Cripto-Coisas


Não me convencem muito, em especial quando não foram convertidos à força no Terreiro do Paço, mas se auto-converteram em rebanho num processo de readaptação ao estabelecimento.

Não me apetece explicar agora, daria trabalho e teria de os nomear.

 

… não tenham problemas, pois são todas fundamentadas em casos concretos. Mas não necessariamente singulares…

Pelo que se inserem numa big picture, okei?

Baby-Devil

Na falta de vontade para escrever sobre coisas mais interessantes – ou não – vou gastar algumas linhas com um comentário, algo lateral, acerca da incomodidade que alguns políticos sentem ao serem criticados por cidadãos comuns. Ou por alguém que julgam querer passar de cidadãos comuns a algo mais.

Não interessam agora os detalhes pessoais da coisa, pois nem foi caso inédito ou singular. Ainda me lembro da violenta reacção daquele Amorim morcão quando eu ousei questionar-lhe qualquer coisa ou mesmo uma reacção (pública, através do fbook) para além de qualquer minha deselegância de uma ctual secretários daqueles que não vão além de adjuntos.

Só que recebi recentemente um mail de uma pessoa da nossa classe política que não conheço pessoalmente e com quem nunca me cruzei na vida, mas que tive a sorte ou o azar de ter como governante e parlamentar e sobre cuja acção – neste caso, será mais inacção – tive a ousadia de dar a minha opinião aqui no blogue com uma sinceridade que parece ter sido contundente.

Ora bem… é a vida!

Tal como eu me presto a levar na cabeça pelos disparates que digo ou faço, com uma notoriedade a uma escala micro, também quem se deixa ir para cargos de responsabilidade macro se deve preparar para que nem toda a gente fique em estado de adoração.

Nem sequer se tratou de um texto particularmente adjectivado, mas parece que deixou um dos alvos com menor admiração pela minha sabedoria (e aqui sou obrigado a sorrir) e decidiu dar-me isso a conhecer.

O que eu até acho bem, aproveitando na minha resposta para corrigir factualmente a adjectivação efectivamente usada no tal post.

E para esclarecer que entre uma “sabedoria” mansa e moribunda e uma “não-sabedoria” ainda com alguma vida cá dentro, não há hesitações nenhumas da minha parte.

Há 30 ou 40 anos não era das minhas favoritas – preferia o Bernard Prince ou o Bruno Brazil, entre as séries de aventuras do – mas agora, tal como o Ric Hochet, os álbuns dos anos 60 e 70 trazem consigo o aroma dos clássicos.

Está a sair uma nova série de álbuns com o Público de 4ª feira… e faz lembrar o tempo das revistas semanais…

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A China Three Gorges, o maior acionista da EDP, está a reduzir a dimensão dos gabinetes dos seus líderes e a usar automóveis de serviço mais baratos, corrigindo “irregularidades” detetadas pela Comissão Central de Disciplina do Partido Comunista Chinês.

O que eu mais gosto nisto tudo é o perfume dos mercados em toda esta opeação da EDP. A forma como foi a concorrência entre empresas livres a determinar o seu destino.

E depois sempre se poderá avaliar melhor a competência de quem, nos dias logo a seguir às mortes, explicou de forma tão detalhada como tudo se tinha passado.

Há alunos que prometem contar como são as praxes

 

O que não se pode, e isso abrange todos os cidadãos, é fazer qualquer publicação ou post no fim de semana. “Esta proibição é ampla e envolve toda a atividade actividade passível de influenciar, ainda que indiretamente indirectamente, o eleitorado quanto ao sentido de voto, pelo que qualquer ato acto, ainda que se não dirija à eleição a realizar, não pode deixar de ser entendido como um ato acto de propaganda”.

Lenine? Trotsky? John do Montijo?

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