Currículo


Não pode isto ser dado em Ciências sem este aparato todo?

CDS-PP quer formação em Suporte Básico de Vida no 3.º ciclo do ensino básico

(…)

A recomendação do CDS-PP ao Governo para que seja dada formação em primeiros socorros nas escolas prevê que este projecto arranque já no ano lectivo 2013/2014 e tenha uma duração total entre seis a oito horas, mas não especifica em que disciplina poderá ser integrada.

Estimados Senhores,

Enquanto organização representante dos profissionais do grupo de recrutamento de Informática, cumpre à ANPRI (Associação Nacional de Professores de Informática), fazer eco das preocupações dos seus associados. Contudo, o que nos levou a tomar esta posição de dar a conhecer o que nos preocupa prende-se sobretudo com o fato de para além de sermos professores, também somos pais e membros de uma sociedade que se quer evoluída e integrada no mundo atual. Vimos por este meio dar a conhecer essas preocupações numa tentativa de alertar para os graves problemas que temos e estamos a enfrentar.

Se a tecnologia é o futuro, a escola está a fazer um trabalho pobre e lamentável na preparação dos seus jovens. Está na hora de reformar realmente o nosso Ensino e iniciar a aprendizagem de informática nas escolas secundárias de forma a motivar e preparar os alunos para o futuro e não para o passado.

Por mais dúvidas que existam acerca do que é ou pode vir a ser esta nova sociedade, é já bastante certo e visível o enorme impacto das tecnologias da informação e da comunicação no dia-a-dia dos cidadãos e das organizações. Milhares de vagas no sector da informática estão por preencher, por falta de candidatos, em Portugal e em quase todo o mundo. Para além disto, o sector da tecnologia deve crescer muito acima de todos os outros até 2020.

Porém, o país incompreensivelmente não aproveita esta hipótese! Apesar da alta empregabilidade, o número de licenciados em informática não tem acompanhado a procura e, talvez de forma bastante mais grave, a nível do ensino secundário, praticamente não existir formação nesta área. O resultado é que a maioria dos alunos acaba o ensino secundário sem nunca ter aprendido conceitos básicos de programação ou de redes de computadores, sendo praticamente analfabetos funcionais ao nível das tecnologias.

Estamos a perder oportunidades únicas e não nos podemos dar ao luxo de o fazer.

Gratos pela vossa atenção.

Cumprimentos,

P’ Direção

Lúcia Ruão

Associação Nacional de Professores de Informática – ANPRI
Escola Secundária D. Dinis – Lisboa – Rua Manuel Teixeira Gomes – 1950-186 LISBOA

Anexo: Comunicado VF.

Programas curriculares

Ensino Primário

Ensino Liceal

Ensino Técnico

Da falta de competência e de respeito

Questões colocadas ao sindicato da colega… um dos que se vai reunir em breve com o MEC.

Exmos. Senhores,

A disciplina de Educação Tecnológica foi retirada do currículo e ninguém esclareceu os professores do grupo 530 o que se iria fazer com estes professores, ou seja!

– Se EVT foi dividida em EV+ET porque continua a aparecer apenas um grupo nas listas de colocação? É necessário criar um grupo para ET no 2º ciclo!

– Se as metas curriculares para ET do 2º ciclo são iguais às do 3º ciclo, é necessário que os professores de ET do 3º ciclo possam concorrer a ET do 2º ciclo!

– Para que se evite no próximo ano letivo que 300 professores contratados de ET estejam na mesma situação deste presente ano letivo – desempregados – é necessário que, os professores que tenham habilitação própria para lecionarem noutros grupos possam profissionalizar-se nos respetivos grupos!

Em nome dos professores contratados peço que analisem esta situaçao

Grata pela atenção
Catarina Andrade
 
Professora desempregada grupo 530

 
NOTA: E VINCULAÇÃO PARA ESTES PROFESSORES? QUE NOS ACONTECERÁ?

Hoje falaram-me em Ciência Recreativa.

Eu acharia interessante num clube, mas…

Da Associação Portuguesa de Estudos Clássicos (apecclassicos@gmail.com)

Prezados colegas:

O ensino do latim e do grego no ensino público em Portugal vive, de há muito, um enquadramento curricular modesto e precário, devido a intervenções legislativas desastradas que têm vindo a erodir as condições para a sua presença nas escolas.

A erosão já é longa: desde reformulações precipitadas dos curricula escolares até às alterações nas competências requeridas para a profissionalização dos docentes na área de Português e de Línguas Clássicas, chegámos finalmente ao bem conhecido de todos os docentes despacho 5106-A/ de 2012 (https://www.portaldasescolas.pt/imageserver/plumtree/portal/matnet/Despacho_5106A_2012.pdf Definição de um conjunto de normas relacionadas com as matrículas, distribuição dos alunos por escolas e agrupamentos, regime de funcionamento das escolas e constituição de turmas ), que determina o número mínimo de vinte alunos para a abertura de disciplinas de opção.

O Ministério da Educação foi alertado pelas escolas, associações científicas e sindicatos para as consequências da aplicação deste normativo para o ensino de disciplinas como Francês, Alemão, Latim e Grego, para nos limitarmos exclusivamente à área das línguas, sabendo contudo que este enquadramento é pernicioso para outras áreas disciplinares.

Contudo, o mesmo despacho, no ponto 5.3, admite:

5.13 — A constituição ou a continuidade, a título excecional, de turmas com número inferior ou superior ao estabelecido nos números anteriores carece de autorização dos serviços do Ministério da Educação e Ciência territorialmente competentes, mediante análise de proposta fundamentada do diretor do agrupamento de escolas ou escola não agrupada, ouvido o conselho pedagógico.

Temos conhecimento de que foi emitida, no dia 17 de julho uma recomendação (n.º 4502) às Direcções Regionais (DREN;DREC;DREL; DREALENTEJO, DREALG) com carácter de urgência, para que autorizem a abertura de turmas das disciplinas de opção do 10.º e 11.º anos (com referência específica ao Latim e ao Grego) com número inferior a 20 alunos.

Essa possibilidade já se encontrava prevista no despacho 5106-A/2012 de 12 de abril no ponto 5.13, mas há Direções de escolas que, no momento de programar o número e tipo de turmas para o próximo ano letivo e da consequente afetação de recursos docentes para a sua lecionação, ignoram este ponto e não são suficientemente esclarecidas pelas Direções regionais ou outros organismos de tutela.

Devem os professores, as famílias e os alunos interessados na frequência destas disciplinas insistir pelo seu cumprimento, pois há base legal para pedir autorização de abertura de turmas de Latim ou Grego com menos de 20 alunos.

O pedido de autorização pode ser fundamentado com argumentos como, por exemplo, a escola ter professor habilitado para lecionar essas disciplinas (professores do grupo 300 e 310, ou seja, professores com formação base em Português ou Português Latim e Grego); e, sobretudo, o facto de não haver, num limite geográfico razoável para as famílias, escolas que disponham dessa oferta.

Estamos disponíveis para esclarecer os colegas que nos quiserem contactar.

 

Coimbra, 20 de Julho de 2012

Paula Barata Dias

(Presidente da Associação Portuguesa de Estudos Clássicos)

Aqui: Moçãoaprovada_2012 EF.

Plano de Acção: PlanAcaoFinalEF.

Até que ponto se justifica que, na autonomia de distribuir as horas disponíveis por um grupo de disciplinas (Línguas Estrangeiras, por exemplo), se atribuam menos horas a uma língua num ou outro ano do 3º ciclo, afastando um docente bem avançado na carreira, mas eventualmente menos alinhado, enquanto se alargam horas para outra (castelhano, por exemplo, a que agora chamam Espanhol), para manter um outro docente, mais fresquinho, barato e dócil?

E pode essa medida ser assinada de cruz por um pedagógico, só porque a direcção assim o propõe? A autonomia é isso?

O exemplo, com nuances ficcionistas, resulta de um par de casos que me chegaram por mail

Caro Paulo Guinote
Gostaria de artilhar consigo uma dúvida: na gestão dos tempos lectivos na escola onde trabalho optámos pelos 50 minutos por gerarem menos indisciplina e favorecerem as aprendizagens mesmo penalizando alguns grupos docentes.
Ao fazer a gestão para múltiplos de 50 minutos é meu entendimento que, no 3 CEB, desde que atinja os 4500 minutos ciclo e nunca fique abaixo dos patamares mínimos de cada área podemos fazer  uma gestão flexível mesmo não atingindo o tempo a cumprir num dos anos?

Boas férias quando chegarem,

E. P.

Eu bem dizia que isto precisava de muitos esclarecimentos adicionais aos decretos… e isto ainda não vai chegar porque, por exemplo, parece que as escolas desaprenderam de fazer uma lista com a graduação profissional dos professores.

Os esclarecimentos: Perguntas Frequentes.

Quando Passos Coelho e Relvas chegaram à liderança do PSD anunciaram que as questões relacionadas com o que achavam ser aspectos pessoais (leia-se licenciatura) da vida de Sócrates não deveriam ser explorados no debate político.

Entendi-te!

O problema não é se este ou aquele é licenciado, é o esquema com que se consegue sê-lo, para abrilhantar currículo.

Se não é importante, não se faz. Se é importante, fazem-se os semestres como deve ser.

O Conselho Nacional das Associações Profissionais de Educação Física (CNAPEF) e a Sociedade Portuguesa de Educação Física (SPEF) reuniram no dia 29 de Junho, Quinta-feira, na sede da CONFAP, os representantes daquelas duas instituições com uma delegação do Conselho Executivo da Confederação Nacional das Associações de Pais – CONFAP, tornando público um comunicado conjunto, que envio em anexo.
Cumprimentos.

Anexo: Comunicado_CONFAP_CNAPEF_SPEF.

É sempre curioso que quem afirma ser contra a instabilidade na Educação acabe por praticá-la com a mesma agilidade e habilidade que os experimentalistas, eles mesmos.

Ao que parece, as metas curriculares apresentadas ontem vão estar em discussão quase até ao fim de Julho e só depois sairão os documentos finais, certamente de meados de Agosto para diante. E vai ser giro levar ali umas semanas, no início do ano lectivo, a empatar, empatar, antes de…

O que é inaceitável, mesmo em disciplinas “novas” como Educação Visual e Educação Tecnológica do 2º ciclo (ou mesmo TIC do 3º na sua nova fórmula) que precisavam saber ao que andariam. Mas ficamos sem perceber se as metas agora definidas, por exemplo, para o 6º ano são para levar muito a sério, visto que os alunos tiveram no 5º ano outra disciplina que tinha metas definidas de outra forma e com base em outros princípios.

Quanto à Língua Portuguesa (agora parece que se vai chamar Português) e à Matemática, estas metas surgem como mais uma peça postiça em edifícios de normativos já de si confusos, complexos e não sei que mais… e fica-se sem saber o valor relativo de tudo o que está em confronto… mas então segue-se o programa, as metas «fortemente recomendadas» ou exactamente o quê? Os exames/provas finais do próximo ano terão como base estas metas, já, mesmo se os professores e alunos não as tiveram como base para o trabalho dos anos anteriores?

No caso da Língua Portuguesa, para um novo admirador do novo programa como eu, estas metas apresentam-se como mais concretas e compreensíveis do que diversas passagens dos documentos anteriores. Só que tudo parece resultar de uma navegação à vista, em que se sucedem pequenas cliques na definição dos princípios estruturantes de uma disciplina que se pretende estruturante mas está há meia dúzia de anos em profunda instabilidade, porque foi tomada de assalto por guerrinhas de facções académicas.

Desde o anúncio da TLEBS, em meados da década anterior, que andamos a navegar ao sabor dos gostos e humores das cliques que mais se conseguem aproximar do poder para/de definir o que é apresentado como orientações para todos. Este episódio é apenas mais um de uma história muito atribulada em torno do ensino da Língua Materna, numa inaceitável sucessão de zigues e zagues, rectas feitas com o acelerador a fundo e contracurvas apertadas, autêntica mistura de montanha russa com casa dos espelhos, onde alunos e professores são cobaias de shôtôras e shôtores que nunca colocaram os pés numa aula do Ensino Básico, ou foram lá de visita para orientar.

Aguarda-se, agora, o que vai acontecer com outras disciplinas… há capacidade para fazer novos programas ou vai-se optar por fazer alinhamento de metas?

No caso da História, que me interessa sobremaneira, estou com curiosidade para perceber que facção vai tomar conta da coisa, em especial no que se refere à História Contemporânea… será um grupinho rosado ligado ao grande guru do bloquismo histórico e do Fascismo em geral para todos ou será um ligado ao ruiramismo revisionista que encontra bichos-papões jacobinos em qualquer aroma de inconformismo? Porque tudo isto tem implicações numa outra área importante que é a da produção de manuais, onde estão cristalizados muitos vícios e rotinas mentais…

Mas quem fala da História Contemporânea, fala do resto da História, em que se confrontam, mais do que visões alternativas, grupos de interesses concorrentes na área de negócio em disputa.

A ver vamos, dizem os cegos perante tanta iluminação que lhes vem de cima…

Adequadamente anónimas porque, diz quem sabe, parecem ter sido feitas numa curta noite de Verão:

Exmo Senhor

Ministro da Educação Prof. Doutor Nuno Crato

Excelência

A publicação do documento “Matrizes Curriculares dos Ensinos Básico e Secundário” suscita-nos a maior perplexidade, no que à disciplina de Educação Física diz respeito, dadas as suas implicações na formação e desenvolvimento harmonioso dos alunos e nas consequências que necessariamente terá na sociedade portuguesa.

Não se vislumbram razões de ordem pedagógica e científica nas medidas adoptadas. Pelo contrário, são decisões que contrariam não só recomendações de instituições internacionais credíveis (Comissão Europeia, Parlamento Europeu, Organização Mundial de Saúde, para citar apenas algumas), mas também a própria evidência científica.

Refira-se um exemplo:

Childhood is an important period to instil a preference for healthy behaviours, and to learn the life skills necessary to maintain a healthy lifestyle. Schools clearly play a crucial role in this respect. This is also an area where there is already firm evidence of the effectiveness of intervention: studies show that locally focussed actions, with very wide ownership, targeting 0-12 year olds will be effective in changing behaviour in the long run. Work should focus onnutrition education, and on physical activity. Health education and physical education areamong priority themes in the new Lifelong Learning Programme (2007-2013)(In, White Paper “A Strategy for Europe on Nutrition, Overweight and Obesity related health issues”, 2007,Commission of the European Communities, 2007, pag. 8).

As chamadas de atenção da parte da Comissão Europeia foram feitas considerando que:

1) Estão muito bem documentados os benefícios para a saúde da prática das actividades físicas e desportivas na infância, na adolescência e na idade adulta.

2) É muito preocupante a percentagem de crianças e jovens que apresenta baixos níveis de actividade física. A situação apresenta-se particularmente grave nas raparigas, nas crianças e jovens portadores de deficiência, e nos alunos oriundos de famílias com fracos recursos económicos.

3) É cada vez maior o número de crianças e jovens com excesso de peso e obesidade, como resultado de uma dieta inadequada, ou pouco variada, e reduzida actividade física.

4) As crianças e jovens sedentários estão mais predispostos a converterem-se em adultos inactivos.

5) Reconhece-se não ser possível resolver o problema do sedentarismo e da obesidade nas crianças e jovens sem o contributo da Escola e da Educação Física.

Acontece que, infelizmente, Portugal está entre os Países com taxas mais elevadas de sedentarismo e obesidade entre a população infantil e juvenil. Assim, torna-se totalmente incompreensível a decisão de reduzir a carga horária da disciplina de Educação Física no 3º ciclo e no ensino secundário, ou deixá-la à decisão última das Escolas.

Procurar solucionar o fraco rendimento escolar dos estudantes portugueses, em algumas áreas disciplinares, à custa da redução do tempo lectivo atribuído à Educação Física, é um preconceito que não tem qualquer sustentação científica, e que terá necessariamente efeitos perversos no desenvolvimento harmonioso da população escolar e agravará os custos do país com a saúde pública.

A decisão do Ministério da Educação e Ciência de reduzir a carga horária da Educação Física ocorre, paradoxalmente, quando um número crescente de estudos tem vindo a demonstrar que:

1) A prática estruturada da actividade física e do desporto, na Escola, exerce uma influência positiva no comportamento, na atenção, na aprendizagem e no rendimento escolar dos alunos.

2) O rendimento escolar é mantido, e algumas vezes aumentado, quando existe um incremento dos níveis de actividade física formal na Escola, situação que se verifica mesmo nos casos em que há uma redução do tempo curricular ou do tempo livre dedicado ao estudo de conteúdos predominantemente cognitivos.

Reduzir a carga horária da Educação Física não tem como consequência apenas privar a população escolar de uma parte da actividade física a que tem direito e necessita para o seu pleno desenvolvimento. É limitar significativamente a oportunidade de todas as crianças e adolescentes adquirirem os conhecimentos e desenvolverem as atitudes e competências necessárias para uma participação emancipada, satisfatória, consciente e prolongada na cultura do movimento ao longo de toda a vida. Significa ainda desvalorizar, perante a sociedade em geral, a importância de uma prática regular das actividades físicas e desportivas e a responsabilidade de cada cidadão assumir um estilo vida activo e saudável.

As reformas educativas (e curriculares) só ganham verdadeiro significado pedagógico e social quando contribuem para melhorar a formação daqueles que frequentam o sistema educativo, beneficiando a sociedade no seu conjunto. Não se conseguem apreender os benefícios que resultarão para os alunos e o país da concretização das medidas constantes no documento “Matrizes Curriculares dos Ensinos Básico e Secundário”.

Se por hipótese, com a publicação do documento “Matrizes Curriculares dos Ensinos Básico e Secundário”, o Ministério da Educação e Ciência pretende alcançar objectivos que nada têm a ver com a formação da população escolar, então V. Exª tem o dever ético de os dar a conhecer à população portuguesa.

Nem a actual situação de crise financeira e económica justificam tal medida; há já algum tempo que estudos de organismos internacionais concluíram que o investimento em Educação Física e Desporto representa a melhor poupança nos gastos com a saúde.

Na expectativa de que não deixará de reconsiderar a decisão tomada, colocamo-nos à disposição de V. Exª, e do Ministério da Educação e Ciência, para os esclarecimentos que possa entender úteis.

Com os melhores cumprimentos,

António Manuel Fonseca

Prof. Catedrático, Universidade do Porto afonseca@fade.up.pt

António Marques

Prof. Catedrático, Universidade do Porto amarques@reit.up.pt

António Rosado

Prof. Catedrático, Universidade Técnica de Lisboa arosado@fmh.utl.pt

António Veloso

Prof. Catedrático, Universidade Técnica de Lisboa apveloso@fmh.utl.pt

Carlos Ferreira Neto

Prof. Catedrático, Universidade Técnica de Lisboa cneto@fmh.utl.pt

Francisco Bessone Alves

Prof. Catedrático, Universidade Técnica de Lisboa falves@fmh.utl.pt

Francisco Carreiro da Costa

Prof. Catedrático, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologiasfcarreiro.costa@gmail.com

Francisco Sobral Leal

Prof. Catedrático, Instituto Superior Dom Afonso III

fjsobral@gmail.com

João Abrantes

Prof. Catedrático, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologiasjoao.mcs.abrantes@ulusofona.pt

João Barreiros

Prof. Catedrático, Universidade Técnica de Lisboa jbarreiros@fmh.utl.pt

João Paulo Vilas-Boas

Prof. Catedrático, Universidade do Porto jpvb@fade.up.pt

Jorge Bento

Prof. Catedrático, Universidade do Porto jbento@fade.up.pt

Jorge Ferreira Crespo

Prof. Catedrático, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias

Jorge Mota

Prof. Catedrático, Universidade do Porto jmota@fade.up.pt

Jorge Proença Martins

Prof. Catedrático, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias defdl@ulusofona.pt

José Alberto Ramos Duarte

Prof. Catedrático, Universidade do Porto jarduarte@fade.up.pt

José Alves Diniz

Prof. Catedrático, Universidade Técnica de Lisboa

JADiniz@fmh.utl.pt

José Gomes Pereira

Prof. Catedrático, Universidade Técnica de Lisboa jgpereira@fmh.utl.pt

José Maia

Prof. Catedrático, Universidade do Porto jmaia@fade.up.pt

José Soares

Prof. Catedrático, Universidade do Porto jmsoares@fade.up.pt

Leonor Moniz Pereira

Profª. Catedrática, Universidade Técnica de Lisboa lmpereira@fmh.utl.pt

Luís Bettencourt Sardinha

Prof. Catedrático, Universidade Técnica de Lisboa lsardinha@fmh.utl.pt

Pedro Cordeiro Sarmento

Prof. Catedrático, Universidade Lusíada pacsarmento@hotmail.com

Pedro Teixeira

Prof. Catedrático, Universidade Técnica de Lisboa pteixeira@fmh.utl.pt

Rui Proença Garcia

Prof. Catedrático, Universidade do Porto rgarcia@fade.up.pt

Sidónio Serpa

Prof. Catedrático, Universidade Técnica de Lisboa sserpa@fmh.utl.pt

O resto descarrega-se aqui e são mais de 75 páginas. Faz lembrar outras coisas deste género, de ma memória.

Reunião da ANPRI com a Sr.ª Secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário

(…)

Sobre TIC no 9.º ano para o próximo ano letivo.

  • Durante o próximo ano TIC funcionará obrigatoriamente no 9.º ano.
  • O facto de não aparecer qualquer referência nas novas matrizes deve-se a um lapso, que será retificado.

Documento da autoria de José Joaquim Fernandes: Estrutura curricular do Ensino Secundário e organização das atividades letivas,

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