Curiosidades


… para o facto de ser o Joãozinho de Almeida o mais directo responsável por esta coisa dos vistos gold e estar a passar completamente pelos intervalos da chuva na recente polémica.

A IGEC fez a simpatia de publicar o relatório global para 2011-12, mas para os outros anos é preciso ir lendo cada relatório e são 281 para 2012-13 e 2013-14.

No entanto, fica aqui o quadro-síntese para 2011-12. É curioso que não encontraram excelência, mas que a larguíssima maioria ou era muito boa ou boa (mais de 90%) nos vários parâmetros, sendo residuais a menções de insuficiente.

Como se explica, então, que de forma recorrente os nossos responsáveis políticos (desconto os opinadores e observadores de bancada lateral) digam que as escolas portuguesas são más?

AvalEsc2011

This is a map of the highest paid public employees in the United States .

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apaixonados pela multa ao degrau.

E ele disse que não.

(…)
Desempenho dos seguintes cargos dirigentes e de chefia:
09/01/2012 à atualidade – Secretária-Geral Adjunta do Ministério da Educação e Ciência;
01/05/2010 a 08/01/2012 — Secretária-Geral Adjunta do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior;
01/05/2007 a 30/04/2010 – Secretária-Geral Adjunta do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior;
2/12/2005 a 30/04/2007 – Adjunta do Secretário-Geral do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior; 02/12/2002 a 01/12/2005 –Adjunta do Secretário-Geral do Ministério da Ciência e do Ensino Superior;

14/10/2000 a 01/12/2002 – Adjunta do Secretário-Geral do Ministério daCiência e da Tecnologia;
14/10/97 a 13/10/2000 – Adjunta do Secretário-Geral do Ministério da Ciência e da Tecnologia;
(…)
Exercício da atividade docente – Professora do 2.° Ciclo do Ensino Básico (1984/1989).
(…)
Desde janeiro de 2012 – Desempenho do cargo de Secretário -Geraldo Ministério da Educação e Ciência, em regime de substituição,XIX Governo Constitucional;
2005/2011 – Desempenho do cargo de Secretário -Geral do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, XVII e XVIII Governos Constitucionais;
2002/2004 – Desempenho do cargo de Secretário -Geral do Ministério daCiência e do Ensino Superior, XV Governo Constitucional e do Ministério da Ciência, Inovação e Ensino Superior, XVI Governo Constitucional;
2002 – Nomeado definitivamente Assessor Principal da carreira deJurista do quadro de pessoal da Secretaria -Geral do ex-Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas;
1997/2002 — Desempenho do cargo de Secretário -Geral do Ministério da Ciência e da Tecnologia, XIII e XIV Governos Constitucionais;
1997 – Desempenho do cargo de Adjunto do Secretário-Geral do Ministério da Ciência e da Tecnologia;
1996/1997 – Nomeado Adjunto, para os assuntos jurídicos, do Ministro da Ciência e da Tecnologia, XIII Governo Constitucional;

Quels pornos regarde le Vatican ?

Les fichiers torrent téléchargés montrent un intérêt pour le BDSM et les transsexuelles.

… parece que em Março, assim tanto, só em 1973 ou 1974.

… mesmo onde menos (?) se esperaria. E até se conseguem achar os melhores para o efeito…

De uma muito interessante entrevista de Mário de Carvalho na revista do Expresso de ontem retiro um pequeno excerto que acho delicioso sobre uma forma de avaliação do desempenho (político) que ainda permanece:

É verdade que foste controleiro do Saramago? A palavra faz-me impressão.

Sim. E de muitos outros. Era o controleiro da célula de escritores. A palavra faz impressão agora. Era o chamado controlo de execução de tarefas, não tem essa conotação tão negativa. Sempre me dei bem com o Saramago.

O Seguro não morrerá de Velho.

São 191 metas… com um  fetiche muito especial pelo número 5 e, em menor grau pelo número 3. Algo que já se notava nas metas para o 7º ano.

O simbolismo do número 5 é muito curioso… seja como 5º elemento ou 5ª essência… o sopro da vida… 🙂

Acho que boa parte do pessoal que passa aqui conhece o essencial do meu trajecto na docência… até por estar aqui. Resumindo… acabei a licenciatura no ano benfazejo de 1987 quando nasceram os Ramos de Formação Educacional dos quais discordei, acabando por não fazer o dito cujo que me teria dado lugar no quadro logo ali por 1990.

Fui contratado até final da década de 90, quando entrei para qzp, fazendo um ano depois profissionalização em serviço e, graças à antiguidade, me vi isento de cumprir o 2º ano da coisa, evitando assim muitas da pedagogices e didactiquices associadas.

Mas… mas… acompanhei a profissionalização, via RFE, da cara-metade cá de casa, licenciada em História (Variante de História da Arte), vítima da coisa no início dos anos 90, quando a crescente praga eduquesa tinha começado a dominar os nichos de Ciências da Educação de Universidades outrora vetustas.

Pelo que conheço bem o drama que era escolher então os verbos destinados a enunciar aquilo que os alunos deveriam fazer, saber, saber fazer, ou fazer sabendo, sei lá. E se deveriam estar no presente do indicativo ou no infinitivo impessoal.

Uma risota.

É um dos aspectos caricatos da teoria pedagógica de um certo período que, ao que parece, não terminou. Até porque se deveria ter em atenção vários aspectos como a não repetição de certos verbos, atender-se ao seu encadeamento lógico, etc, etc, tudo isso que em teoria é giro, mas que na prática é a modos que uma forma de encher papel, grelhas e gastar bullets.

Estas metas de aprendizagem da História são filhas ou enteadas dessa forma localizada de estar no mundo da Didáctica da História e da Didáctica em geral.

Nota-se muito nelas essa influência, assim como se nota que numas partes (falo especificamente das 185 metas para o 7º ano) houve cuidado com a não repetição e relativa ordenação lógica das operações decorrentes, enquanto em outras nem por isso, sendo delicioso notar como certos verbos só aparecem a partir de dado tema (lembro-me, por exemplo do salientar e do caracterizar, ausentes nos primeiros subdomínios, onde avulta o localizar, desaparecido mais para diante e não por falta de utilidade). Percebem-se bem os tiques de cada autor.

Mas adiante.

Deixo em seguida a tabela dos 29 verbos usados, frequência absoluta e peso relativo no todo, aproveitando para explicar que considerei o relacionar na vez em que aparece saber relacionar (era uma regra de outrora não duplicar verbos nestas enunciações) e que não contabilizei os verbos que não iniciam as metas, aparecendo no meio delas. Espero não me ter baralhado em nada, pois usei os comandos do acrobat para me tratar da coisa, fazendo uma verificação humana a olho.

Tirem as vossas conclusões. Eu acho-os pouco eduqueses, pois há um peso relativo baixo daqueles que eu associaria às competências do saber fazer de que o António Duarte falou num comentário.

Para outra ocasião fica o divertido exercício de desmontar a errada, equívoca ou divertida aplicação de alguns deles.

Verbos

Annette Schavan, ministra alemã da Educação e mentora das nossas medidas de Ensino Vocacional, aquela que convoca o nosso ministro para reuniões na Alemanha, perdeu o título de doutora por se ter provado que plagiou parte da sua tese.

É o que diz aqui, na língua nativa de um país onde estas coisas ainda têm consequências.

Por cá chegam a ministros porque ajudaram a produzir primeiros ou fazem vista grossa porque sabem o que têm na sua própria bagagem.

Quanto à ex-doutora Anette, cada vez mais percebo o poder de sedução sobre os ramirílios, borginhos e relvettes.

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A Sátira nº 2, 1 de Março de 1911, p. 2

… da DREAlg, em consonância com o SPZS.

Que pena não funcionar para outras coisas.

DREALG

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA
Secretaria-Geral
Listagem n.º 112/2012
Em cumprimento do disposto na Lei n.º 26/94, de 19 de agosto, publica -se a listagem das transferências efetuadas no 2.º semestre de 2011 pelo Gabinete de Gestão Financeira e pelas Direções Regionais de Educação do Norte, do Centro, de Lisboa e Vale do Tejo, do Alentejo e do Algarve do Ministério da Educação e Ciência.
23 de novembro de 2012. — O Secretário -Geral do Ministério da Educação e Ciência, Raúl Capaz Coelho.

Um detalhe curioso… nos EUA andam há alguns anos a tentar contornar a proibição de subsidiar o ensino religioso, conforme o que está eabelecido na 1ª emenda da Constituição Americana… mas entre nós estamos muito mais avançados…

Reparem apenas alguns exemplos da zona centro do país.

  • Instituto Inácio de Loyola (Colégio da Imaculada Conceição — Cernache). 1 280 406,36
  • Congregação das irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição (Colégio Conciliar Maria Imaculada). 419 869,47
  • Irmãs Dominicanas Santa Catarina de Sena (Colégio de S. José — Irmãs Dominicanas). 255 721,81
  • Diocese de Leiria (Colégio Nossa Senhora de Fátima — Leiria). 489 730,90

Não estou a dizer se sou contra ou a favor. Apenas a apontar a mentira multiplicada por algumas vozes a este respeito… ou seja, de que em Portugal não há liberdade de ensino, incluindo o confessional, com o apoio do Estado.

E eu que pensava que as boas obras se faziam… de outro modo… e eram recompensadas no Céu…

O respeito que na Holanda se tem pela Constituição e pelas suas opções, com 100 anos, em particular no que se refere à Educação. São opções diferentes das nossas mas a atitude é interessante pois consideram-se erradas as tentativas para a alterar apenas por motivos ideológicos.

O preço da educação Vítor Gaspar

Enfermeiros emigram

When Curious Parents See Math Grades in Real Time

Dei uma volta pelos blogues. A doença ataca mais uns do que outros.

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