Cutelaria & Afins


Mas apetecíveis, na mesma, para gente nova… que os “senadores”, ao que parece, não aceitam biscates destes.

Exp13Set14

Expresso, 13 de Setembro de 2014

Eu bem vos disse que era para estar de olho no BdP e nas suas “contratações”. Neste caso é mais um upgrade da criatura.

Hélder Rosalino vai para a administração do Banco de Portugal

Marinho e Pinto disponível para “soluções” com PS e PSD

Marinho e Pinto. “O MPT vai permitir soluções de governo ao PS”

24horas

o palito-não-métrico foi encontrado quando se acabaram os martines… e as mines.

 

grupal

 

… um tal de Vasconcelos e Brito foi pela janela por algo parecido.

[aqui]

 

Percurso político e académico compensam falta de experiência empresarial de Frasquilho, conclui CRESAP

Será que também dá para certificação de canalizador, via um qualquer CQEP (para facilitar é pedir ao sopinhas de mangualde…?

 

Duas runiões para cinco disciplinas e já está!

 

Miguel Frasquilo é o novo presidente da AICEP

UlricoFilho

Nomeação aqui. E aposto que é liberal desde pequenino e tudo.

Há que estabelecer prioridades. Mirós, não! Ulricos Filhos, sim!!

DN24Jan14

Diário de Notícias, 24 de Janeiro de 2014

Metade dos concursos para dirigentes do Estado tiveram de ser alterados

(…)

Dos concursos públicos enviados pelos diferentes ministérios à Comissão de Recrutamento e Selecção para a Administração Pública (Cresap), metade já tiveram de ser alterados por este organismo por conterem erros ou parecerem feitos à medida para um determinado candidato, noticiou nesta quinta-feira o Diário de Notícias.

O jornal refere que, nos concursos abertos nas últimas semanas para recrutar dirigentes do Estado, encontram-se casos em que é dada preferência a quem tenha desempenhado “cargos de dependência directa de membro do Governo” ou prestado “apoio técnico especializado aos membros dos gabinetes do Ministério das Finanças”.

O perfil associado a estes concursos é sempre definido pelo membro do Governo que tem o organismo sob sua alçada. De acordo com informações prestadas pelo presidente da Cresap, João Bilhim, ao Diário de Notícias, foram já “alterados cerca de 50% dos perfis”. Estas mudanças têm ocorrido em casos em que existem “erros grosseiros, como querer tornar obrigatório o grau de doutor ou mestre numa área de formação que a lei orgânica do organismo não obriga”. Mas há também situações em que o perfil definido “cheira a fotografia”, ou seja, em que parece feito à medida, referiu.

Fica aqui: Relatorio_Sistema_Remuneratorio_AP.

A generalidade dos cálculos incide sobre os valores praticados antes dos cortes de 2011 em diante, o que significa que não é o que o Estado gasta, mas o que gastava. Não apenas por causa dos cortes, mas também por causa das rescisões e da redução de contratados.

Há coisas espantosas, como o facto do MEC aparecer com encargos remuneratórios acima do orçamento para o ano em causa (que foi menos de 7,5 milhões de euros em 2009 e 2010, os anos de alegado descontrole das despesas socráticas, conforme se pode consultar a partir daqui). O que dá a sensação de se ter ido aos valores nominais dos salários e ter multiplicado por um número estranho de funcionários docentes e não docentes.

Mas quem sou eu para colocar estas “metodologias” em causa? Sei lá que números consultaram? Se foi abordagem tipo-FMI ou tipo-OCDE?

Ou tipo-o-que-nos-dá-jeito? Nem sequer tem ficha técnica, excluindo o logotipo da DGAEP…

Mas, de qualquer maneira, é muito interessante explorar os encargos com funcionários de carreira e com os “outros”.

Como me apetece ser demagógico, veja-se aqui que eu considero serem os encargos com tachos de nomeação política, sendo que algumas destas pessoas, no caso da Educação, fazem parte dos que acham que os professores ganham muito quando recebem 1500 euros.

Neste caso são remunerações aprovadas em 2012:

RemuntachosDepois é só ir ver quantos há para cada cargo.

Perante isto, há quem ande interessado em minudências.

E certamente se irá apresentar, para consumo público, os números máximos, nominais, que não correspondem a encargos actuais efectivos.

Governo de Jardim acolhe autarcas derrotados

Ex-presidentes de Câmara, ex-vereadores, ex-adjuntos e ex-assessores autárquicos encontraram no Governo Regional um porto de abrigo. Na Madeira, as autárquicas de 29 de Setembro ditaram grandes mudanças. De repente, sete das 11 Câmaras passaram para a oposição.

Pelo continente parece que o destino dos que saíram é disputar um dos lugares dourados no Parlamento Europeu.

O tachismo, o cunhismo, o clientelismo, o nepotismo e a falta de vergonha na cara e no resto do corpo de que acusavam os anteriores Governos está de boa saúde com o actual.

Exp23Nov13

Expresso, 23 de Novembro de 2013

Desde o recente radicalismo de MLR na contestação a políticas que iniciou ou nunca contestou enquanto ministra até à necessidade do actual PM arrumar uns quantos inteligentes da sua órbita pessoal .

O pântano é o mesmo, mudam-se apenas os insectos que nele sobrevivem de barriga mais dilatada.

Pub17Nov13a

Um professor que aceite uma rescisão “amigável” fica com um período de nojo de anos e anos sem poder prestar qualquer serviço para o Estado, mas estes tipos saem dos poleiros onde arrastavam os fundos de calças de cadeira em cadeira e vão para uma poltrona de luxo?

Não percebem o quão ofensivo isto é para o resto da população?

E como é impossível não acreditar que é uma contrapartida por tanta rubrica e assinatura? Daqui a pouco é vê-lo em certas e determinadas administrações, em cargos “não-executivos”, graças ao saber e experi~encia que acumulou ao fazer parte da enorme coreografia que é muito do sindicalismo nacional.

Bem pode o nogueira da UGT aparecer agora a fazer-se muito esquerdista…

Exp19Our13

Expresso, 19 de Outubro de 2013

Professores desempregados aumentam 44%

 

Número de colaboradores dos governantes aumentou 4,7% desde que o executivo está em funções

Os gabinetes ministeriais, as associações públicas, cooperativas e fundações foram, de todos os organismos da administração central, os que mais contribuíram para o aumento de emprego desde que a coligação do PSD/CDS está no poder, em contraciclo com todos os restantes serviços e desafiando directamente as orientações das Finanças.

De Dezembro de 2011 a Junho de 2013, os colaboradores directos dos vários ministros aumentaram 4,7%, correspondendo a 45 novos trabalhadores. Esta variação positiva tem-se vindo a verificar ao longo do tempo. De Março deste ano a Junho, o aumento foi de 0,9%, e, se tivermos em conta o período do final de Dezembro de 2012 a Junho, foi de 2,4%. Naturalmente que estes dados ainda não contemplam a remodelação governamental, que poderá inflacionar ainda mais esta rubrica

Dizem-me – porque eu sou do campo, não conheço nada destas doutoras – que andam por aqui chefes de gabinete a ser arrumadas… o que poderá se sinal de alguma coisa…

… do tipo razoável e transversal, como o SE Rosalino afirma gostar. Ou é apenas a arrumação de gente conhecida em cargos de chefia da administração pública que tanto se diz ser necessário reduzir?

Despacho n.º 8213-A/2013
Considerando que a Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CReSAP) concluiu os procedimentos concursais
para os cargos de diretor -geral e de subdiretor geral da Direção-Geral da Administração e do Emprego Público, em obediência às regras de
recrutamento, seleção e provimento dos cargos de direção superior da Administração Pública.

Governo nomeou 73 colaboradores por cada ministério

Quase dois anos depois das eleições, o Governo de coligação PSD/CDS já nomeou 4463 pessoas: 1027 para os gabinetes ministeriais, 1617 para cargos dirigentes da administração pública e 1819 para grupos de trabalho e outras nomeações. Em média, ministros e secretários de Estado nomearam já mais pessoas por gabinete do que Sócrates nos seus dois primeiros anos de mandato. Este é um dos assuntos em destaque na edição de hoje do Diário de Notícias.

Recordando, de novo, outros tempos:

Foto1543

Empresas públicas e gabinetes escapam aos cortes no Estado

Há que fazer sacrifícios, desde que nunca atinjam os boys and gaaarrrrls….

Alunos de 15 anos no sucessor das Novas Oportunidades

Centros Novas Oportunidades criados no primeiro Governo de José Sócrates fecham em definitivo no final do mês. Em seu lugar surgirão 120 novos Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional.

Os alunos do 9.º ano vão passar a ser um dos públicos-alvo das estruturas que irão substituir os Centros Novas Oportunidades (CNO), que tinham apenas adultos como destinatários.

Segundo a portaria que cria os novos Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP), publicada nesta quinta-feira em Diário da República, uma das suas atribuições será a de propiciar “informação, orientação e encaminhamento de jovens com idade igual ou superior a 15 anos ou, independentemente da idade, a frequentar o último ano de escolaridade do ensino básico”.

Esta missão tem estado a cargo dos Serviços de Psicologia e Orientação (SPO) das escolas. Na portaria indica-se que caso estes existam nas entidades promotoras dos CQEP, entre as quais figuram os agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas, este trabalho de orientação será efectuado “em articulação entre ambas as estruturas”.

120 centros para fazer isso em todo o país?

Percebe-se que é uma solução e gabinete e uma solução que visa despojar as escolas de umas das suas valências mais úteis, mesmo se nem sempre funcionam muito bem.

Resta saber como será seleccionado o pessoal destes centros… Quer-me parecer que será de acordo com o modelo preferido deste governo… a da nomeação tachista liberal.

A formulação na portaria 135-A/2013 de 28 de Março é suficientemente vaga para se prestar a muita coisa:

Artigo 10.°
Constituição da equipa
1 – A equipa do CQEP é constituída pelos seguintes elementos:
a) Coordenador;
b) Técnicos de orientação, reconhecimento e validação de competências, adiante designados técnicos de ORVC.
2 – O número de técnicos de ORVC, das entidades promotoras referidas nas alíneas a) e b) do n.°1 do artigo 4.°, é autorizado pelos membros do Governo com competênci nas áreas do emprego, da educação e da solidariedade e da segurança social, sob parecer da ANQEP, I.P. e em função do plano estratégico de intervenção apresentado pelo CQEP.
3 – Os CQEP asseguram a formação da respetiva equipa, de acordo com as orientações definidas pela ANQEP,I.P., sem prejuízo das ações por esta desenvolvidas.
4 – A equipa dos CQEP é complementada no desenvolvimento de processos de RVCC por formadores ou professores externos ao CQEP, nos termos previstos no n.°2do artigo anterior.
Artigo 11.°
Coordenador
1 – O coordenador é designado pela entidade promotora do CQEP, cabendo-lhe assegurar a representação institucionaldo mesmo, bem como garantir o seu regular funcionamento ao nível da gestão pedagógica, organizacional e financeira.

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