Empreendedorismo


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Tem mais de 100 anos, talvez já não esteja no prazo de validade… de uma revista Serões de 1904.

Contrato de 2,5 milhões para ex-colaborador de Passos

Fernando Sousa, antigo colaborador de Pedro Passos Coelho na Tecnoforma, empresa em que o atual primeiro-ministro foi consultor, ganhou um contrato público de 2,5 milhões de euros para “seleção, eliminação e inventariação das fontes documentais existentes nos Governos Civis”, através do Cepese (Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade).

500.000 contos para destruir papelada? Ó meus amigos, eu acabei de despachar pilhas e pilhas de papéis… e consigo fazer isso por um décimo do preço… só que não sou amigo do amigo do amigo. Nem nunca serei.

E nem percebo como uma função pública com excesso de pessoal não tem quem agarre em sacos de lixo e deite lá para dentro o que não interessa e leve até ao ecoponto mais próximo.

 

Exmo(a) Diretor(a) / Presidente
do agrupamento de escolas

Após a primeira apresentação da “Uniforme Público”, a 24, 25 e 26 de Março de 2014, via correio eletrónico a todos os agrupamentos de escolas nacionais.
Sendo um processo inovador (pioneiro) em Portugal, na educação nacional. Devidamente legalizado e originalmente legitimado, perante os órgãos de soberania e instituições educacionais.
Venho solicitar a V. Exa., que submeta requerimento ao Presidente do Conselho Geral do v/ agrupamento escolas, para que seja incluída na ordem de trabalho da próxima reunião ordinária ou extraordinária, a apresentação do projeto “DMS-inovar e empreender” (Desenvolvimento Métodos Serviços de uniformes escolares) e  “Escolas com sucesso-todos iguais e diferentes”.
Deliberando por votação a participação do v/ agrupamento de escolas no maior e melhor processo Pedagógico, educacional, social e económico nacional.
Aguardando de V. Exa. uma resposta, em conformidade com Lei, nomeadamente a Constituição da República Portuguesa, Código do Procedimento Administrativo e Decreto-Lei nº 75/2008.

Com os meus cumprimentos;

José Luis Alves
UNIFORME PÚBLICO
,
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Sorte minha… como presidente de um CG ainda não me chegou tal coisa… Este foi recebido nos serviços administrativos de um agrupamento, algures, no país.
.
Acrescento eu o vídeo promocional.

… de parte do que ontem se falou… da Educação vista como algo mais do que um mero negócio.

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Fonte:

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Sociedade entre Estado e Amorim acaba no PER com dívidas de 222 milhões

Recuperação da Finpro, empresa com forte participação nos resíduos e águas de Londres, nas mãos do grupo Caixa.

A discretíssima Finpro, sociedade gestora controlada pelo Estado, Banif e Américo Amorim, aderiu ao Processo Especial de Revitalização (PER).

Mas a estes reestruturam as dívidas, pois como poderia ser de outra forma?

Já viram bem quem se senta no Banif e no Grupo Amorim?

Tudo gente excelsa.

… e há que admitir que tanto discurso em torno da autonomia e empreendedorismo e necessita de gerar receitas e tal… deita por terra a moralidade para criticar estas coisas…

Ministério da Educação investiga utilização abusiva de escolas por privados

prometeu ao povo uma constituição; mas não disse para quando. Assim procedeu o delegado do ministério com a devolução dos vinte Euro, precedido pelo ministro das gravações.

 

o recibo não tem número de contribuinte! Isso é legal?

 

 

Fundos do BES investem milhões em empresas ligadas à família Espírito Santo

.Nada como angariar fundos para financiar o empreendedorismo familiar. E como o banco fica mesmo ali ao lado…

… ou então anda com demasiado tempo para gastar.

De: DGE (DGE) <dgidc@dge.mec.pt>
Data: 16 de Julho de 2013 às 15:36

Exmo.(a) Senhor(a) Diretor(a) de Agrupamento de Escolas / Escolas não agrupadas
Junto se envia, em formato PDF, o Referencial de Educação Financeira para a Educação Pré-Escolar, o Ensino Básico, o Ensino Secundário e a Educação e Formação de Adultos (versão em língua portuguesa e versão em língua inglesa) elaborado pelo Ministério da Educação e Ciência, através da Direção-Geral da Educação (DGE) e da Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional (ANQEP), em parceria com o Conselho Nacional de Supervisores Financeiros (Banco de Portugal, Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e Instituto de Seguros de Portugal) no quadro do Plano Nacional de Formação Financeira (PNFF).
Destinado aos docentes da educação pré-escolar, do ensino básico e do ensino secundário, o Referencial de Educação Financeira para a Educação Pré-Escolar, o Ensino Básico, o Ensino Secundário e a Educação e Formação de Adultos visa enquadrar a Educação Financeira no âmbito da Educação para a Cidadania e promover a sua operacionalização na escola, de forma ajustada à realidade de cada comunidade educativa e tendo em conta o desenvolvimento de parcerias.
O Referencial de Educação Financeira (REF), constituído como um documento orientador e um instrumento de apoio à prática educativa, foi aprovado por despacho do Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, de 30 de maio de 2013.
Organizado como um todo coerente, o REF obedece a uma estrutura comum, com várias partes, onde se apresenta uma proposta de abordagem específica de Educação Financeira para cada nível de educação, de ensino e de formação — educação pré-escolar, 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, ensino secundário e a educação e formação de adultos.
É constituído por temas globais, integradores de subtemas. Para cada subtema definiram-se objetivos que, por sua vez, são especificados em descritores de desempenho.
Os descritores de desempenho integram um conjunto de conhecimentos, capacidades, atitudes/valores e comportamentos necessários para a concretização do respetivo objetivo.
No quadro do Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, com alteração introduzida pelo Decreto-Lei n.º 91/2013 de 10 de julho, o REF pode ser utilizado em contextos muito diversificados, no seu todo ou em parte:
o             na dimensão transversal da Educação para a Cidadania;
o             no desenvolvimento de projetos e atividades que contribuam para a formação pessoal e social dos alunos;
o             na oferta complementar, nos 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico.
Os educadores, os professores, os formadores ou outros atores que tenham interesse em intervir na área da Educação Financeira, ao desenvolver um recurso de educação, ensino e formação (palestra, seminário, ação de formação, material de apoio, projeto, curso…), devem ter em conta o Referencial de Educação Financeira como sustentáculo para a concretização desse recurso, salvaguardando ainda os Princípios Orientadores das Iniciativas de Formação Financeira, anteriormente divulgado por esta Direção-Geral a todos os Agrupamentos de Escolas / Escolas não Agrupadas.
O Referencial de Educação Financeira para a Educação Pré-Escolar, o Ensino Básico, o Ensino Secundário e a Educação e Formação de Adultos, bem como outra documentação e sítios de apoio a esta área da educação para a cidadania, encontra-se também disponível no site da DGE:
Lisboa, 16 de julho de 2013
O Subdiretor-Geral da Direção-Geral da Educação

Luís Filipe Santos

Anexo (não incluo a versão ingalesa): Referencial de Educacao Financeira_final_versão port

Gente cuja passagem pelos meandros do poder tornou apetecível para funcionarem como ambiciosos testas de ferro de grupos estrangeiros que os usam como gazuas

Contrato polémico do BPN leva BIC a exigir ao Estado cerca de 100 milhões

… está a nascer uma escola privada graças ao empreendedorismo de uma novo e vigoroso líder sindical que nunca teve a ponta de nada a ver com a Educação.

A confirmar, até porque a rede escolar na zona dificilmente explicaria um nicho de mercado.

Do Jornal de Negócios, sem ligação para o artigo completo:

Após ter deixado o Europarque nas mãos do Estado, que foi obrigado, como avalista do equipamento, a assumir uma dívida de 31 milhões de euros, a Associação Empresarial de Portugal (AEP), contou novamente com a ajuda estatal para vender a Exponor em troca do seu passivo bancário. A Caixa Geral de Depósitos (CGD) e o Efisa, um dos activos do ex-grupo BPN “pendurado” na sociedade-veículo estatal Parparticipadas, são dois dos nove bancos credores da AEP que assinaram um acordo extrajudicial de recuperação da instituição.

(…)

O fundo Nexponor, a nova dona da Exponor, absorve todo o passivo bancário da AEP, que ronda os 50 milhões de euros.

E nós perguntamos… o que fez a AEP de relevante para o Estado assumir dezenas de milhões de euros de dívida do consulado de Ludgero Marques?

E não deixa de ser curioso que o único grande credor da AEP que não aceitou o acordo seja o angolano BIC, o tal que comprou o BPN…

A pressão está ao rubro.

Alega-se “corte nos financiamentos” para despedir.

É fácil. Como o Estado não controla os lucros dos “empreendedores” e essa é a fatia invariável dos encargos, corta-se na parte mais vulnerável.

Usam-se os exemplos lá de fora mas amputa-se que na Holanda os colégios privados com financiamento do Estado pagam remunerações aos gestores mas não podem acumular lucros para distribuir pelos coleccionadores de carros vintage.

E há muita coisa que não se diz.

Claro que, interrogando quem tem responsabilidades na AEEP para falar sobre isto, a desculpa é a do costume.

Resta saber se, como em tempos, o “desbloqueamento” será com uma intervenção humana mas iluminada pelo Espírito Santo.

DN8Mar13

Diário de Notícias, 8 de Março de 2013

Bancos portugueses alvo de dezenas de buscas por suspeitas de cartel

16 juízes e 25 procuradores, com a ajuda da PSP, procedem a mais de duas dezenas de buscas em, pelo menos, seis bancos por suspeitas de cartel em spreads e comissões. As buscas prendem-se com a “verificação de indícios de troca de informação comercial sensível no mercado nacional”, refere o Ministério Público.

Se os isaltinos continuam à solta, não será por aqui que veremos seja quem for dos ulricos & salgados a ser provado culpado de qualquer coisa.

Mas…

… a constituição de uma nova associação de escolas com interesse nos contratos de associação com o Estado, logo ali na zona Centro.

Nem a argumentação usada.

Deram agora um sinal de vida.

Deve ser do “projecto de gestão” que dizem existir.

Ou “projecto de subsídio”…

A verdade é que o MEC se quisesse poupar dinheiro, não o entregava para pagamentos “externos” se diz que tem professores a mais.

Se o MEC quisesse mesmo racionalizar os seus meios, em vez de clamar que há menos alunos, tentaria cativá-los para a rede que diz ter com excesso de meios.

Ou será que na zona Centro e em Coimbra há um oásis de horários-zero? Ahhh, já sei… é preciso contar com o custo das escolas…

João Rendeiro acusado de burla pelo Ministério Público

João Rendeiro, Fezas Vital e Paulo Guichard, ex-administradores do Banco Privado Português (BPP), são acusados pela prática do crime de burla qualificada, em co-autoria.

Não acredito que, com as excelente relações que tem, isto dê seja no que fora, mas…

O presidente do BES, Ricardo Salgado, recorreu aos três planos de ‘amnistia fiscal’ lançados pelos governos desde 2005, dirigidos a quem tem património escondido no estrangeiro.

O PCP está coberto de razão mas é ingénuo quanto à capacidade de muita gente intervir nesta matéria. stop.

Honório Novo afirmou que Franquelim Alves assumiu as funções de administrador do grupo SLN/BPN (Sociedade Lusa de Negócios/Banco Português de Negócios) sob as lideranças de Oliveira e Costa e Abdul Vakil.

«Durante a primeira comissão parlamentar de inquérito sobre o BPN, ficou patente que Franquelim Alves conhecia no princípio de 2008 tudo o que dizia respeito ao Banco Insular», designadamente, «um volume significativo de imparidades e de atos irregulares de gestão no grupo BPN/SLN», apontou Honório Novo.

De acordo com o deputado do PCP, nenhum desses factos sobre o Banco Insular Franquelim Alves comunicou ao Banco de Portugal, «como ele próprio reconheceu publicamente».

Num outro plano ainda me estou a rir perdidamente com a troca de cadeiras no Turismo.

Las madres de Montserrat publican su calendario erótico

Las madres del calendario erótico logran los fondos para el bus escolar

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