Corrupção


Seis políticos norte-americanos detidos por suborno na corrida a “mayor” de Nova Iorque

Proposta do V. Teodoro:

Free schools will invite corruption unless we fix them now

American free schools went through 20 years of shady deals because of their shoddy legislation. Now Britain is heading down the same path.

Todos los papeles de Bárcenas

E por cá, seriam capazes de… ?

Ou o Relvoy conseguia controlar a coisa?

… estão nos lugares ideais para maximizar os danos para a maioria que não é.

Cândida Almeida diz que os políticos portugueses não são corruptos

Henrique Neto. “A maçonaria corrompe o PS e a democracia com alianças secretas”

Isaltino condena combate à corrupção em «praça pública»

Money, Politics, Power: Corruption Risks in Europe

Calcioscommesse: foto e video

Motivos:

Primeiro, Portugal encontra-se num longo processo de transição de uma Democracia formal para uma Democracia qualitativa efectiva. Isto significa que a corrupção política continuará a ser um fenómeno persistente na sociedade portuguesa, em parte devido à má difusão e apropriação das regras do jogo do Estado de Direito democrático pela maioria dos cidadãos.

Segundo, um dos problemas dessa transição é a própria classe política que não adere aos quadros legais vigentes, os quais foram aprovados pela mesma. Isso torna-se particularmente evidente na questão do financiamento dos partidos e na monitorização da despesa pública.

Terceiro, a classe política é elitista e a política é pouco acessível à maior parte da população. As estruturas educativas e da Justiça são ainda demasiado débeis para fortalecer a posição do cidadão em relação à classe política.

Quarto, uma sociedade civil débil justifica a prevalência de uma política neo-patrimonial. A falta de pressão da sociedade civil organizada faz com que a classe política e as instituições representativas sejam vulneráveis à pressão dos interesses corporativos e impermeáveis aos mecanismos de responsabilidade política e penal.

José M. Magone, “Democracia neo-patrimonial e corrupção política”  in Luís de Sousa e João Trigães, Corrupção e os Portigueses. Atitudes – Práticas – Valores. s.l.: Rui Costa Pinto Edições: 2008, pp. 125-126.

Corruption index 2011 from Transparency International: find out how countries compare

É interessante para vermos a posição dos países que são os alvos preferenciais de certas diplomacias económicas, de sócrates a relvas, passando por portas.

Aliás, um álbum de imagens das viagens destes três dá um interessante roteiro da corrupção no mundo. E é onde querem que os portugueses invistam e para onde querem que eles emigrem.

Relatório sectorial da Transparency International, agradecendo o envio à M. M. Coelho: corrupção_ensino.

Relatório aqui (graças ao Livresco): TI_CPI_2011_report_view(1)

Reparam nos países do topo? Pois… nós vamos a par do Botswana.

A leitura do Snowdrops (que deixei por aqui há um par de dias) é elucidativa destas formas de negociar.

BP’s bid to clean up its act dealt blow by revelations in Russia case

Court documents show the oil giant appeared to regard its partners in a major deal as criminals.

BP‘s attempt to rebuild its public image after the worst oil spill in US history has been dealt a blow by court documents showing it was willing to do a major deal with Russian billionaires whom it regarded as “crooks and thugs” to gain access to the country’s vast oil wealth.

The damaging allegations have come to light at a critical time for BP, which faces a criminal investigation by the US justice department while preparing to fight a massive legal case in New Orleans over the Gulf of Mexico oil spill.

North American rival Norex Petroleum is seeking $1bn damages in its case at the New York supreme court as it argues that BP and its Russian business partner, TNK, have benefited from oil assets that were seized in the late 1990s. Russia is important to BP – its joint-venture, TNK-BP, produces a quarter of its oil. At the heart of the dispute is the alleged misappropriation of the Yugraneft oilfield in Siberia, which Norex claims has generated $1bn in oil revenues in the past decade.

… resulta muito do seu mau uso por quem por lá passa.

Também este senhor prefere o silêncio à divulgação, a opacidade à transparência. No ougar que ocupa é uma postura complicada.

Sem comunicação social e blogues isto era vinha vindimada…

O Procurador-geral da República (PGR) disse hoje que a comunicação social leva as pessoas a concluir que “Portugal é o país mais corrupto do mundo”, mas que isso “não corresponde à realidade”.

“A corrupção existe em Portugal e é preciso combatê-la com todos os meios legais existentes, mas está muito longe de ser um dos países onde a corrupção atinge os mais elevados níveis”, disse Pinto Monteiro numa conferência sobre o Ministério Público (MP) e o Combate à Corrupção promovida pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), em Lisboa.

Partindo deste pressuposto, Pinto Monteiro considera que é “preciso combater a corrupção, mas sem o sensacionalismo que, por vezes irreflectido ou intencional, se atribui à sua grandeza”.

Em regime republicano, manter uma rainha de Inglaterra em exercício só se pode justificar por não haver quem lá colocar para fazer melhor, pior, sei lá.

Era logo anti-pedagógico e anti-democrático, não se sabe se respectivamente.

E o Seguro, o tal que  nunca piou com o zé das socas, e ainda hoje desdiz o holocausto, até pulava!…

O robô e a máquina de propaganda

A máquina do Governo dispõe de uma redacção que ataca os artigos e os colunistas considerados hostis.

Muitas vezes fala-se da ‘máquina de propaganda’ do Governo socialista. Mas nunca houve uma tentativa séria de investigar como funciona, que métodos utiliza, quantas pessoas envolve, quem a dirige, etc.

Vou dizer o que sei.

É que estamos a falar do nosso belo Portugal… e mesmo sendo síntese, uma centena de páginas é escasso…

… não são os passevites de cá.

Ex-quadros da Ferrostaal acusados de corrupção nos contratos com Portugal

O Ministério Público de Munique acusou dois ex-quadros da empresa alemã Ferrostaal do pagamento de mais de 62 milhões de euros em “luvas” para garantir encomendas de submarinos de Portugal e da Grécia, noticiou hoje a agência Bloomberg.

A questão é: quem calçou as luvas?

os professores entre os mais credíveis profissionais no mercado. E o estudo também é da OCDE…

Estudo da OCDE sobre corrupção. Os portugueses consideram que a corrupção aumentou e consideram os políticos como os mais corruptos. Militares, professores e clero são considerados os mais honestos.
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