Em Bicos de Pés


José Gomes Ferreira admite entrar na vida política

Jornalista diz estar disponível para um projeto político independente. Revelação é feita em entrevista ao “i”, a propósito do seu novo livro, “Carta a um Bom Português”.

Isto é tudo demasiado previsível… escrevem-se uns livros de generalidades sobre Economia e excelentes previsões a posteriori.

Falta o Camilo Lourenço.

DN22Set14

Diário de Notícias, 22 de Setembro de 2014

Eu ia reclamar o estatuto de Porthos, mas depois da parvoíce do primeiro chourição do país, fiquei sem saber…

 

Faltam o Abel e Nuno do extinto Ad Duo, o Nuno do também parado Educar a Esducação e o Fafe, por excesso de fotogenia.

O quarteto que dá voz aos professores na internet

O DN foi conhecer as caras por trás dos ‘blogs’ mais visitados da área da educação em Portugal e descobrir o que leva estes docentes a fazer horas extraordinárias atrás de um monitor.

 

Sim, eu sei, muito mais haveria a dizer, há quem prefira que se descarregue uma k7 em vez de responder ao que é perguntado, mas… that’s what you get… not what you want… 🙂

Agradecendo a gravação ao Calimero Sousa

Com um pouco mais dos 4000 caracteres pedidos… e uma (confesso que muito) ligeira desactualização por ter sido escrito 24 horas antes do inócuo pedido de desculpas.

PG Sol19Set14b

Sol, 19 de Setembro de 2014

… que teve o bónus de poder comentar, em primeiríssima mão, a conferência de imprensa de Nuno Crato sobre o “premente” assunto dos créditos horários, no momento em que a Bolsa de Contratações de Escola estava a prolongar o seu colapso e o processo de rescisões tinha sido declarado encerrado pelo secretário de Estado Casanova e um inenarrável mail de um director-geral.

Pelo meio, tem um momento inesquecível de luz e cor, com uma pen sem saber onde ser enfiada.

A ver se chego a tempo e se dá para falar, em especial, deste devario dos concursos, das rescisões, etc, etc.

Simpatizo com o André, mesmo quando discordo valentemente dele, embora nem seja este o caso, embora já esteja a tentar estender a confusão à CGD, para demonstrar que a banca “pública” (infiltrada desde o PS aos CDS por gestores da treta) é tão impura quanto a privada.

Mas, como eu já disse e repeti, a insurgência já teve muito melhores dias. Agora até anda por lá quem peça para ser insultado por mim.

Ora… quem me conhece sabe bem que um insulto em boca minha é pérola que não se desperdiça a pedido.

Quando um tipo se interroga sobre o sentido disto, há sempre o gosto de se estar acima dos blogues oficiosos do regime que está. Não é sempre, mas acontece com mais regularidade do que seria de esperar…

Os dados são de hoje… dia sem especiais polémicas por aqui…

Umb25Jun14

 

… e um tipo já nem dá por isso.

MegaJump-40-Million

Dizem-me que isto era coisa para dar dinheiro com publicidade, mas… não quero viver acima das minhas possibilidades.

Antero53(c) Antero Valério

… devo estar na SICN, depois das 23.00, a comentar o conflito entre os professores e este desgoverno.

Os distraídos andam a colocar nomes pessoais ao confronto, mas seria bom que as coisas ficassem claras. A existir guerra é entre uma classe profissional farta de levar pancada e ainda com capacidade para voltar a colocar-se na primeira linha contra o que é uma governação à margem da lei, de qualquer ética ou sentido de interesse nacional, que passou a ser confundido com o interesse particular de uma facção ideológica minoritária na sua própria área política, mas com a sorte de beneficiar de uma presidência amarada a si mesma e uma oposição globalmente inepta.

Quem critica os professores por poderem fazer greve talvez fizessem melhor em pensar no que seria uma sociedade em que esse direito tivesse desaparecido ou fosse exercido de acordo com os interesses da tutela, sendo sempre feita com modos fofinhos e no calendário pré-definido (as férias, enquanto existem).

Os alunos não são reféns dos professores. Pelo contrário, os professores estão a defender o seu futuro, que é comum ao dos seus próprios filhos.

O resto é conversa da treta e seria bom que o governo percebesse até que ponto esta greve vai além do que estava previsto nas sebentas dos seus consultores, assessores e demais bajuladores que, no geral, são tão ou mais incompetentes do que o gaspar.

Há quem ainda esteja convencid@ de que aquilo que digo, no plano das ideias ou no campo restrito da “política”, é diferente do que penso em privado e que os meus actos são ditados por uma agenda pessoal, em que o desempenho público é instrumental para atingir algo que me beneficie pessoalmente.

É um equívoco partilhado ainda por muita gente, dos “puros da luta” aos “puros do lobby”, passando mesmo por pessoas que, apesar de mais próximas, desentendem que alguém apareça a agir e falar sem um intuito ou suporte disfarçado, não compreendendo que em tempos eu admiti apenas pertencer ao MIM – Movimento Individual Minimal, numa opção umbiguista de desconfiança radical em relação à forma de fuincionamento dos colectivos.

A sério, se em termos pessoais posso ter mais do que uma faceta e do que um registo, na dimensão pública (à minha escala, nada de confusões) o que escrevo ou digo não visa ser o trampolim para um cargo de assessor (já estou velho para servir de bóbi acenador), consultor (não pagam assim tanto) ou outra coisa teoricamente mais sonante (não quero regredir assim tanto na carreira e não me apetece ir emagrecer pró ginásio para caber melhor nos fatos e nas fotos qual rangel ou amorim).

Quanto ao protagonismo, desculpem lá mas o meu ego já tem quase 100 quilos, não preciso disso para viver.

Sou professor por opção assumida e, por acaso, orgulho-me disso, mesmo se a dedicação nem sempre é exclusiva, porque a História foi a primeira tentação… e a essa eu cedo quando posso.

Relatório do FMI tem “erros incompreensíveis” na área da educação

O professor Paulo Guinote considera ainda que a divulgação do documento teve por objectivo deixar as pessoas em pânico.

O relatório do FMI contém “erros incompreensíveis” na área da educação, afirma Paulo Guinote, que participou esta segunda-feira no debate que decorre sobre a reforma do Estado, no Palácio Foz em Lisboa.

O professor considera ainda que a divulgação do documento teve por objectivo deixar as pessoas em pânico. “O efeito é assustar, é colocar as pessoas na defensiva, é criar um cenário de catástrofe eminente, e depois quando acontece apenas um pequeno terramoto, olha, estão a ver, afinal não foram assim tantos”, critica.

“A questão que se passa é a seguinte, nós nos últimos anos tivemos um movimento inaudito de aposentações de professores e de redução de contratados, os cortes de 20 e 25% que se dizem já foram feitos, portanto estes que se anunciam são em cima dos que estão feitos”, sublinha ainda o docente.

“O relatório do FMI em termos técnicos, na área da educação, tem incongruências, equívocos e erros perfeitamente incompreensíveis”, aponta Paulo Guinote.

Num debate que o Governo acompanha a par e passo através do secretário de Estado Adjunto do primeiro-ministro, Carlos Moedas, a educação foi um dos temas em análise.

E não é que ia chegando atrasado devido ao trânsito na A2? Foi às secas… chegar às 9.58 directamente para… daí estar sempre a mexer nos jornais (a volúpia do papel impresso 🙂 ).

O Calimero editou as partes mais supérfluas… então é assim… duas partes de Educação e uma de Feriados e Futebol..

… ficam os que sobram.

Fernando Ruas remete para “local próprio” resposta a um eventual convite para integrar governo

deste post de ontem, ligeiramente encurtado, mas com o essencial da argumentação. No Público. E depois acho que preciso de algumas férias… não podem ser só os representantes a fazer pausa lectiva quando não lecturam nada.

… a permanência de uma elevada oferta no Ensino Superior sem relação com a empregabilidade e a situação actual de iminente desemprego galopante dos professores, jovens e contratados, do Ensino Básico e Secundário.

Na TVI24, depois das 15 horas.

Expresso, 23 de Junho de 2012

Tudo tal e qual… como sempre.

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