Conselho Geral


De tudo isto, se bem percebi, a DREN queria que fosse escolhido o candidato que faria horários à maneira das conveniências público/privado. Percebi bem?

Pais da Escola António Nobre querem instaurar processo-crime à DREN

A Federação Concelhia de Associações de Pais do Porto (FECAP) e a Associação de Pais da Escola Secundária António Nobre querem instaurar um processo-crime à Direcção Regional de Educação do Norte (DREN) por “autoritarismo” e “jogo de interesses”.

Quanto ao resto, é a DREN, palavras para quê?

Já não basta os docentes serem humilhados e tratados com indigentes, agora interpretações abusivas da lei por parte dos secretários de estado da educação tornam apetecível a sonegação dos direitos liberdades e garantias dos pais professores e também cidadãos que supostamente estão garantidos pela constituição.

No Agrupamento de Escolas da Lousã, pais-professores, pertencentes ou não à escola em causa, foram impedidos de pertencer ao Conselho Geral, com a suspeita poderem assumir posições corporativas.

Note-se que esta posição, com o alto patrocínio das Associações de Pais do respectivo Agrupamento e Presidente do Conselho Geral (Professor!!!!) é suportada por interpretação da lei do Gabinete do Secretário de Estado da Educação que me parece verdadeiramente lesiva dos direitos e garantias constitucionais.

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Testemunho chegado por mail e assinado pelo Arcanjo Benjamim Querubim:

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Pois é!… Há algo caciqueiro /controleiro em Escolas do Distrito de Viana do Castelo.

É sabido que os docentes não concordam com o novo sistema de gestão, e que, por isso, até está a decorrer uma petição da Plataforma Sindical para entregar na Assembleia da República. Mas os processos eleitorais para a constituição do Conselho Geral Transitório (CGT) aí estão, a decorrer com muita celeridade em Escolas/Agrupamentos.

Dirão alguns: para já é só transitório.

Lá isso é, mas é este CGT que vai definir – preto no branco – a futura composição do Conselho Geral definitivo.

É o KO ao funcionamento democrático das Escolas/Agrupamentos.

Mas porque pressionam os presidentes dos Conselhos Executivos (CT) – professores que, na verdade, já não o são há muitos anos – a formação do CGT?… Porque sabem que só assim poderão garantir a sua continuidade como futuros directores, onde poderão, com maior pertinência, “decidir de sua justiça”. É o perfeito, o arrogante, o autoritário “quero, posso e mando”, zelosos “controleiros” do ME nas Escolas/Agrupamentos.

Reparem, que as listas de candidaturas de docentes estão a ser constituídas, não pela livre iniciativa dos professores, mas pela pressão dos Srs. Presidentes dos CT’s junto dos colegas professores que são mais vulneráveis a estes pedidos de “raposa velha”, ou que fazem parte do círculo “dos amigos do Presidente”. Para disfarçar “os amigos do Presidente” convidam (aliciam) os “amigos” dos “amigos do Presidente” e assim se criam os grupelhos: a fórmula ideal de fomentar a divisão para reinar. Não me digam que ainda não tinham reparado nisso!

Mas como poderão os docentes demonstrar a sua insatisfação, o seu descontentamento, a sua discordância com este processo?

Bom, se não conseguirem impedir a apresentação de candidaturas de docentes ao CGT, no dia do acto eleitoral sempre podem demonstrar o vosso desagrado, votando!

Votando para não serem “castigados” futuramente, mas votando na diagonal no boletim de voto, isto é, um traço bem marcado no boletim, a começar no canto superior direito e a terminar no canto inferior esquerdo.

Claro que o voto será considerado NULO. E é exactamente isso que deve acontecer.

Desta forma tornarão as candidaturas de docentes ao CGT vazia e sem qualquer credibilidade. NÃO LEGITIMEM A(S) CANDIDATURA(S).

Os colegas candidatos vão sentir-se desconfortáveis entre os seus pares? Pois vão, mas paciência. É o preço da “traição”.

Viana, 23.Junho.2008 Arcanjo Benjamim

Nota) Sendo incontornável o processo eleitoral para o CGT, atenção à composição da Mesa Eleitoral. A contagem dos votos deve ser um acto transparente.

Alerta colegas.

Caso contrário, quando voltarem a cabeça para trás…ZÁS.

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