Evasões


… há incidentes que são meros pretextos para justificar pretensões destinadas a tornear todo e qualquer controle sobre os movimentos financeiros do MEC para os queirozes&muñozes.

Ainda não percebi bem se isto é apenas aproveitamento daqueles e azelhice do MEC ou se é algo mais… sei lá… esquisito.

Ensino particular quer ser liberto da obrigação de ter vistos do TdC

Vai link para quem não tiver esgotado os artigos gratuitos.

Já não interessa nada se o Ricardo Salgado está preso em Évora, se o Sócrates tem um visto gold para a Venezuela ou se o advogado do Portas vai apresentar um requerimento para ele se libertar da coligação.

 

¿ Prisionero 44, por qué no te callas?

 

 

… agora aquilo do bloco é uma troika dupla e ela reduzida a portar-lhe a voz isentamente!

 

refazer do vento que me regenere
e renegar da aragem a depressão violenta
concerto para piano e orquestra
e coisas que cegam por ausência extrema
tal e qual como daquela vez contínua

teutónicas as musas fluem desorganizadas
num charco de infusões de urtigas brandas
brancas como olhares perecidos de cancro
ou azúis ou verdes pântanos e todas pretas

ide consolá-las ó meu sonho de noites claras
ouvi o ronronar espreguiçado do fero da obliquidade
na balança que vos for mais infiel e gritai
com dores que a realidade está inclinada
para todas as dimensões que se contam depois

[eu]

se

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… cartas seguras.

Nem mensageiros requentados.

Tudo muito sintonizado e harmonicamente telegráfico.

E as vossas, agora que o telégrafo deixou de ser inventado?

Logo estarei ocupado.

Até amanhã.

Foi literalmente aos molhos que os funcionários da sede nacional do CDS-PP levaram nos últimos dias de Dezembro de 2004 para o balcão do BES, na Rua do Comércio, em Lisboa, um total de 1.060.250 euros, para depositar na conta do partido. Em apenas quatro dias foram feitos 105 depósitos, todos em notas, de montantes sempre inferiores a 12.500 euros, quantia a partir da qual era obrigatória a comunicação às autoridades de combate à corrupção.

Não posso já com ervas nem com árvores;
Prefiro os lisos, frios mármores
     Onde nada está escrito.

Meu gosto da paisagem fez-se escuro;
Nenhures é o lugar que mais procuro
     Como homem proscrito.

Eu bem sei: A verdura! A flor! Os frutos!
Mas não posso passar de olhos enxutos,
     Meu campo verde aflito.

Porventura cegaram os meus olhos
Porque há nos silveirais flores aos molhos
     – Tanta flor me tem dito.

Mas eu bem sei que movediços lodos
Que são o chão, as lágrimas de todos,
     Meu coração contrito.

Eu não sei se amanhã será meu dia;
Recolho-me furtivo na poesia,
     Incerto o chão que habito.

Ai de mim! Ai de mim, nuvem medonha!
Os homens conheci, bebi peçonha,
     E é por isso que grito.

 

[Afonso Duarte] – Grito

 

[aqui]

Arménio, Um Grego Nascido Turco.

Diz por aí que há advogados a passar facturas duvidosas ao estado. Estou céptico, pois se os que conheço não passam qualquer uma aos clientes…

Vá!, juntemos as manoplas e prostremo-nos perante Nós.

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