É Já A Seguir…


… vou aqui referir dois tipos de pessoas que me divertem particularmente quando estão a pensar que me conseguem aborrecer.

Um dos tipos, que reencontrei há dias, é o de quem acha que me aquece ou arrefece muito dizerem que não conhecem este blogue ou a mim e que só conheceram porque não sei quem lhes disse que eu tinha escrito algo que as atingia. Mas depois têm os posts todos impressos e lembram-se de datas e pormenores de que nem eu já me lembro. É pá, o lado para que adormeço melhor é o daquelas pessoas que eu nem tenho qualquer interesse que me conheçam, nem eu em conhecê-las, só lamentando que tenhamos chegado a encontrar-nos.

O outro tipo é de maior proximidade e a rabujice caracteriza-se por mostrar a sua atitude de pretenso desprendimento do género “eu raramente vou ao teu blogue, pois tenho mais que fazer, tenho muito trabalho na escola e só no outro dia é que vi que, se calhar, estavas a escrever sobre mim porque a Beltrana me avisou”. Este tipo de criatura diverte-me muito em particular porque se caracteriza por daquelas que se for preciso até sabem melhor as vírgulas que errei do que euzinho mesmo e são capazes de ir buscar coisas ao arco da velha que nunca me lembraria a mim. Na maior parte dos casos nem estava a falar del@s, excepto neste post em particular.

Que hei-se eu fazer, é 2ª feira, um tipo não pode encher o saco logo para a semana toda… e se sou o plesidente desta junta posso escrever o que me apetece no boletim da junta.

cat-in-the-hat

 

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a tuítar qualquer coisa que lhe passe pela mona. Eu até tenho compadres do Benfica, sobrinh@s do Fêcêpê e tudo.

Nem me daria ao trabalho de lá ir atormentá-la, porque aquilo é muita laca.

Sou muito tolerante com as pessoas profundamente equivocadas nas suas convicções. Mas ainda bem que assim é, pois a “luz” não pode nascer para todos ou então ainda acabamos todos encandeados.

… mas deveria existir um certo decoro nestas situações em que se está a emitir opinião sobre um patrono, um mentor, uma luminária pessoal que deu papel especial à organização a que se preside na ancestral disputa com a APM.

Isto é como o visconde de Alguidares de Baixo avaliar o conde de Todos os Alguidares, seu suserano.

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Expresso, 2 de Agosto de 2014

De qualquer modo, nos meus tempos de Faculdade, com 13 ainda se ia a exame…

 

… são todos formados por equivalência na Lusófona (com a devida vénia ao Jornal do Fundinho pela utilização da imagem):

Juízes

 

… em que os básicos e secundários vivem há anos.

No caso da A3ES é notória a falta de confiança do MEC na acreditação que tem andado a ser feita aos cursos. Por acaso, é daquelas coisas em que não está completamente errado, porque – como no não-superior – há gente a avaliar que não parece ter a devida competência para o fazer e, mais grave, ter evidentes conflitos de interesses na avaliação feita.

Pub30Nov13

Público, 30 de Novembro de 2013

… para ser recebida por um PS órfão de alguém que tenha um discurso (mesmo que errado ou oportunista) sobre Educação…

Exp30Nov13

Expresso, 30 de Novembro de 2013

Pois o pragmatismo é transversal e não me venham com acasos e coincidências em organizações que podem ser tudo mesmo dadas a acasos e coincidências.

Aliás, bastaria recordarmos quem se prestou a ser presidente da CAP de Santo Onofre há uns anos, na sequência da demissão da direcção do agrupamento, para que se perceba que as zonas de sobreposição de interesses são mais dos que a vista atinge e do que podem transparecer de inflamados comunicados de luta.

eu, por exemplo, conheço uma escola privada que arrancou, retirando várias turmas à escola secundária pública da respectiva freguesia, tendo como parceiros apenas o ME de então e as autarquias locais, todas vermelhinhas

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