Enrascados


Lá mais para o fim do dia, faço o guião dos saltos sobre a realidade.

Isso é um eufemismo?

Todavia, Filinto Lima, vice-presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), tem algumas questões a colocar. “A autonomia na área pedagógica é uma autonomia que nos interessa”, refere ao EDUCARE.PT. No entanto, há situações que, em seu entender, devem merecer bastante atenção. “Na redistribuição das horas letivas vai haver ‘guerrinhas’”, adianta. Essa gestão de horas poderá trazer complicações. Nas suas previsões, “vai trazer às escolas alguma instabilidade entre os próprios professores dos diversos grupos disciplinares”.

O que quer dizer isso exactamente?

E agora tornaram-se defensores da Constituição?

Não percebem a contradição entre defender o valor absoluto do Direito Natural e ao mesmo tempo o juspositivismo ou Direito Positivo de uma Constituição específica e com uma contextualização histórica (que, por acaso, muito têm criticado)?

Em entrevista à Agência ECCLESIA, Jorge Cotovio frisa que o que está em causa é o “direito natural”, também “consagrado na constituição”, dos pais “educarem os seus filhos da forma que entenderem”, de “escolherem a escola que mais se adapte às suas convicções de pensamento”, às suas crenças “religiosas”.

E depois há a parte divertida da coisa, que é considerar que a Educação de base confessional dos tempos pré-absolutistas é que seria o motor do desenvolvimento do país… 🙂

Confrontado com a questão da liberdade de escolha da escola poder ser entendida apenas como uma forma das escolas privadas obterem mais financiamento, em tempo de crise, o secretário-geral da APEC considera que essa é a posição defendida pelos setores da sociedade a quem “não interessa de forma alguma que a educação saia do perímetro do Estado”.

“Há uma campanha estratégica para denegrir o ensino privado, desde o Marquês de Pombal, há 250 anos, que sucede esta pressão do Estado para controlar toda a educação, porque sabe que ela é a base do desenvolvimento do país”, aponta Jorge Cotovio, reforçando que “a questão de base é a liberdade de escolha”.

 

[aqui]

 

 

Mmmmmmm…. há mentirosinhos de rabinho na boca pela costa…

FMI avisa que mais austeridade pode fazer implodir o país e o governo

O estado do país é como um baralho de cartas, um pouco mais de vento e poderá fazer cair todo o castelo. Pelo menos é assim que o Fundo Monetário Internacional olha para os próximos tempos.
E defende que mais austeridade só aumentará a tempestade no país: quer económica, quer social ou política.

Na última revisão ao Memorando de entendimento, o FMI avisa que, apesar de o programa estar a ser cumprido, há quatro riscos que poderão pôr em causa todo o trabalho. Primeiro, os peritos internacionais dizem que a recessão pode ser maior que o esperado. O ajustamento da economia vai tomando forma e o ambiente externo, “possivelmente mais fraco”, vai intervindo nas contas nacionais através, por exemplo, da redução do consumo. Em segundo lugar, o FMI lembra a missão quase impossível do governo: “A pura dimensão do ajustamento aumenta os riscos de implementação”, escrevem os peritos. Ou seja, são muitas medidas ao mesmo tempo e sobre vários assuntos.

O Pedrinho, o Miguelinho e o Vitorzinho andam a fugir com o rabinho a umas palmatoadas bem assentes, que deveriam ser o castigo básico para quem se esconde atrás dos outros quando diz bacoradas.

Quem não souber alemão, leia as cores. Quem souber pode clicar na imagem e vai dar ao Frankfurter Allgemeine Zeitung.

 

Euro sinks as Italian bond auction misses target

European Central Bank reported to have helped prop up Italian bonds as auction fails to reach hoped-for figure of €8.5bn.

Miguel Relvas tem «carinho» por «Geração à Rasca»

Portas defende legitimidade da «Geração à Rasca»

Olhó encavalitanço fresquinho. A delegação do PSD é de ir ás lágrimas… Ao menos a do PCP ainda é fotogénica…

Juventudes partidárias vão à manif

Juventude Socialista vai faltar e justifica a ausência por se tratar de um protesto de um movimento apartidário

Vários jovens deputados e representantes de juventudes partidárias vão juntar-se às manifestações do movimento «Geração à Rasca» que decorreram no sábado, em todo o país.

A deputada Rita Rato do PCP, Duarte Marques da JSD e José Gusmão do BE confirmaram já a presença no protesto. Já a Juventude Socialista (JS) refere, de acordo com a Lusa, que não vai estar presente em nenhum dos pontos onde se concentrarão as manifestações, por se tratar de um movimento apartidário.

Pedro Alves, presidente da JS defende que «não deve haver uma partidarização» e faz ainda uma critica ao dizer que o movimento está a ser «contaminado com agendas próprias» pelos partidos. No entanto, refere que alguns militantes do partido podem aderir ao movimento, visto que o movimento defende ideais comuns à estrutura e porque «não é um protesto contra ninguém» e por ser «uma tomada de consciência colectiva».

Duarte Marques afirma que estará presente na manifestação para apoiar as «500 mil pessoas, entre desempregados e em situação precária» e disse ainda que será acompanhado pelos deputados Leitão Amaro e Pedro Rodrigues do PSD.

Interessante (e transgeracional) no Expresso.