Desigualdade


As senhoras andam em adoração completa com o Alexis e o Yanis que são todos garbosos e tal e nós, arcaicos machos de velha cepa, nem uma Thaís sequer.

Trends in Income Inequality and its Impact on Economic Growth

Lots of Americans don’t have bank accounts.

There’s poverty in the UK, but we are better off calling it inequality

If you think the world is too divided into those who have the cream and those who don’t, you ain’t seen nothing yet.

Why Poor Schools Can’t Win at Standardized Testing

The companies that create the most important state and national exams also publish textbooks that contain many of the answers. Unfortunately, low-income school districts can’t afford to buy them.

É como o negócio made in Cambridge. Comprando os materiais, é muito melhor…

 

… aqueles “deficientes” que estacionam os popós audi’s, bm’s e porchetas nos lugares reservados a deficientes.

 

A desigualdade de oportunidades na Educação

Não me parecem de pouca monta, os avanços.

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Fonte:

AtlasK

… para alguns.

Já o sabíamos e conhece-se bem o programa dos nossos putos tóxicos, inspirados na defesa dos job creators, sendo que se trata dos creators dos jobs deles.

A mentalidade é esta.

É a mesma que anima os nossos defensores do mercado da Educação que promove, activa e conscientemente, o agravamento das desigualdades.

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Público, 25 de Março de 2014

 

… que é da culpa/responsabilidade pelo “mal”.

São os sacaninhas dos professores que não fazem tudo o que é humanamente impossível para cilindrar a cultura de desigualdade que está instalada na sociedade pela mão, neste preciso momento, do PSD?

Eu diria de outro modo: o debate mais importante é acerca de quem assume ou não as suas verdadeiras responsabilidades pela reprodução das desigualdades e as potencia ao retirar apoios técnicos e humanos, ao facultar os materiais adequados fora de tempo e ao – em resumo – pensar que basta aos professores dar o trêzinho ou dézinho e fingir que tudo está bem.

Não será que as funções da escolas e dos professores não são já demasiado transbordantes?

Durante um seminário da plataforma Barómetro Social na Faculdade de Letras da Universidade do Porto num painel sobre “O futuro da educação em Portugal”, David Justino disse que o debate mais importante a fazer na área não é sobre a escolaridade obrigatória, mas sim sobre “a cultura de retenção que existe nas escolas portuguesas”.

“O grave é que, de há muitos anos, está instalada dentro das escolas uma cultura de retenção em que o ‘chumbo’ é uma coisa perfeitamente natural. Não é. É a negação da própria escola. Esse é que é o combate que temos de ter”, declarou David Justino, em resposta a uma pergunta do público acerca da eventual redução da escolaridade obrigatória.

… ganham uma actualidade que se desejaria perdida. E esse é o legado das políticas da última década, apesar de alguns ganhos nas aprendizagens.

Sistema de ensino português não consegue reduzir assimetrias sociais

Filhos de profissionais mais qualificados têm melhores resultados, revela análise da OCDE aos resultados do PISA 2012, publicada nesta terça-feira. Ao contrário de outros países, Portugal não consegue esbater diferenças.

Education inequality in England: where is the gap widening?

For the fourth year running, the South East of England has the largest gap between the grades of its poorer pupils and the average in each local authority. We present the data.

Não se tenta ajudá-los? Que se desenrasquem?

Crato dá “prémio” a 148 agrupamentos que considera mais “eficazes”

Indicador usado suscita críticas. Ministério garante que não são só as escolas “mais conhecidas” que recebem.

The ‘early language gap’ is about more than words

Como certas concepções de Igualdade e Liberdade o que pretendem é cortar apoios aos mais desfavorecidos:

False Equality in Michigan

Can a state’s citizens amend the state constitution to ban affirmative action programs in public universities, even if the Supreme Court has approved those programs? That is the question the court is facing this week in the case of Schuette v. Coalition to Defend Affirmative Action.

Robert Reich, Inequality for All

Academies ‘increase divisions between the rich and poor’: Study finds segregation made worse by a wider choice of schooling

Porto, 15 de março de 2013

Que pensa da, recentemente extinta, lei nº 11/2008 que estabelecia que a partir de 2009-01-01, só podiam ser deferidos os requerimentos de aposentação antecipada dos subscritores que reunissem, pelo menos, 55 anos de idade e que, à data em que perfizessem essa idade, tivessem completado, pelo menos, 30 anos de serviço?

Acha-a justa? Constitucionalmente correta?

Eu considero-a uma aberração.

Sou professora. Vou fazer 62 anos de idade e 37 anos de serviço, mas aos 55 anos de idade faltavam-me 6 dias para ter os exigidos 30 anos de serviço, porque o meu aniversário é em setembro e comecei a trabalhar no dia 1 de outubro. Assim, o pedido de reforma antecipada que fiz em Dez. de 2011 foi indeferido.

Em Dezembro passado foram feitos milhares de pedidos de aposentação com base naquela lei, pois ninguém quer estar a “morrer aos bocadinhos” na escola, à espera dos 65 anos. Eu vou assistir à debandada geral dos colegas da minha geração e de outros muito mais novos (incluindo uma irmã) e não posso ir com eles.

Será isto correto? Sou eu que estou a ver mal a situação? Será que é mesmo mais importante as pessoas terem já 30 anos de serviço completos aos 55 anos de idade do que terem mais idade, mais tempo de serviço e mais tempo de descontos para o estado?

A. J.

Wealth Inequality Is a Problem, but How Do You Even Begin to Solve It?

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