E Se O Ridículo Fizesse Doer?


… ou os 50 tons de castanho.

Não são todos iguais, mas ficam no mesmo espectro.

Passos escolhe também a comunicação social como alvo: «Há jornalistas que querem expor episódios da minha vida fiscal apenas com o propósito de querer sugerir que somos todos iguais».

Quando se escolhe a comunicação social como alvo é porque se anda de cabeça perdida.

Ao ponto de se dizer este disparate acerca de alguém que tem um dos cargos mais importantes num regime democrático.

Passos considera que questões fiscais são de «natureza pessoal»

Não… neste caso não são de natureza pessoal, muito menos em quem se afirmou um enorme moralista das contas públicas e as andou sempre a equivaler à economia doméstica.

Devem ser públicas e são mesmo de interesse público.

Se não percebeu isso, deveriam explicar-lhe que o cerne das democracias liberais também passa por aqui e não apenas pelos chavões d”os mercados”.

Pub16Fev15

Público, 16 de Fevereiro de 2015

Até podem vir a aumentar as matrículas nos próximos anos, mas será na base da imposição desta saída para muita gente a partir do Secundário…

… eu estava a falar do Joaquim e nunca falei da Felismina, nem nunca seria capaz de o fazer.

 

correu a mostrar o mau traço.

 

Como seria de esperar, os pedidos de decsculpa de alguns ministros destinaram-se apenas a arrefecer o ambiente durante uns dias.

A fase seguinte, o processo de reformulação em curso (prec), caracteriza-se por culpar os informáticos e os computadores por sabotagens e bloqueios.

Agora é na Educação, em que um alegado “bloqueio” fez com que fossem disparados emails em todas as direcções. Ainda estou para perceber como um “bloqueio” em vez de produzir um “bloqueio” (ler a definição aqui) produz o seu oposto…

Claro que estas manobras de spin até podem ser assumidas com toda a sinceridade por personalidades algo messiânicas, que acreditam não ser suas as falhas mais do que evidentemente demonstradas. Quer a ministra da Justiça, quer o ministro da Educação já demonstraram incluir-se neste tipo de perfil.

Omita-se a realidade… que é do mais duvidoso gosto. As justificações fazem-me lembrar, no desastre da argumentação (mesmo se em áreas bem diferentes), as do ex-SE Grancho.

O que diz o director da revista deveria ser motivo para ele reconsiderar a designação de “cientista social” que os icêésses tanto gostam de exibir para o exterior.

Mais certo seriam chamar-lhe dantas.

Aguardo, com curiosidade, a reacção de tantos icêésses que ainda julgo não terem atingido a idade senil.

ICS suspende revista por causa de artigo com graffiti de “gosto duvidoso”

Imagens reproduzidas no ensaio são de graffiti ainda existentes em ruas de Lisboa contra o Governo e empresários. Director do ICS diz que eram “imagens e mensagens” que podiam pôr em causa o bom nome e imagem da instituição. E nega que tenha havido censura.

(…)

O responsável assume que a decisão de suspender esta edição foi exclusivamente sua “depois de conversar com muita gente no ICS”, incluindo o novo director da revista indigitado no início do mês na base da rotatividade do cargo. José Luís Cardoso admite que a direcção do ICS nunca teve qualquer intervenção deste género na revista, mas defende-se dizendo saber que tem “o apoio dos órgãos internos” do instituto. E vinca que “não há censura” nesta sua decisão. “O que está em causa é a qualidade do artigo e não a liberdade de expressão.”

 

QUE A CULPA FOI DA IMPRESSORA

 

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