Emigra Tu!


… e, depois de conseguir a nacionalidade de um qualquer outro país, emigrar de lá para Portugal e beneficiar de uma política que é generosa e acolhedora para quem não seja indígena?

Pelo aspecto da senhora, nem precisamos mudar muito…

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Visão, 29 de Maio de 2014

… mas vamos ter de esperar pela recompensa que a espera no final do mandato.

Ministra das Finanças diz que emigração pode trazer benefícios ao país

… mas eram não qualificados

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Artigo 10.º
Benefícios
1 – Os partidos não estão sujeitos a IRC e beneficiam ainda, para além do previsto em lei especial, de isenção dos seguintes impostos:

a) Imposto do selo;
b) Imposto sobre sucessões e doações;
c) Imposto municipal de sisa pela aquisição de imóveis destinados à sua actividade própria e pelas transmissões resultantes de fusão ou cisão;

d) Contribuição autárquica sobre o valor tributável dos imóveis ou de parte de imóveis de sua propriedade e destinados à sua actividade;

e) Demais impostos sobre o património previstos no n.º 3 do artigo 104.º da Constituição;

f) Imposto automóvel nos veículos que adquiram para a sua actividade;
g) Imposto sobre o valor acrescentado na aquisição e transmissão de bens e serviços que visem difundir a sua mensagem política ou identidade própria, através de quaisquer suportes, impressos, áudio-visuais ou multimedia, incluindo os usados como material de propaganda e meios de comunicação e transporte, sendo a isenção efectivada através do exercício do direito à restituição do imposto;

h) Imposto sobre o valor acrescentado nas transmissões de bens e serviços em iniciativas especiais de angariação de fundos em seu proveito exclusivo, desde que esta isenção não provoque distorções de concorrência.

2 – Haverá lugar à tributação dos actos previstos nas alíneas c) e d) se cessar a afectação do bem a fins partidários.

3 – Os partidos beneficiam de isenção de taxas de justiça e de custas judiciais.

Da credibilização… da dignificação….

“Portugal tem de aproveitar a nova diáspora”

O Presidente da República apelou hoje aos emigrantes portugueses “em funções de destaque” para ajudarem o país sua “credibilidade” e “imagem”, com objetivo de contribuírem para um maior investimento estrangeiro e consequente crescimento económico.

Fácil, fácil… basta ver a naturalidade com que um governante encara o maior êxodo de Portugal da nossa História Contemporânea, com os anos 60 incluídos, só faltando prosa legitimadora do emérito Rui Ramos a explicar que isto é tudo por causa do Afonso Costa e do PREC.

Forma e conteúdo ao nível do Ensino Básico, hesitando se atribua a um aluno do 9º ano. Já lhe assinalaram as falhas na sintaxe, mas o neo-realismo português suave do conteúdo é que me faz questionar se o pensamento e o imaginário ainda não estarão presos algures…

A menos que isto tenha sido escrito por um assessor e, nesse caso, por amor de qualquer santa, despeçam-no já.

Amigos,

Este não foi o Natal que merecíamos. Muitas famílias não tiveram na Consoada os pratos que se habituaram. Muitos não conseguiram ter a família toda à mesma mesa. E muitos não puderam dar aos filhos um simples presente.

Já aqui estivemos antes. Já nos sentámos em mesas em que a comida esticava para chegar a todos, já demos aos nossos filhos presentes menores porque não tínhamos como dar outros. Mas a verdade é que para muitos, este foi apenas mais um dia num ano cheio de sacrifícios, e penso muitas vezes neles e no que estão a sofrer.

A eles, e a todos vós, no fim deste ano tão difícil em que tanto já nos foi pedido, peço apenas que procurem a força para, quando olharem os vossos filhos e netos, o façam não com pesar mas com o orgulho de quem sabe que os sacrifícios que fazemos hoje, as difíceis decisões que estamos a tomar, fazemo-lo para que os nossos filhos tenham no futuro um Natal melhor.

A Laura e eu desejamos a todos umas Festas Felizes.

Um abraço,
Pedro.

AnitaCoelho

Quase 25 mil desempregados optaram pela emigração

Para tentar insultar. Sim, porque isto de se alcançar a tentações é algo que se obtém sem grande trabalho, o difícil é a sua realização inteligente; um ser pensante fá-lo-ia sem recorrer a um meio de comunicação disponibilizado pela empresa privada a que foi votado para trabalho. N’est-ce pas?

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Que parte de um currículo profissional pode dar equivalência a uma cadeiras destas’? Aquilo do folclore?

  • 16 de Março:

Miguel Relvas garante que dívida das autarquias “é alta”

  • 19 de Março:

A dimensão das dívidas das autarquias é elevada, sublinha Miguel Relvas

  • 23 de Março de 2012:

Autarcas ameaçam Congresso do PSD

  • 27 de Março:

Dívidas das autarquias estão a cair

A dívida de curto prazo das autarquias está a cair desde Novembro do ano passado, revelou ontem no Parlamento o ministro dos Assuntos Parlamentares.

PSD disposto a flexibilizar reforma autárquica de Miguel Relvas

Nada que não se esperasse, quando – independentemente da idade – estamos a falar com miúdos traquinas e fanfarrões, que engrossam a voz com quem amocha e metem o rabinho entre as pernas com quem lhes levanta a voz de volta.

É o que acontece com o ministro Relvas que tanto estimo pela sua firmeza com desempregados, orfãos e pessoa desvalidas em geral e particular.

Já tinha acontecido com o seu amigo PM e Alberto João Jardim.

E com jeitinho ainda teremos o PS a reclamar uma qualquer vitória política com base na resistência dos autarcas laranja ao juvenil relvismo.

Mas o Relvas resolve. Nomeia mais um grupo de trabalho e já está.

Fracasso no emprego deixa portugueses nas ruas de Londres

Portugueses que estão a emigrar para o Luxemburgo em grandes dificuldades

Número de licenciados a emigrar aumentou 49,5%

Não é a questão da sugestão, por si só, é a percepção de não existir mesmo qualquer esperança na melhoria da situação.

E de não serem lapsos de linguagem, mas mesmo os sinais de uma (falta de) estratégia para o país.

Transportando a lógica para a escola e uma sala de aula, isto equivale ao ao director ou professor dizer aos alunos que não conseguem ter boas notas, para irem para escolas menos rigorosas ou turmas mais fracas porque, mantendo-se onde estão, não têm qualquer hipótese:

Não há empregos, nem países para a vida

Brasil, Alemanha, França e Suécia são alguns dos países que procuram trabalhadores portugueses diz Octávio Oliveira, presidente do IEFP.

(…)

O primeiro-ministro referiu que os docentes devem emigrar. Haverá países disponíveis para os receber?

O nosso sistema universitário tem gerado, nos últimos anos, um número apreciável de diplomados com saídas para a profissão docente. Hoje temos um contexto demográfico em que o número de jovens nas nossas escolas é cada vez menor. É evidente que uma fatia significativa de inscritos nos ficheiros dos centros de emprego tiveram uma actividade ligada à docência. Hoje há um conjunto de países como Angola e Moçambique que podem apresentar oportunidades para essas pessoas. São oportunidades que cá estão esgotadas e que podem ser aproveitadas. Fundamentalmente, a atitude deve ser de inovação de todos nós. Por parte dos serviços públicos de emprego em encontrar novas soluções que facilitem o ingresso no mercado de emprego. Também da parte das pessoas que estão desempregadas haver uma perspectiva inovadora do confronto dos seus requisitos, um diagnóstico de pontos fortes e fracos e o estabelecimento de uma estratégia de inovação na qual o serviço de emprego pode e deve ajudar.

Houve um aumento de 27% do desemprego entre os diplomados. Países como Angola e Brasil devem ser uma hipótese?

Penso que são países a considerar. Mas também é necessária uma atitude activa e não uma atitude passiva à espera que a solução apareça. Tem que ser o próprio a ter uma atitude activa e a encontrar a solução, não é só inscrever-se no centro de emprego, isso é pouco…

Acha que Angola, Moçambique e Brasil são hipóteses a considerar?

Admito que o mercado angolano em matérias de educação possa ter hipóteses.

E o giro é que depois, se as pessoas seguirem a recomendação, ainda se gabam de ter conseguido baixar os números do desemprego…

Em Arganil nascem tapetes “com um fator uau elevado”

Que meta o fator no …uau.

Uma nova vaga emigratória escolhe Angola como destino. É incentivada pelo Governo a fugir da crise em Portugal. Faz o percurso inverso dos que partiram nos anos 1960, chegando a um país onde a liberdade de expressão é limitada, a corrupção é endémica e as opiniões políticas ficam dentro de casa.

O Governo quer travar o regresso dos imigrantes aos países de origem, através de várias medidas a implementar nos próximos anos, diz o secretário de Estado adjunto do ministro dos Assuntos Parlamentares.

Feliciano Barreiras Duarte afirmou, este sábado em Fátima, no âmbito do Encontro Nacional das Migrações, que o objectivo é “aprofundar a aprendizagem da Língua Portuguesa” e “melhorar as  oportunidades ao nível do emprego e da habitação”.

O economista angolano Manuel Alves da Rocha defende que Luanda deve reservar os empregos para os nacionais.

Numa altura em que governantes portugueses apontam a emigração como uma possível saída para a crise, Alves da Rocha alerta que “Portugal está a exportar o seu desemprego para Angola”, o que poderá provocar “fissuras sociais”, recordando que “Angola tem uma elevadíssima taxa de desemprego”, estimada em 26%, e que a comunidade portuguesa no país já está avaliada em cerca de 130 mil pessoas.

Emigre!

Cavaco Silva, de certeza que estava a tentar que o levassem a sério quando afirmou que as suas reformas não chegam para pagar as despesas. Mas se assim é, dou-lhe um conselho: Saia da sua “zona de conforto”!
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Ouça o ministro almofadinha relvas. Agarre na Maria e vá para Angola, para o Brasil, para Moçambique, para Timor. Há mandatos presidenciais a terminar e, como são tudo democracias consolidadas e impolutas, com tão invejável currículo, certamente encontrará colocação.

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