Ela Controla


 

máqnista!

 

… até que, finalmente, conseguiu uma formação rapidinha entre greves.

 

… era o que a assunção clone queria dizer.

Merkel pede mais cinco anos de esforços

A chanceler alemã considera que a crise da zona euro ainda está longe do fim, pelo que pede aos países membros mais austeridade e reformas estruturais.

Vendem-nos os submarinos e depois chamam-nos despesistas.

Página 9 do manual. E quem se terá esquecido de rever o documento?

O Diário Económico continua a dar espaço sempre aos mesmos, às mesmas vozes, as mesmas atitudes. Percebe-se o objectivo, mas já cansa e só convence os convencidos.

“Suspensão da avaliação de professores foi um episódio sem significado no longo prazo”

Exmo(a). Sr(a). Director(a) / Presidente da CAP / Gestora

Estando a decorrer uma Greve ao Serviço Docente Extraordinário, torna-se necessário recolher informação acerca da mesma. Assim foi criada uma aplicação que permite o carregamento diário dos dados. Este inquérito está disponível no Sistema de Informação da Direcção Regional na opção “Horas extraordinárias”

Solicita-se que em cada dia a escola carregue os dados referentes ao dia anterior. A plataforma estará disponível amanhã.

Agradeço antecipadamente o esforço que certamente todos iremos fazer no sentido de manter um registo diário de actualizações.

Com os melhores cumprimentos,

António Leite

Reparem no número mais recente do Jornal de Letras… e digam lá se algo mudou…

Posso fazer uma aposta sobre um certo e determinado apoio da FLAD daqui por uns tempos?

Solicita-se a receita mais apropriada.

____________________________________________________________________
Parabenizar, a propósito do “Objectos” anterior, resEdit, Caravela e matilde. Todos os outros também, pelo esforço fracturante. Diplomas e prémios é que não há, o governo não enviou os cheques, nem para aqui – nem para as escolas.

Com Fafe Ninguém Fanfe

Artigo de Paulo Trigo Pereira no Público de hoje, muito importante por tudo aquilo que deixa entrever sobre os métodos opacos do Governo e do Ministério da Educação em matéria de gestão da informação, mesmo para os organismos-satélite que cria. Haverá sempre alguém disponível para assumir o lugar, em nome da vaidade e do currículo.

O problema é que, como se sabe por diversas pistas, o ME não está interessado em mais do que estudos que legitimem a posteriori as suas políticas, mesmo que os factos e dados não se adequem. O autor elogia Maria de Lurdes Rodrigues pela criação e parece culpar apenas esta equipa pela opacidade dos métodos. Mas isso é apenas um detalhe da cronologia. Estivesse MLR à fente do ME e as coisas seriam as mesmas.

O Observatório das Políticas Locais de Educação não foi criado para estudar, analisar, abrir perspectivas novas. Foi criado para, como um qualquer Conselho de Escolas ou aqueloutro Observatório destinado a descomprovar que existe violência nas escolas, validar o que se pretende fazer.

Obviamente demiti-me

Acabo de apresentar a demissão do Observatório das Políticas Locais da Educação ao secretário de Estado da Educação. Numa sociedade algo aberta, como a em que vivemos, não basta fundamentar as políticas públicas na legitimidade democrática dos governantes, é preciso fundamentá-las tecnicamente e argumentar a seu favor no espaço público para que se tornem mais consensuais. Quer por razões de interesse pessoal dos que perdem com as reformas, quer pelos que estão convictos de que o interesse público seja outro, haverá sempre oposições e resistências, mas o diálogo fundamentado aumenta a consensualidade das políticas.

Discute-se hoje o reordenamento da rede escolar e o fecho de escolas pequenas que obviamente tem um efeito negativo na vida das aldeias e vilas, mas terá um efeito mais positivo, espera-se, no aproveitamento escolar dessas crianças. Mas o que seria útil era dispor de estudos portugueses, de preferência de instituições independentes do ministério, que demonstrassem que as taxas de insucesso são de facto mais elevadas nessas escolas pequenas. Assim se contrariaria o argumento de que por detrás desta medida estão apenas razões financeiras.

A formulação de políticas deve ser acompanhada por mecanismos de acompanhamento, monitorização e avaliação. É nesse sentido que foi criado o Observatório das Políticas Locais da Educação (OPLE), no essencial para acompanhar o processo de descentralização de competências para os municípios, mas também para equacionar o que deve ser descentralizado e o que deve ser desconcentrado para os agrupamentos de escolas. Teve como entidades fundadoras o Ministério da Educação, a Secretaria de Estado da Administração Local e a Associação Nacional de Municípios e entidades parceiras centros de investigação de seis universidades portuguesas (http://www.observatoriople.gov.pt).

Maria de Lurdes Rodrigues teve a importante iniciativa de criar o Observatório e convidou-me para conceber o OPLE, com Jorge Martins, e a coordenar a respectiva comissão científica. Desde logo aceitei com uma única condição: os centros de investigação e todos os outros investigadores devem ter acesso aos dados-base (GEP, Gave, GGF e MISI), preservando obviamente o anonimato do aluno e da escola.

O OPLE foi criado em Abril de 2009 e em Julho de 2010 os dados das provas de aferição (Gave) para um conjunto restrito de municípios, após múltiplas solicitações, nunca foram fornecidos. Como é possível ter uma política de combate ao insucesso escolar se não se disponibiliza à comunidade a informação necessária para compreender as suas causas? Como aferir da qualidade das actividades de enriquecimento curricular ministradas, ultrapassando a mera quantificação de número de actividades e alunos envolvidos, necessários para se passar o cheque para as entidades promotoras? Que empenho se espera que a comunidade científica, que contribui pro bono para o OPLE, tenha se a matéria-base para a sua investigação lhe é sonegada?

Após algumas diligências e contactos, a atitude da actual equipa governativa tem sido pautada pelo silêncio. Por isso acabo de apresentar a minha demissão ao secretário de Estado da Educação. Tenho, ainda, uma ténue esperança de que o OPLE possa vir a ser aquilo para que foi criado, resolvendo o problema do acesso aos dados, e clarificando, eventualmente alterando-o, o seu modelo institucional. A bem de uma sociedade aberta.

Paulo Trigo Pereira

Coordenador do Mestrado de Economia e Política Públicas (ISEG). Ex-coordenador da Comissão Científica do OPLE

Hoje, fora do meu horário lectivo, tentei aceder ao painel de controlo do Umbigo para postar qualquer coisita no final do período de almoço, para o que tentei entrar no site do WordPress.com a partir de um computador instalado na minha escola e dependente da rede do ME e não da conta geral da Telepac.

Qual não foi o meu espanto quando fui redireccionado, recebendo a seguinte mensagem:

“Esta página existe por omissão em resposta a endereços inexistentes (“Not Found”) na plataforma de serviços central da Rede Escolar (Edu.PT).”

Seguindo-se um número de contacto para resolução de problemas.

Testei em seguida várias outras hipóteses e percebi que o WordPress estava bloqueado, mas o Blogger não, assim como outros serviços que alojam blogues. Algo que na semana passada não acontecia quando no mesmo horário tinha feito o mesmo.

O Facebook está bloqueado, mas outros sites bem menos inocentes não estão.

Internamente disseram-me que este tipo de restrições é exterior aos meios da escola.

Não vou entrar em teorias da conspiração, de pura incompetência técnica ou de censuras selectivas.

Apenas fiquei a saber que aquela rede de blogues dos grupos disciplinares de que se falou numa reunião recente de delegados terá de precisar – ao que parece – de salvo-conduto de alguém para poder alojar-se no WordPress.

Estranho

Espero que tenha sido passageiro.

Espero mesmo.

Dificilmente Maria de Lurdes Rodrigues, ou alguém a seu mando directo, lavraria prosa tão inflamada como a que Paulo Chitas assina na Visão de hoje. O que está em causa nem sequer é a confusão entre informação e opinião num texto em que se pretende fazer o ponto da situação.

É pura e simplesmente atropelar os próprios números que se apresentam. Repare-se como o quadro sobre o investimento em educação se percebe o súbito desinvestimento em 2006, com a primeira queda da década e nada suave. Mas Chitas diz que o investimento foi estável.

Estranhamente, e porque os dados orçamentais estão disponíveis até 2008, a série chega apenas até 2006.

Porquê?

A OCDE deu a resposta esta semana. O investimento em Educação desceu para 5,6% do PIB em 2006 e de lá para cá a evolução deixa muito a desejar…

Visao10Set09a

Será que Maria Campos também?

De: DGRHE.MEducacao@dgrhe.min-edu.pt
[mailto:DGRHE.MEducacao@dgrhe.min-edu.pt]
Enviada: terça-feira, 23 de Junho de 2009 23:55
Cc: recipient list not shown:
Assunto: Avaliação de desempenho do Pessoal Docente

Exmo (a). Senhor(a)
Presidente do Conselho Executivo / Director Executivo

No seguimento de email enviado anteriormente, informamos que já estão já disponíveis no seguinte endereço http://sc.dgrhe.min-edu.pt/fichas/ as fichas de avaliação em formato electrónico.
O acesso à área do avaliado – fichas de auto-avaliação – está disponível para todos os docentes.
O acesso à área do Director e do Avaliador é restrito e ficará acessível posteriormente.

Com os melhores cumprimentos,

A DGRHE – Direcção Geral dos Recursos Humanos da Educação

E já viram que a DGRHE até  cumprimenta os destinatários? Não é ninguém em particular, é todo o organismo…

From: DGRHE.MEducacao@dgrhe.min-edu.pt
[mailto:DGRHE.MEducacao@dgrhe.min-edu.pt]
Sent: segunda-feira, 1 de Junho de 2009 9:22
Subject: Questionário – para preenchimento

Caro (a) Professor (a),

Junto se envia um questionário, com o qual uma equipa de especialistas procederá à avaliação da formação realizada no âmbito da Avaliação do Desempenho Docente, a qual decorreu ao longo do último ano nos Centros de Formação de Associação de Escolas.
As informações que vai partilhar connosco são da maior importância para se obterem resultados acerca da realidade existente. Neste sentido, pedimos-lhe que responda a todas as questões, apresentando a informação o mais completa possível e considerando que não há respostas
correctas nem respostas erradas.
Os dados obtidos serão usados exclusivamente no âmbito desta avaliação, garantindo sempre o anonimato dos respondentes.
Muito obrigado(a) pela colaboração

Link para o questionário: https://servicos.dgrhe.min-edu.pt/InqueritoAD

Se for necessário, alguma orientação “técnica”, deverá ser incluída no fim.

O Inspector

Mail chegado de fonte mais do que fidedigna, omitindo-se naturalmente a identificação e especificidades que permitam aborrecimentos aos remetentes:

Tu tb já o sabias. Mas imaginavas que eram pagos para andarem lá o dia inteiro?
A nossa amiga (XYZ) conhece um (há muito tempo) que lhe contou da recente contratação pelo ME. Ele foi contratado para andar todo o dia a ler os blogs mais lidos. É esse o seu trabalho no ME, e recebe para isso. às tantas foi contratado como GRI!
O “triste” do CAE  à escola na 5ª feira passada e disse:
“Sabe que não é nada bom para a vossa imagem o que aparece nos blogs?”
Vê bem ao que isto chegou!

dgrhedgrhe1

Entra-se por aqui.

É óbvio que este tipo de função deveria estar a cargo da supervisão do CCAP, mas a partir do despacho dos ovos, já estou por tudo.

E como se vê, é tudo em prol da autonomia das escolas.

Para além disso contraria frontalmente o que está no DR 2/2008. Sem diploma legal que cubra esta invenção, penso que ninguém será obrigado a aceder a ela e entregar os seus Objectivos Individuais desta forma.

Ex.mo Senhor
Presidente do Conselho Executivo/ Director Executivo
Tem sido evidenciada pelas escolas a necessidade de dispor de uma ferramenta informática de apoio ao desenvolvimento da avaliação de desempenho de docentes, que permita o registo e controlo, pela própria escola, dos procedimentos e fases do processo.
Neste sentido, a DGRHE desenvolveu uma aplicação de suporte à avaliação de desempenho, que pretende contribuir para agilizar procedimentos e apoiar avaliadores e avaliados, designadamente no preenchimento das fichas de avaliação e de autoavaliação.
Para utilizar esta facilidade, os agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas devem aceder à aplicação através do endereço https://concurso.dgrhe.min-edu.pt/AvaliacaoDesempenho2008 e seguir as respectivas indicações de preenchimento.
Nos casos em que as escolas necessitem de esclarecimentos sobre o funcionamento da aplicação, estes devem ser colocadas pelo respectivo órgão de gestão, através da aplicação pergunta e resposta que está disponível no seguinte endereço https://concurso.dgrhe.min-edu.pt/PerguntaResposta2, podendo consultar sempre que pretender e podendo inserir perguntas das 10h às 18 horas.
Lisboa, 15 de Outubro de 2008.
Com os melhores cumprimentos,
A DGRHE – Direcção Geral dos Recursos Humanos da Educação