E Se Fosse Gozar Com A Sua Excelentíssima Progenitora?


Passos Coelho espera que portugueses façam boa gestão de recursos e possam ir de férias

Ou será que há residenciais em conta por Massamá?

Quer dizer que se um tipo levar com um camião desgovernado em cima ou com um carro conduzido por um bêbedo irresponsável é porque não quis viver?

E que tal apelas a este senhor para emigrar para… tipo, sei lá… a Polinésia? A Patagónia?

Tenente-coronel da GNR diz que mortos ‘não cooperaram’

Lourenço da Silva, tenente-coronel da GNR, declarou, no Programa Bom dia Portugal da RTP, que a Guarda Nacional Republicana está de «consciência tranquila» e que os cidadãos que morreram na estrada durante a época do Natal «não quiseram manter-se vivos».

Dúvida parva: como chegou esta pessoa ao cargo a que chegou e como vai, por certo, manter-se nele?

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Quem acha que uma das classes profissionais mais qualificadas do país deve emigrar, que não tem um projecto de futuro para eles no país, provavelmente é alguém que não está a fazer nada à frente de um governo que se quer credível e respeitável.

A questão não passa pela existência, ou não, de determinados excedentes de mão-de-obra. Passa pela atitude de rendição, de ausência de esperança, de no future. Se os professores não fazem falta (e a eles acrescenta na entrevista em papel outro tipo de profissionais qualificados), se o país não tem lugar para eles na sua visão, na minha opinião é o senhor PM que está a mais entre nós.

Claro que amanhã virá um esclarecimento a dizer que o flato que a senhora do lado deu, não foi ela, foi o vento que passou.

Pedro Passos Coelho deu esta resposta depois de ter referido as capacidades de Angola para absorver mão-de-obra portuguesa em sectores com “tudo o que tem a ver com tecnologias de informação e do conhecimento, e ainda em áreas muito relacionadas com a saúde, com a educação, com a área ambiental, com comunicações”.

E pronto, as contemplações terminam aqui e não há boa impressão pessoal que resista a isto.

Passos Coelho sugere a emigração a professores desempregados

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, sugere que os professores desempregados emigrem para países lusófonos, realçando as necessidades do Brasil.

Questionado sobre se aconselharia os “professores excedentários que temos” a “abandonarem a sua zona de conforto e a “procurarem emprego noutro sítio”, Passos Coelho respondeu: “Em Angola e não só. O Brasil tem também uma grande necessidade ao nível do ensino básico e secundário”, disse durante uma entrevista com o Correio da Manhã, que foi publicada hoje.

Pedro Passos Coelho deu esta resposta depois de ter referido as capacidades de Angola para absorver mão-de-obra portuguesa em sectores com “tudo o que tem a ver com tecnologias de informação e do conhecimento, e ainda em áreas muito relacionadas com a saúde, com a educação, com a área ambiental, com comunicações”.

Caro PM, faça o favor de calar-se ou então, caso não o consiga, deixe a conversa de merd@ apenas para o relvas, os secretários de estado ou os duques que nomeia para grupos de trabalho?

Temos mais ou menos a mesma idade, certamente que aceitará a familiaridade de lhe dizer que entre o seu trajecto e o de muitos professores com a nossa idade, a principal diferença foi a jotice, o agachanço ao padrinho ângelo e o ter aceite abdicar das suas convicções que um dia afirmou serem sociais.

Entre um professor com médio desempenho e um PM desorientado, não há dúvidas quanto a quem escolher. Se não consegue fazer mais do que um qualquer governante do Estado Novo que, perante a incapacidade para gerar riqueza e desenvolvimento, estimula a população (neste caso até qualificada) a emigrar, então é porque está a ocupar o cargo errado e, no seu caso sim, está a mais entre nós.

Bute nisso!

Anexo sobre as reformas:

Aumento de imposto sobre bebidas alcoólicas é “penalização muito grande”

Tem razão, óxôtôr! A malta prechisa é de beberi uns cópitos, óximxenhor!

Claro que os criativos irão sempre dizer que a intenção era outra, mas …

Mas isto agora é só crómios?

Gaspar elogia “excelência de inúmeros funcionários públicos”

Quantos são inúmeros? Todos e mais alguns ou só os que não vão ser (des)mobilizados de forma especial e enr@b@dos salarialmente falando?

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