Na biografia oficial que consta no site oficial do Governo, o governante terá entrado para a Ernst & Young aos 16 anos, numa altura em que a empresa financeira não existia.

Conselho de Ética sugere ao Governo cortar nos tratamentos mais caros de cancro

Caro Guinote:
Tal como muitas pessoas recebi este email. Aliás, ao que sei, penso que é apenas a continuação do que se terá passado no ano transato, quando a mobilidade de vários docentes foi alterada à ultima hora para integrar os “amigos” da Sra DREC (cujo currículo é, aliás, muito interessante no que respeita à gestão escolar e lhe dá toda a “sustentatibilidade” para afrontar pessoas com vasta experiência e formação em Educação).
Continuação do seu bom trabalho! Cumps
(…)

O Ministério da Educação e Ciência (MEC) levou a cabo a reorganização da rede escolar. Tendo estabelecido um conjunto de agregações, procedendo aquilo a que vulgarmente se chamam os mega-agrupamentos.
Vejamos o que se passou em 2 concelhos (em outros faltam-nos dados para aqui os referir).
ÍLHAVO
Em Ílhavo agregou nomeadamente a Escola Secundária João Carlos Celestino Gomes com o Agrupamento de Escolas de Ílhavo.
Para a gestão deste novo agrupamento, que se passa a denominar Agrupamento de Escolas de Ílhavo, a Diretora Regional de Educação do Centro (DREC), Dra. Cristina Oliveira, preparava-se para indicar como Comissão Administrativa Provisória, que passaria a instalar e a gerir a nova estrutura, os professores: Manuel Sousa (Diretor da Escola Secundária João Carlos Celestino Gomes, militante socialista), João Bernardo (ex-deputado do PS e ex-adjunto do ex-Secretário de Estado da Educação, Dr. João da Mata) e Lúcia Pereira (Diretora do Agrupamento de Escolas de Ílhavo).
Na fase final do processo, após contacto com o Presidente da Câmara Municipal de Ílhavo, a Diretora Regional de Educação do Centro retira de imediato da direção do novo agrupamento os professores Manuel Sousa e João Bernardo, procedendo assim a um saneamento político de ambos.
Da escola secundária nenhum membro da anterior direção faz parte da nova Comissão Administrativa Provisória que amanhã toma posse, caso único em toda a região centro
De referir que a Diretora Regional ouviu o Presidente da Câmara de Ílhavo sobre este processo de indigitação, não o tendo feito em muitos outros concelhos da região centro. De sublinhar que os presidentes de câmara nada têm a ver com este processo, que é matéria reservada da Diretora Regional de Educação (art.º 66.º – 5, do Decreto-Lei n.º 137/2012, de 02 de Julho), mas as máquinas partidárias muito podem
Por tudo isto era importante que a Diretora Regional de Educação do Centro, Dra. Cristina Oliveira, respondesse às seguintes questões:
– Qual a razão por que afastou o presidente da Secundária João Carlos Celestino Gomes da Comissão Administrativa Provisória (CAP) ?
– Qual a razão por que afastou o professor João Bernardo da Comissão Administrativa Provisória?
– Qual a razão por que afastou da Comissão Administrativa Provisória todos os membros da Direção da Escola Secundária de Ílhavo?
– Qual a razão por que é o único agrupamento da região cuja CAP só é formada por membros de uma das direções das escolas agrupadas?
– Qual a razão por que, pela primeira vez, não houve critérios para a designação de presidentes das CAP?
– Qual a razão por que na generalidade das CAP o presidente é o diretor da escola sede (escola secundária) e em Ílhavo não?
AVEIRO
Em Aveiro agregou nomeadamente a Escola Secundária Jaime Magalhães Lima, Esgueira, com o Agrupamento de Escolas de Esgueira, formando o novo Agrupamento de Escolas de Esgueira.
Para presidir à Comissão Administrativa Provisória (CAP) as escolas indicaram a professora Helena Libório, ex-Presidente do Conselho Diretivo da Escola Secundária, ex-coordenadora da Área Educativa de Aveiro, ex-Diretora Regional de Educação do Centro e Vereadora do PS na Câmara Municipal de Aveiro.
Indicação normal de alguém com o currículo e conhecimento da citada professora.
O que fez a atual diretora Regional de Educação do Centro perante tal indicação?… Pois, veio a correr reunir com o vereador da educação da Câmara de Aveiro, Dr. Pedro Ferreira, que lhe terá dito que era uma incomodidade política para a Câmara efetuar a referida designação.
Perante tal posição o que fez de imediato a Diretora Regional de Educação do Centro? Obviamente… fez o jeitinho ao Partido e afastou a Dra. Helena Libório do processo.
Por tudo isto era igualmente importante que a Diretora Regional de Educação do Centro, Dra. Cristina Oliveira, respondesse às seguintes questões:
– Qual a razão por que afastou a possibilidade da Dra. Helena Libório presidir á CAP de Esgueira como era vontade da comunidade educativa?
– Qual a razão por que em alguns (pouquíssimos) concelhos ouviu para a nomeação os presidentes ou vereadores da câmara e na esmagadora maioria deles não os ouviu?
– O Secretário de Estado da Administração Escolar e Ensino teve conhecimento de todo este processo? Se sim, caucionou-o?
Uma nota final, para que se saiba.
A Dra. Cristina Oliveira, conhecida militante do PSD Coimbra, nos governos anteriores do PS, esteve sempre na estrutura da DREC (na Equipa de Apoio às Escolas de Coimbra), sem que a sua militância partidária tivesse alguma vez prejudicado a sua indigitação anual para a referida função.

Agradecendo à São Carneiro a dádiva:

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA

Gabinetes do Secretário de Estado do Ensino Superior e da Secretária de Estado da Ciência

Despacho (extrato) n.º 774/2012

Nos termos e ao abrigo do disposto nos n.os.3 e 4 do artigo 2.º e no  artigo 6.º do Decreto -Lei n.º 262/88, de 23 de julho:

1. É nomeada Helena Isabel Roque Mendes para, no âmbito dos nossos Gabinetes, exercer funções de apoio à Rede Informática do Governo (RING) e de interface com o Centro de Gestão da Rede Informática do Governo (CEGER).

2. A nomeada auferirá uma remuneração mensal de € 1.575,00 (mil quinhentos e setenta e cinco euros), atualizável na mesma percentagem do índice 100 da escala salarial das carreiras do regime geral da função pública, acrescida do subsídio de refeição que estiver em vigor.

3. Nos meses de junho e novembro, para além da mensalidade referida no número anterior, será paga outra mensalidade de € 1.575,00 (mil quinhentos e setenta e cinco euros), a título de abono suplementar.

4. Os encargos resultantes do presente nomeação serão suportados pelo orçamento do Gabinete do Secretário de Estado do Ensino Superior.

5. O presente despacho produz efeitos a partir de 28 de junho de 2011, e é válido pelo prazo de 1 ano, renovável, até à sua caducidade, conforme o previsto na parte final do artigo 11.º do Decreto -Lei n.º 262/88, de 23 de julho.

11 de janeiro de 2012. — O Secretário de Estado do Ensino Superior, João Filipe Cortez Rodrigues Queiró. — A Secretária de Estado da Ciência, Maria Leonor de Sá Barreiros da Silva Parreira.

Ora bem… que palhaçada é esta e não estou a falar do Sporting…

É que isto foi publicado HOJE e é uma forma de tornear a legislação sobre os subsídios em sector teoricamente não concorrencial, pois trata-se do gabinete do senhor secretário de Estado.

Sendo eu um fervoroso adepto das excepções, para melhor, à regra do esbulho salarial, estou apenas interessado em saber o que é preciso fazer ou ser para ter uma excepção assim.

Ora bem… nem houve qualquer reforma dos municípios e ainda se dá uma prenda destas ao líder dos autarcas laranjinhas…

O município do Fundão, cujo presidente Manuel Frexes vai integrar a administração da Águas de Portugal (AdP), deve 7,5 milhões de euros a uma das suas subsidiárias, mas a autarquia contesta essa verba e reclama 40 milhões da empresa.

PS opôs-se à inclusão de matérias proferidas sob reserva

“Se as audições são feitas à porta fechadas, temos de assumir na plenitude que as pessoas que prestam declarações têm de estar tranquilas e descansadas de que as suas declarações são sob reserve”, disse Ricardo Rodrigues.

18 de Novembro de 2011:

Jardim não vai aumentar impostos na Madeira

27 de Dezembro de 2011:

Jardim: “Eu nunca disse que não ia aumentar impostos”

“Ofereci 500 mil contos pelo Pinto da Costa”

(…)

Como investidor e adepto do Benfica, está satisfeito com o que tem visto este ano?
O Benfica é o que mexe mais comigo. O que eu sei é que aquilo é uma máquina muito complicada. Mas é o único desporto internacional que consegue comprar jogadores. Há dinheiro para tudo. Eu quero que o Benfica ganhe. Eu não domino se aquele jogador é melhor que o outro. Se formos sempre nós a ganhar eu não me importo.

Tem o sonho de alguma vez vir a ser presidente do Benfica?
Nunca quis. Mesmo quando eu fiz a OPA, eu não queria. Aquilo é uma escravatura que não faz ideia. Não há tempo para a família, não há tempo para nada. É preciso um talento especial para aquilo. O melhor é o Pinto da Costa.

Como pode dizer isso, sendo benfiquista?
Quando aqui há uns anos eu tinha o Record, eu ofereci-lhe 500 mil contos pelo passe dele, para um contrato a cinco anos. Era a única maneira de “lixar” o Porto. Ofereci. Se se compram passes de jogadores, de treinadores, porque é que não se há de fazer o mesmo com presidentes? Ele vinha para o Benfica e depois logo se via o que se fazia com ele. Os jogadores também não estão sempre em campo. Ele sabe disso. Ele fala sempre nisso.

… para o mandar para a ilha de Santa Helena.

Jardim diz que omitiu despesa em “legítima defesa”

PSD e CDS-PP chumbam auditoria externa proposta pelo BE à dívida da Madeira

Embora sejam coerentes com o esquecimento da auditoria às contas da República. No fundo, acabam todos por parecer ter algo a esconder e o rabo preso por qualquer coisa.

No fundo do que se trata é de não destapar uma caixa de Pandora que pode revelar mais do que o desejado e desejável.

Porque sai muito mais barato. Se se fecham escolas e centros de saúde por racionalização dos encargos, porque não deixar Jardim e a a sua clique tomarem conta da sua coutada particular?

São mais de mil milhões de euros de encargos escondidos das contas públicas. Isto deveria ser, de alguma forma, passível de uma qualquer punição extra-política.

Está bem, não é caso único. Mas o engenheiro também deveria ter sido responsabilizado. E ao menos foi corrido em eleições, coisa que parece impossível naquele estranho regime jardinesco-chaviano.

Dívidas da Madeira obrigam a revisão dos défices de 2008, 2009 e 2010

INE e Banco de Portugal consideram “grave a omissão de informação” na Madeira e “não têm conhecimento de casos similares”.

A avaliação dos dois órgãos sobre as contas da Madeira detectou “dívidas contraídas desde 2004 e objecto de Acordos de Regularização de Dívidas (ADR) em 2008 e em 2009” que “não foram registadas como encargos assumidos e não pagos, não tendo igualmente sido comunicadas às autoridades estatísticas”, anunciou hoje o INE e o Banco de Portugal em comunicado conjunto. Em causa estão 1.113 milhões de euros que obrigarão à revisão dos défices de 2008, 2009 e 2010 e que também terão efeitos na dívida pública em 0,3 pontos percentuais do PIB.

O impacto no défice de 2008 será de 140 milhões de euros (0,08% do PIB), no de 2009 de 58 milhões de euros (de 0,03% do PIB) e no de 2010 de 915,3 milhões de euros (0,53% do PIB). Tudo somado e são 1.113 milhões de euros.

Madeira “escondeu” despesas de 1,6 mil milhões de euros em quatro anos (act2)

O Banco de Portugal e o Instituto Nacional de Estatística (INE) revelaram ter feito “diligências” junto da Região Autónoma da Madeira e verificou despesas que não foram reportadas pela região entre 2008 e 2011. Só em 2010, o impacto no défice das administrações públicas é de 915,3 milhões de euros. A omissão foi classificada de “grave”.

Grave mesmo é a cobardia de todos os governantes e presidentes da república (tudo em minúsculas) que pactuaram com isto décadas a fio, recuando sempre que o outro levantou a voz.

Ler a imprensa económica e muitos analistas do dia seguinte é uma tarefa divertida nos dias que correm. O mais giro é que a maioria é como aqueles ministros das Finanças que têm a fórmula mágica para acabar com défices e essas coisas a partir do dia em que deixam de exercer as funções e de terem o poder para colocar isso em prática.

Agora é vê-los todos a sacar dos pernalongas da cartola, como se fossem visionários incompreendidos num tempo em que não levantaram a voz acima do sussurro.

No Ad Duo, o documento que o GAVE enviou ontem às escolas:

Bolsa de Professores Classificadores – Formação na interrupção lectiva

E já agora:

Professores Classificadores – alteração ao Despacho n.º 18060/2010

O tamanho normal já aborrece, mas o grande dói e o pequeno não satisfaz.

Decidam-se, mas não chateiem.