É Só Coisas Boas!


Porque estavam 15 mil milhões da PT investidos no GES? Porque sim, disse Zeinal Bava

Reparem que o investimento era o dobro do que valeu a empresa ao ser vendida…

Grande garanhão da gestão este Zeinal… e a maioria dos deputados come, engole em seco e cala-se, porque lhe inveja a indemnização aos 40.

Espectacular a parte do “porquê?” e do “não disse nada” na Marina Mortágua.

… quando sabe que nenhum dos presentes lhe vai dar a devida resposta?

O do BCE, que fala um inglês quase irrepreensível é quase como o Novo Banco. Uma criatura nova com as insuspeitas qualidades do velho, o falido, o desacreditado.

Quando dirigia o Banco de Portugal deixou o BCP-Millenium derrapar para uma situação pré-(?)catastrófica. Agora, como qualquer coisa na Europa, aparece com o ar do mais rigoroso regulador.

Ainda acaba em qualquer coisa do FMI ou do Banco Mundial. essa é que é essa. Estamos a ficar bons na exportação de medíocres de sucesso.

Escreve o Paulo Prudêncio que o actual MEC fez declarações muito assertivas quanto à sua vontade acabar com a “indignidade” dos horários-zero.

Não vi, nem ouvi, mas acredito no Paulo e na imprensa, pelo que vou contribuir para esse desiderato que Nuno Crato – matematicus emeritus et pluribus unum e coiso e tal – repete há já algum tempo, com uma proposta.

É a modos que assim:

Em finais de Setembro do ano passado o MEC afirmava que existiam cerca ou perto de 1200 horários-zero (em 2012 eram mais de 1700), que ao longo do ano se foram reduzindo. Agora parece que andarão por menos de um milhar.

Então, a opção será criar um programa de rescisões para professores, com majoração da compensação nos grupos com mais horários-zero, receber os pedidos e despachá-los em tempo útil – digamos… em Julho? – numa quantidade apreciável. Digamos que mais de 1500, quase 2000 devem ser suficientes.

Fazendo as coisas, é capaz de dar certo. 900 horários-zero, 1800 rescisões… e vão dois, noves fora, nada. Se falhar, usa-se o teorema de Fermat.

E depois, ao preparar o arranque do ano, ter isso resolvido e evitar normalidades.

Escrevi bem… normalidades. Porque estamos fartos de arranques de ano normais. Já o ano passado foi o mesmo. Um arranque normal.

Para quando um arranque anormal, em que não aconteçam coisas como esta, descrita por um@ director@, algures em transe no país real?

Vários docentes aparecem nas listas definitivas de retirados da mobilidade interna por lhes ter sido atribuída componente letiva sem que tal se tivesse verificado.
Grupo de docência em que se declarou um docente para ACL – esse docente aparece retirado por atribuição de componente letiva (sem que tal se tivesse verificado) e são colocados mais 2 docentes.
Docentes do quadro de um agrupamento a exercer funções por mobilidade interna, em 13/14, noutro agrupamento aparecem na lista dos retirados por ter sido atribuída componente letiva sem que nem o agrupamento de provimento nem aquele em que se encontravam em mobilidade tenham declarado ter serviço. – Ficam em que agrupamento?
Docentes que declararam querer regressar ao quadro de origem, declaram ter informado as duas direções, têm horário nos dois agrupamentos e aparecem como não colocados. 
Docentes colocados em 13/14 por DCE, situação não validada para 14/15, para quem se declarou não haver serviço – aparecem retirados por atribuição de componente letiva.
Docente que em 13/14 exerceu funções noutro agrupamento por mobilidade interna – esse agrupamento declarou não ter serviço mas o agrupamento a cujo quadro pertence declara ter serviço – o docente aparece retirado por atribuição de serviço mas colocam outro docente – fica a dúvida: o serviço letivo a que se referem é o da escola de origem? Então para que colocaram outro docente? 
O que questiono é quem é que retirou ou docentes, quem é que indicou ter serviço e para que agrupamento vão – especialmente os casos em que as duas escolas declaram não ter serviço.

 

 

N.S.A. Collecting Millions of Faces From Web Images

The National Security Agency is harvesting huge numbers of images of people from communications that it intercepts through its global surveillance operations for use in sophisticated facial recognition programs, according to top-secret documents.

The spy agency’s reliance on facial recognition technology has grown significantly over the last four years as the agency has turned to new software to exploit the flood of images included in emails, text messages, social media, videoconferences and other communications, the N.S.A. documents reveal. Agency officials believe that technological advances could revolutionize the way that the N.S.A. finds intelligence targets around the world, the documents show. The agency’s ambitions for this highly sensitive ability and the scale of its effort have not previously been disclosed.

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(c) Antero Valério

… em que os básicos e secundários vivem há anos.

No caso da A3ES é notória a falta de confiança do MEC na acreditação que tem andado a ser feita aos cursos. Por acaso, é daquelas coisas em que não está completamente errado, porque – como no não-superior – há gente a avaliar que não parece ter a devida competência para o fazer e, mais grave, ter evidentes conflitos de interesses na avaliação feita.

Pub30Nov13

Público, 30 de Novembro de 2013

Já cá canta!

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… ou então anda com demasiado tempo para gastar.

De: DGE (DGE) <dgidc@dge.mec.pt>
Data: 16 de Julho de 2013 às 15:36

Exmo.(a) Senhor(a) Diretor(a) de Agrupamento de Escolas / Escolas não agrupadas
Junto se envia, em formato PDF, o Referencial de Educação Financeira para a Educação Pré-Escolar, o Ensino Básico, o Ensino Secundário e a Educação e Formação de Adultos (versão em língua portuguesa e versão em língua inglesa) elaborado pelo Ministério da Educação e Ciência, através da Direção-Geral da Educação (DGE) e da Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional (ANQEP), em parceria com o Conselho Nacional de Supervisores Financeiros (Banco de Portugal, Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e Instituto de Seguros de Portugal) no quadro do Plano Nacional de Formação Financeira (PNFF).
Destinado aos docentes da educação pré-escolar, do ensino básico e do ensino secundário, o Referencial de Educação Financeira para a Educação Pré-Escolar, o Ensino Básico, o Ensino Secundário e a Educação e Formação de Adultos visa enquadrar a Educação Financeira no âmbito da Educação para a Cidadania e promover a sua operacionalização na escola, de forma ajustada à realidade de cada comunidade educativa e tendo em conta o desenvolvimento de parcerias.
O Referencial de Educação Financeira (REF), constituído como um documento orientador e um instrumento de apoio à prática educativa, foi aprovado por despacho do Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, de 30 de maio de 2013.
Organizado como um todo coerente, o REF obedece a uma estrutura comum, com várias partes, onde se apresenta uma proposta de abordagem específica de Educação Financeira para cada nível de educação, de ensino e de formação — educação pré-escolar, 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, ensino secundário e a educação e formação de adultos.
É constituído por temas globais, integradores de subtemas. Para cada subtema definiram-se objetivos que, por sua vez, são especificados em descritores de desempenho.
Os descritores de desempenho integram um conjunto de conhecimentos, capacidades, atitudes/valores e comportamentos necessários para a concretização do respetivo objetivo.
No quadro do Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, com alteração introduzida pelo Decreto-Lei n.º 91/2013 de 10 de julho, o REF pode ser utilizado em contextos muito diversificados, no seu todo ou em parte:
o             na dimensão transversal da Educação para a Cidadania;
o             no desenvolvimento de projetos e atividades que contribuam para a formação pessoal e social dos alunos;
o             na oferta complementar, nos 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico.
Os educadores, os professores, os formadores ou outros atores que tenham interesse em intervir na área da Educação Financeira, ao desenvolver um recurso de educação, ensino e formação (palestra, seminário, ação de formação, material de apoio, projeto, curso…), devem ter em conta o Referencial de Educação Financeira como sustentáculo para a concretização desse recurso, salvaguardando ainda os Princípios Orientadores das Iniciativas de Formação Financeira, anteriormente divulgado por esta Direção-Geral a todos os Agrupamentos de Escolas / Escolas não Agrupadas.
O Referencial de Educação Financeira para a Educação Pré-Escolar, o Ensino Básico, o Ensino Secundário e a Educação e Formação de Adultos, bem como outra documentação e sítios de apoio a esta área da educação para a cidadania, encontra-se também disponível no site da DGE:
Lisboa, 16 de julho de 2013
O Subdiretor-Geral da Direção-Geral da Educação

Luís Filipe Santos

Anexo (não incluo a versão ingalesa): Referencial de Educacao Financeira_final_versão port

Passos Coelho faz declaração às 19h30

A declaração deverá ser conjunta, mas só o líder do PSD deverá tomar a palavra após reuniões dos partidos. Portas deverá ficar no Governo, com posição reforçada.

Quanto à declaração, a pessoa amada parece que não pode pronunciar-se…

Antero0(c) Antero Valério

Em termos líquidos um retrocesso salarial mensal a rondar os 20%. Em contrapartida, dou mais aulas… e querem que ainda dê mais… o que eu gostava de conhecer é o trajecto de quem toma estas decisões e quer mais com menos, quando há muito que temos menos e fazemos mais.

Claro que existirão sempre os que acham que ainda recebem menos e que há desempregados, portanto todos deveríamos receber menos e estar desempregados.

E haverá os que gozam com o facto de profissionais qualificados receberem menos de 1300 euros ao fim de 20 ou mais anos de ensino…

Fev10Fev13

Merkel avisa que conjuntura económica será mais difícil em 2013

Plano da troika leva a corte inédito na despesa com comida

Natalidade das estrelas em queda

Vítor Gaspar está a dizer que só é ministro porque quer retribuir o grande investimento que o país fez na Educação dele.

… mas apenas ignorantes em 2º escalão.

Quanto ao Gaspar, é melhor não o avisar porque, de qualquer modo, só daria por isso em 2023.

FMI reconhece que calculou mal o impacto da austeridade na economia

No relatório em que reviu em baixa as previsões para a economia mundial, o FMI começou a corrigir algumas contas: por cada euro de austeridade, a economia não cai 0,5 euros, mas sim entre 0,9 e 1,7 euros.

Portanto… eu ando a ajudar a pagar um erro numa ordem que pode ser superior a 300%?

E esta gente ainda mantém os cargos?

… do outro ministro Miguel, não me apetece comentar. Demasiado fácil. Não se deve bater a uma pessoa que abre tanto os olhos apesar de usar óculos. Fica mal.

  • 7 de Fevereiro de 2011:

PS pede ao líder parlamentar do PSD para ter ‘tino e compostura’

(…)
«Recomendo ao dr. Miguel Macedo um pouco mais de tino e de compostura, porque isto de ter nervos de aço, serenidade e convicções não pode ser apenas uma característica de José Sócrates. Quem está na oposição também tem de ter compostura e serenidade», afirmou o eurodeputado socialista, que assume também as funções de director de campanha da candidatura de José Sócrates a secretário-geral do PS.

Em resposta às acusações feitas pelo líder parlamentar do PSD ao secretário-geral do PS, Capoulas Santos considerou que «o insulto nunca é um bom argumento político, ainda que se compreenda o nervosismo e a desorientação do PSD».

  • 20 de Setembro de 2012:
O eurodeputado socialista Capoulas Santos recomenda «tino» e «juízo» ao PSD e CDS para que a coligação possa cumprir o mandato que recebeu dos portugueses para governar até 2015.
.
Quanto ao essencial, nota-se uma evidente preocupação do PS em manter o Governo em funções…

O Catroga estava na TVI24 a zurzir no Passos Coelho e nas suas medidas e a dizer o que faria se ele fosse o que gostaria de ter sido.

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