Estou Xim?


em que momentos da sua carreira, foi Hélder de Sousa avaliado com uma qualquer prova que permitisse conhecer as suas capacidades e competências?

(…) a classe docente quer considerar-se à parte destas exigências, que são comuns às profissões mais qualificadas? É que se quer, de certa forma pode ser até uma forma de desqualificação.

Porque isto é tudo muito interessante, mas quem certificou o senhor Iavé como avaliador-mor do reino? Ou como sabemos nós que quem elabora e classifica estas provas têm competência para tal?

Porque a mim quer parecer que quem mais clama pelo rigor, pela cultura da perfeição é exactamente quem fez carreiras sem que seja perceptível a que avaliação foi sujeito. Porque uma coisa é ter cargos, outra ter sido avaliado por mais do que a fidelidade aos senhores que passam.

Vamos lá a tentar saber… que provas fez Hélder de Sousa, quem o avaliou, quem foram os júris das suas provas?

Porque isto de mandar fazer, quase todos sabem mandar. Fazer é que é o caraças…

O senhor até pode ser o mais competente entre os competentes no reino de Iavé, mas a verdade é que o seu trajecto académico e profissional é… aquilo que é e não mais do que isso.

E percebemos o quanto a coisa é curta quando lemos tiradas como estas, cheias de ausências de detalhes específicos ou conhecimentos concretos.

As provas são semelhantes, não há aqui nenhuma invenção. Agora os modelos são todos diferentes. As provas normalmente têm uma componente comum e outra específica, mas desconheço em pormenor se são classificadas separadamente. Sei, por exemplo, que as linhas de corte entre o ser aprovado e não aprovado são variadas. Nuns casos são mais exigentes, noutros menos.

Provas “semelhantes”, modelos “diferentes”… linhas de corte “variadas”… nuns casos “mais exigentes, noutros menos”.

Phosga-se, pá… isso até eu seria capaz de dizer e não percebo nada do assunto.

 

Resolução do Conselho de Ministros n.º 61/2014 – Diário da República n.º 212/2014, Série I de 2014-11-03, da Presidência do Conselho de Ministros
Constitui uma Comissão de Acompanhamento que visa acompanhar o procedimento de apuramento dos factos constitutivos do direito à compensação financeira dos docentes cuja colocação foi anulada no âmbito da bolsa de contratação de escola no ano letivo de 2014-2015.

  is depressing as hell!

Alternativa

Adivinhem lá quem é o emplastro…

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… as declarações do director do “autónomo” IAVE. Porque é mais um daqueles que atira a bomba para o ar e espera que rebente longe dele, que – como tantos outros – é daqueles que ocupa cargos de grande responsabilidade mas nunca se sente(m) responsáveis por nada.

Não é apenas o conteúdo, mas a própria forma como se expressa, sendo apenas mais uma fazer comparações estapafúrdias (para não dizer pior) entre a Educação e a Saúde, faltando saber a partir de que percentagem de desempenho do organismo alguém morre.

Isto é parvo.

Quanto ao resto ainda há dois anos declarava a impossibilidade de fazer verdadeiras comparações sobre o desempenho dos alunos, mas agora já está em condições para as fazer.

Deve ser da “autonomia”.

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Expresso, 12 de Abril de 2014

‘Fuck the EU’: US diplomat Victoria Nuland’s phonecall leaked – video

… ou será que o ministro Crato está interessado em qualquer tipo de sangue, desde que amarrado ao 1º escalão salarial’

Porque, idade por idade, há muito contratado praticamente com a mesma idade de muita gente a meio da carreira ou perto disso.

Por outro lado, pela primeira vez sou obrigado a reconhecer que, mesmo que indirectamente, o actual MEC conseguiu equivaler-se aos valteres&pedreiras na adjectivação dedicada aos professores que lhe desagradam. Somos sangue velho, portanto.

Agora é esperar que o princípio se alargue e venha sangue (e espírito) novo para o MEC, mas mesmo para o seu centro, que é para evitar este tipo de contorcionismos…

Numa nota enviada ao PÚBLICO esta quinta-feira, o gabinete de imprensa do MEC esclarece que Nuno Crato não anunciou qualquer vinculação extraordinária. Frisa que as frases captadas pela RTP foram proferidas a propósito de medidas tomadas pelo MEC para “dignificar” a função docente (como a prova de avaliação de conhecimentos e de capacidades para docentes) e que Nuno Crato ressalvou: “Temos de olhar não para este ano imediato, mas temos de olhar para o futuro, de ver isto a prazo”. Só depois disse: “Devido a aposentações de professores, em breve vamos  precisar de sangue novo(…).”

Na mensagem electrónica enviada ao PÚBLICO, o gabinete de imprensa do MEC não esclarece quantas vagas calcula que será necessário abrir nos quadros e quando poderá isso vir a verificar-se. Também não comenta o aviso da Comissão Europeia.

Se for a mental, digo já, com base no meu exemplo pessoal, que a malta não está nada bem e com vontade de partir a loiça quase toda, tirando a que possa ficar para as refeições do dia, a menos que seja prego no pão.

Conselho de Educação vai analisar situação dos professores

Novo presidente David Justino anuncia que pretende criar uma comissão especializada

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