É Uma Limpeza!


Porque estavam 15 mil milhões da PT investidos no GES? Porque sim, disse Zeinal Bava

Reparem que o investimento era o dobro do que valeu a empresa ao ser vendida…

Grande garanhão da gestão este Zeinal… e a maioria dos deputados come, engole em seco e cala-se, porque lhe inveja a indemnização aos 40.

Espectacular a parte do “porquê?” e do “não disse nada” na Marina Mortágua.

a tuítar qualquer coisa que lhe passe pela mona. Eu até tenho compadres do Benfica, sobrinh@s do Fêcêpê e tudo.

Nem me daria ao trabalho de lá ir atormentá-la, porque aquilo é muita laca.

Sou muito tolerante com as pessoas profundamente equivocadas nas suas convicções. Mas ainda bem que assim é, pois a “luz” não pode nascer para todos ou então ainda acabamos todos encandeados.

O do BCE, que fala um inglês quase irrepreensível é quase como o Novo Banco. Uma criatura nova com as insuspeitas qualidades do velho, o falido, o desacreditado.

Quando dirigia o Banco de Portugal deixou o BCP-Millenium derrapar para uma situação pré-(?)catastrófica. Agora, como qualquer coisa na Europa, aparece com o ar do mais rigoroso regulador.

Ainda acaba em qualquer coisa do FMI ou do Banco Mundial. essa é que é essa. Estamos a ficar bons na exportação de medíocres de sucesso.

… vai-se tornando a regra.

Dirigentes têm um mês para escolher funcionários públicos dispensáveis

 

Governo reforça argumentos para despedir no Estado

Nova proposta do Governo diz que segurança no emprego no Estado “não é um direito absoluto”.

Então há outros direitos que não são, por certo, “absolutos, certo?

Importar-se-ia o secretário Rosalino de teorizar sobre o tema?

Agora que lhe(s) parece que a Constituição já deve ser um referencial?

O Governo diz que o regime que irá substituir a mobilidade especial não pretende “nunca pôr em causa” o “direito fundamental à segurança no emprego”. Porém, também deixa claro que a segurança no emprego no Estado “não é um direito absoluto” e deve ter em conta “interesse público”, previsto na Constituição, e o “dever de boa administração”.

Ou será possível que por “boa administração” se entenda a devida alocação dos meios e recursos e não a dispensa dos funcionários do Estado para se fazerem contratos com escritórios de amigos e conhecidos?

 

Adivinhem lá porquê…

Qualquer cidadão comum para receber qualquer pagamento extra do Estado precisa apresentar uma declaração a provar que não tem dívidas ao Estado…

Neste caso parece ser o passaporte para receber mais milhões…

Visao18Abr13

Visão, 18 de Abril de 2013

 

Merkel avisa que conjuntura económica será mais difícil em 2013

Plano da troika leva a corte inédito na despesa com comida

Em relação à obrigatoriedade da observação de aulas para a avaliação dos professores nos 2º e 4º escalões há duas leituras, porque a leizinha é daquelas escritas com os cotovelos e dois neurónios em repouso.

  • Há quem interprete que todos os docentes dos 2º e 4º escalões devem ter aulas assistidas, mesmo que já tenham passado pelo processo antes, apenas podendo a posteriori recuperar a avaliação anterior, caso a considerem mais favorável.
  • Há quem interprete que os docentes que já tiveram aulas assistidas, caso não queiram melhorar a sua avaliação, podem desde já dispensar a tal nova observação de aulas.

Ora bem… eu proponho uma coisa, que recupero do que já propus do primeiro ciclo de avaliação, perante este cenário: que toda a gente nestes escalões requeira as aulas assistidas, mesmo sem precisar, e não se chateie muito com o assunto, pois poderá sempre recuperar a avaliação já feita.

E assim serão necessários mais formadores nas bolsas, há mais hipóteses de incompatibilidades e impossibilidades, assim como escusas bem legítimas, a coisa complica-se e, em boa verdade, assume-se como palhaçada o que palhaçada é.

Já sei que não devo ter sorte com a ideia, mas…

Professor sem colocação volta à aldeia onde nasceu para se dedicar à agricultura.

Chegou por mail…

Pai  diretor, filha com colocação

Foi literalmente aos molhos que os funcionários da sede nacional do CDS-PP levaram nos últimos dias de Dezembro de 2004 para o balcão do BES, na Rua do Comércio, em Lisboa, um total de 1.060.250 euros, para depositar na conta do partido. Em apenas quatro dias foram feitos 105 depósitos, todos em notas, de montantes sempre inferiores a 12.500 euros, quantia a partir da qual era obrigatória a comunicação às autoridades de combate à corrupção.

Não só, mas também a forma como o banco público tem sido pilhado para salvar os privados (em especial bancos seus concorrentes), num vergonhoso exemplo de encostanço liberal ao Estado, quando os mercados apertam.

Caixa regista prejuízo de 12,7 milhões de euros no semestre

Porque é claro que, com o desemprego qualificado tão baixo, só se conseguia alguém com este tipo de solução de recurso.

A Fundação EDP contratou uma funcionária para a secção de arte que é sobrinha-neta de Eduardo Catroga, presidente do Conselho Geral e de Supervisão da EDP. A nomeação está a causar desconforto entre sectores do grupo EDP que não poupam Catroga nem o administrador executivo da fundação que tem sido também o seu rosto público, Sérgio Figueiredo.

Mas é claro que ao pintelho man ninguém diz nada porque tem as costas quentes por Belém e ainda é necessário consolá-lo por não ser o verdadeiro ministro.

Mesmo se assim ganha mais e tudo.

E já agora… mas por que raios a EDP precisa de uma Fundação? Para fazer navegar uns fundos à margem do fisco? Para comprar arte a alguém?

Santana Castilho, hoje, no Público:

A quem fala manso e age duro, urge responder com maior dureza. Lamento ter que o dizer, mas há limites para tudo. Como? Assim a classe me ouvisse. Crato vergava num par de semanas.

O destaque é colocado no texto disponível no seu (?) blogue.

Pronto, já temos líder… vamos lá juntar os movimentos, mais estes e aqueles zombies (a expressão é dele), e prestar vassalagem ao ministro-que-ainda-quer-ser já que não foi.

E se, numa eventual remodelação de rentrée, Passos Coelho o convidasse para MEC? Confesso que dava de bom grado, sem pedir inconstitucionalidade, o subsídio de Natal para ver…

UTAO encontra erro que faz receita dos impostos indirectos cair quase o dobro do anunciado pelo Governo

A menos que seja dentro de uma daquelas bolhas à japonesa…

Praia de Alburrica está já “em estudo”

Barreiro quer ter cinco praias próprias para banhos em 2015

(…)

A campanha de recolha de amostras começa em Maio e o delegado de saúde do Barreiro, Mário Durval, acredita que os resultados vão ser diferentes dos que foram registados em 2011. “No ano passado fizemos análises e a água ainda não estava em condições. Acredito que este ano os resultados vão ser diferentes”, diz o responsável pela saúde pública no concelho.

De acordo com o ministério do Ambiente, a praia de Alburrica está “em estudo” desde 2011 com o objectivo de classificar a zona como balnear. Caso os resultados da monitorização em curso o justifiquem, a Administração de Região Hidrográfica do Tejo (entretanto integrada na nova Agência Portuguesa do Ambiente e da Água) admite a possibilidade de alargar a área em estudo.

A Câmara do Barreiro quer estender essa possibilidade às praias de Barra-a-Barra, Copacabana, Palhais e Ponta do Mexilhoeiro. Segundo o delegado de saúde, a campanha de amostragem já engloba os cinco locais, embora só um esteja oficialmente na “corrida” pela classificação.

Para ser levantada a interdição e ser aceite a candidatura das praias a zonas balneares é necessário recolher amostras da água do Tejo com resultados positivos ao longo de três anos consecutivos. Assim, na melhor das hipóteses só em 2015 será possível obter a classificação.

As praias fluviais do Barreiro estão interditas há “sete ou oito anos”, segundo Mário Durval. Mas nem por isso os banhistas deixaram de as frequentar – sobretudo a praia de Alburrica e a Ponta do Mexilhoeiro. No Verão é frequente ver pessoas a usufruir do tempo quente naqueles areais e a falta de qualidade da água não afasta as pessoas do rio. “Não podemos ter um polícia atrás de cada pessoa”, sustenta o delegado de saúde.

A sério, não se metam nisso, a menos que tenham uma PPP com umas clínicas dermatológicas e/ou alergológicas.

Quanto ao pessoal que continua por lá – é verdade, até andam às lambujinhas – temos de nos lembrar que são, principalmente, sobreviventes (ou os seus descendentes já com as mutações genéticas incorporadas) dos gases da CUF/Quimigal dos anos 60 aos anos 80 quando, só para exemplificar, as grades de ferro da estação de comboios do Barreiro A duravam menos de um ano sem ficarem completamente corroídas pelo ar puro.

Para além disso, há sempre que pensar que estar na praia ali defronte para o skyline formado pelas estruturas da Siderurgia (a vista de Palhais é magnífica), do eixo Seixal-Amora-Corroios-Almada e da Lisnave (vista de Alburrica) e com os despojos da Fisipe atrás sempre é melhor do que tomar banho no Mar Negro ao lado dos restos de um submarino atómico.

Para quem pense que estou a exagerar, e apesar da minha capacidade para fotografar a zona de forma que ilude a poluição que não desaparece em menos de uma geração daquelas águas, é só esperar pelas análises… a menos que sejam feitas na banheira salgada da dona Joaquina.

Expulsem-se os professores.

E afundem-se-lhes os barcos, descarrilem-se-lhes os comboios, despistem-se-lhes os carros e expludam-se-lhes os aviões mal saiam!

… transformar as horas de escola em horas de apoio ao refeitório, para acompanhamento dos alunos durante as refeições?

Ao que parece, é, não interessa agora em que terra.

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