Cidadania


 

Fui ali ao notário: quero fazer um contrato blindado, se faz favor.

Não pude,  diz que um contrato tem que ter as partes e o motivo para conhecimento público; mas se for si ai ei ou put in out…

 

outro problema, o jornalês

 

 

 

 

o valor a pagar

 

 

 

 

O Professor enquanto Cidadão

O dia 5 de Outubro assinala, para além da implantação da República, o Dia do Professor.

É, por isso, uma data que se presta a discursos em que se misturam a defesa da ética republicana, o apelo ao exercício de uma cidadania plena e, por acréscimo, o elogio do papel da Educação na formação de cidadãos conscientes, críticos e capazes de fazer viver o regime democrático para além das suas limitações circunstanciais. Pululam as referências à defesa da Escola Pública, as declarações de boas intenções e os elogios desmedidos que escasseiam no resto do ano.

(continua…)

———- Mensagem encaminhada ———-
De: DGIDC <dgidc@escolas.min-edu.pt>
Data: 8 de Novembro de 2012 15:51
Assunto: Guiões Educação Género e Cidadania
Para: todos@escolas.min-edu.pt

Exmo (a). Senhor (a) Diretor (a)
 
No quadro da educação para a cidadania e com o objetivo de apoiar as escolas e os docentes, foram publicados, pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), quatro Guiões de Educação Género e Cidadania. Estes materiais foram validados pela Direção-Geral da Educação (DGE) do Ministério da Educação e Ciência, que verificou da sua adequação às orientações curriculares da educação pré-escolar e ao currículo do ensino básico.
Os Guiões destinam-se aos 1º, 2º e 3º ciclos do ensino básico e à educação pré-escolar e a  sua finalidade é a integração da dimensão de género no sistema educativo, ao nível das práticas educativas, bem como das dinâmicas organizacionais escolares, com vista à eliminação gradual dos estereótipos sociais de género que predefinem o que é suposto ser e fazer um rapaz e uma rapariga.
Pretende-se, assim, contribuir para tornar efetiva a educação para a cidadania, garantindo que rapazes e raparigas se vejam entre si como iguais no exercício dos direitos, em todas as dimensões da vida, e que uns e outras usufruam de uma verdadeira liberdade de escolha dos percursos académicos e profissionais e dos projetos de vida.
Estes Guiões constituem instrumentos de apoio para docentes, e outros grupos profissionais de educação, de todas as áreas curriculares, disciplinares e não disciplinares, e de todos os tipos e/ou modalidades de ensino.
Produzidos por quatro equipas de especialistas em género, educação e formação de docentes, pertencentes a seis instituições de ensino superior, os quatro Guiões foram publicados em suporte livro no período entre 2010 e 2012 e distribuídos por 700 bibliotecas escolares (ainda está em curso a distribuição dos Guiões dos 1ºs e 2º ciclos). Encontram-se igualmente disponibilizados em linha, no sítio web da CIG, em  http://www.cig.gov.pt/ ou da DGE, em http://www.dgidc.min-edu.pt/educacaocidadania/index.php?s=directorio&pid=76
A DGE e a CIG pretendem, no decurso deste ano letivo, monitorizar a aplicação dos referidos Guiões através de um questionário a preencher on line pelas escolas, em dois momentos distintos, novembro 2012 e março 2013, com o objetivo de obter informação, o mais rigorosa possível, sobre o trabalho já realizado pelas escolas no âmbito da problemática do Género e Cidadania e avaliar a amplitude da utilização dos Guiões de Educação Género e Cidadania, bem como do seu impacto nas respetivas escolas.
De modo a reforçar a utilização dos Guiões pelos docentes nas suas práticas pedagógicas, a DGE propõe-se ainda organizar, em 2013, oficinas de formação descentralizadas em cada uma das áreas geográficas das cinco Direções Regionais de Educação, destinadas a docentes do pré-escolar e dos três ciclos do ensino básico do mesmo agrupamento de escolas.
Com os melhores cumprimentos,
 
Lisboa,  8 de novembro de 2012
 
                                                                       O Subdiretor-Geral
 
                                                                          Luís Filipe Santos

que fará transbordar a taça.

Cântigo Negro

 

“Vem por aqui” — dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: “vem por aqui!”
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali…
A minha glória é esta:
Criar desumanidades!
Não acompanhar ninguém.
— Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe
Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos…
Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: “vem por aqui!”?

Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí…
Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.

Como, pois, sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?…
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos…

Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tetos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios…
Eu tenho a minha Loucura !
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios…
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém!
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.

Ah, que ninguém me dê piedosas intenções,
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: “vem por aqui”!
A minha vida é um vendaval que se soltou,
É uma onda que se alevantou,
É um átomo a mais que se animou…
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
Sei que não vou por aí!

[José Régio]

Ode à Mentira

Crueldades, prisões, perseguições, injustiças,
como sereis cruéis, como sereis injustas?
Quem torturais, quem perseguis,
quem esmagais vilmente em ferros que inventais,
apenas sendo vosso gemeria as dores
que ansiosamente ao vosso medo lembram
e ao vosso coração cardíaco constrangem.
Quem de vós morre, quem de por vós a vida
lhe vai sendo sugada a cada canto
dos gestos e palavras, nas esquinas
das ruas e dos montes e dos mares
da terra que marcais, matriculais, comprais,
vendeis, hipotecais, regais a sangue,
esses e os outros, que, de olhar à escuta
e de sorriso amargurado à beira de saber-vos,
vos contemplam como coisas óbvias,
fatais a vós que não a quem matais,
esses e os outros todos… – como sereis cruéis,
como sereis injustas, como sereis tão falsas?
Ferocidade, falsidade, injúria
são tudo quanto tendes, porque ainda é nosso
o coração que apavorado em vós soluça
a raiva ansiosa de esmagar as pedras
dessa encosta abrupta que desceis.
Ao fundo, a vida vos espera. Descereis ao fundo.
Hoje, amanhã, há séculos, daqui a séculos?
Descereis, descereis sempre, descereis.

[Jorge de Sena]

* – A confirmar. Se confirmarem, é adequado pensar-se que será em conjunto.

OPS4

O número 4 da OPS! já está online.

Com o editorial de Manuel Alegre e um dossier dedicado ao “Urbanismo e Corrupção”, editado por Pedro Bingre, Helena Roseta e Nuno David, revela-se até que ponto o capitalismo ultra-liberal, a desregulação e a especulação desenfreada têm contribuído para desfigurar o nosso território e as nossas cidades.

http://www.opiniaosocialista.org/

O dossier inclui uma entrevista a Guilherme Oliveira Martins, Presidente do Tribunal de Contas e do Conselho de Prevenção da Corrupção. Conta ainda com uma extensa reportagem sobre as pistas apontadas por Maria José Morgado em comunicação dada na Universidade Lusófona, à volta do sistema de licenciamento urbanístico e os desastres do urbanismo ilegal.

A apresentação decorre hoje, terça feira, dia 14, 18h30, na livraria Círculo das Letras (Rua Augusto Gil, 15 b, à Av. Roma/João XXI/Campo Pequeno), com Manuel Alegre, Pedro Bingre, Nuno David, Fernando Nunes da Silva, Helena Roseta.

Veja a localização da Livraria círculo das letras no google maps.

Um texto essencial do Rui para compreender muita coisa:

vertebral

Eu agradeço-lhe muito os serviços prestados à causa sportinguista na fase final da carreira, mas haja um mínimo de decoro.

João Vieira Pinto promove Escola. Futebol. Cidadania. em Proença-a-Nova

O ex-futebolista e internacional português João Vieira Pinto promove a 2.ª Acção do Projecto Escola. Futebol. Cidadania. que o Gabinete Coordenador do Desporto Escolar realiza no Agrupamento de Escolas de Proença-a-Nova, na próxima terça-feira, dia 28 de Abril, a partir das 09.00 horas.

Mail enviado ao grupo parlamentar do PSD:

Ex.mos. Srs.
No dia 22 de Abril, na AR , no debate com a presença do primeiro ministro, o senhor deputado Paulo Rangel comparou o estado do ensino à violência doméstica: “o governo a bater nos professores, os professores a bater na escola… (sic)

Não querendo discutir a metáfora (pouco feliz, de resto, na minha perspectiva), e esperando que tenha sido apenas um lapso, queria deixar claro que os professores (perdoem-me a arrogância do plural) se estão a bater PELA e não “contra” a escola pública.

Aproveito ainda para lamentar que o GP do PSD não se tenha disponibilizado para se associar aos GP que se uniram para subscrever um pedido de fiscalização sucessiva do modelo simplificado de avaliação, que se encontra em vigor.

Grata pela atenção dispensada e esperando o esclarecimento possível:

Ana Mendes da Silva, cidadã, encarregada de educação e professora do GR 300 na Escola Secundária da Amadora

Comentário: Eu até gosto do Paulo Rangel, que acho rapaz (é quase das minhas idades, acho que me posso dar a estas liberdades…) inteligente, civilizado e mais umas quantas coisas. O problema é que há coisas que, em determinadas circunstâncias, mais valia serem pensadas antes de ser ditas.

Mas então agora temos o dever de participar na governança com as regras definidas por outros?

Tutela acusa professores de Santo Onofre de “não cumprirem dever de cidadania”

O Secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, afirmou hoje que o Conselho Executivo do agrupamento de Escolas de Santo Onofre foi destituído e substituído por uma Comissão Administrativa Provisória (CAP) “porque os professores não quiseram participar na governação das suas escolas e não cumpriram um dever de cidadania: o de apresentar uma ou mais listas ao Conselho Transitório”.

“Choca-me que não tirem partido desse direito, mas se é assim que querem muito bem: a escola é pública e o Estado tem a obrigação de assegurar a sua governação nos termos da lei”, disse, em declarações ao PÚBLICO.

Mas afinal, mais adiante, já é um direito?

Choque, choque é certos alguéns armarem-se em pregadores da cidadania com currículos que ficam um bocado a dever à coerência.

Eu sou, por caso, obrigado a concorrer à Junta de Freguesia da aldeia onde vivo?

Algum outro profissional é obrigado a candidatar-se a um órgão de não-sei-quê-transitório no seu local de trabalho?

Mas então a Ministra não disse no Parlamento – eu vi e gravei para não me desmentirem – que era a comunidade local que não queria tomar conta da Escola?

Entendam-se ou isto é uma anarquia. E nós não queremos isso. Apenas a Lei e a Ordem!

MOÇÃO

Os professores da Escola Secundária Infanta D. Maria suspenderam, por unanimidade, a sua participação em todos os procedimentos relacionados com a aplicação do Dec. Lei 2/2008, tal como sucedeu em mais de 450 Escolas ou Agrupamentos de Escolas.

A necessidade sentida pelo Governo, na sequência das enormes manifestações de descontentamento levadas a cabo pela quase totalidade da classe docente, de alterações sucessivas do Modelo de Avaliação, mais não é que um reconhecimento inequívoco da sua inadequação pedagógica e da inaplicabilidade do Modelo.

As alterações pontuais que foram introduzidas não alteraram a filosofia e os princípios que lhe estão subjacentes. Apesar de designado por Modelo de Avaliação, não o é efectivamente. Não tem cariz formativo, não promove a melhoria das práticas, centrado que está na seriação dos professores para efeitos de gestão de carreira.

As alterações produzidas pelo Governo mantêm o essencial do Modelo, nomeadamente, alguns dos aspectos mais contestados como a existência de quotas para Excelente e Muito Bom, desvirtuando assim qualquer perspectiva dos docentes verem reconhecidos os seus efectivos méritos, conhecimentos, capacidades e investimento na Carreira.

Outras alterações como as que têm a ver com as classificações dos alunos e abandono escolar, são meramente conjunturais, tendo sido afirmado que esses aspectos seriam posteriormente retomados para efeitos de avaliação.

A implementação do Modelo de Avaliação imposto pelo Governo significa a aceitação tácita do ECD, que promove a divisão artificial da carreira em categorias e que a esmagadora maioria dos docentes contesta.

Tendo em consideração o que foi referido anteriormente, os professores da Escola Secundária Infanta D. Maria, coerentes com todas as tomadas de posição que têm assumido ao longo deste processo, reafirmam a sua vontade em manter a suspensão do mesmo.

Apelam ainda a que aconteça o mais rapidamente possível um processo sério de revisão do ECD, eliminando a divisão da carreira em categorias, e que se substitua o actual Modelo de Avaliação por um Modelo consensual e pacífico, que se revele exequível, justo e transparente, visando a melhoria do serviço educativo público, a dignificação do trabalho docente, promovendo assim uma Escola Pública de qualidade.

Coimbra, 6 de Janeiro de 2009

Escola Secundária Infanta D. Maria

Peça de Susana Madaíl no Jornal de Notícias, com o subtítulo «cidadania de sofá» que até poderia ser considerado ofensivo se não a subscrevesse em parte:

Participação cívica estimulada por novas tecnologias

O apelo chegou pelo correio electrónico. Exortando ao boicote a três marcas de combustíveis que, juntas, detêm cerca de 80% do mercado nacional, invadiu as máquinas ligadas à Internet no final de Maio. Tais mensagens – uma primeira, muito tosca e pejada de erros ortográficos, e a segunda, já com produção gráfica q.b. e a inserção dos logótipos das empresas-alvo – incitavam o receptor, e putativo consumidor, a não frequentar aquelas gasolineiras nos dias 1, 2, e 3.
(…)
De igual modo, embora menos dramática, a eficácia de recrutamento ficou demonstrada na manifestação dos professores, em Fevereiro último, convocada por SMS, mail e blogues. A adesão e espontaneidade colheu de surpresa muitos analistas – além dos próprios sindicatos – que advogam a apatia cívica dos portugueses. De que discorda Mendes: “Há um adversário, uma lógica de mobilização efémera, mas que ancora numa tradição mais enraizada na sociedade portuguesa, que tem grande potencial de mobilização, com uma média anual de 200 manifestações reivindicativas”, contabiliza. “Temos rituais, acções, repertórios e memórias, designadamente de Abril de 1974, em que as pessoas já estão rotinadas”, afirma. Simplesmente, “os protestos, cá, são de base localista, não é como na França, que se repercutem nas ruas”. É esta “base localista” que ilude os observadores que alegam a apatia cívica dos portugueses, ao induzir um efeito inibidor para muita gente, dada a excessiva proximidade com o “adversário”. E os mais tímidos na participação activa, com presença física, são “a classe média e média-alta”, declara, e que anseiam, segundo o politicólogo André Freire, do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), “por uma participação menos enquadrada, menos hierarquizada e burocratizada”. Ora, as tecnologias da informação e comunicação (TIC) correspondem a esse desejo: “A mobilização pela Internet e SMS permite novas formas de presença no espaço público, porque não tem que passar pelas formas estruturadas – partidos, associações e sindicatos -, que são mais lentas e exigem negociação. As TIC prescindem disso ao mesmo tempo que permitem às pessoas afirmarem-se politicamente”, explica Mendes. E Freire sintetiza: “Implica um acréscimo de cidadania, sendo positiva a entrada de novos competidores no jogo político”.

Apesar desta longa citação, convém ler todo o texto.

Para quem gosta de abordar os temas da Cidadania, com menos teoria e mais prática, a Assembleia da República tem algumas excelentes publicações.

E o merchandising do nosso Parlamento também começa a ser interessante.

Recomendações do Fórum Educação para a Cidadania

Assegurar a Educação para a Cidadania Global como uma componente do currículo de natureza transversal, a desenvolver em todas as áreas curriculares disciplinares e não disciplinares, ao longo de todos os ciclos de ensino, é uma das principais recomendações apresentadas no documento “Objectivos estratégicos e recomendações para um plano de acção de Educação para a Cidadania”, elaborado pela comissão de redacção do Fórum Educação para a Cidadania.

No âmbito do núcleo de reflexão Problemática da Cidadania na Escola, integrado no Fórum, as recomendações apontam para a identificação de um núcleo de competências essenciais a desenvolver transversalmente em todo o currículo, tendo em conta três eixos fundamentais: postura cívica individual, relacionamento interpessoal e relacionamento social e intercultural.

A adopção de um referencial pedagógico que inclua conteúdos concretos e constitua orientação geral para a área de Formação Cívica é outra das recomendações inseridas no documento, que salienta a importância da abordagem de temáticas relevantes na sociedade contemporânea, nomeadamente das que incidem sobre o consumo responsável, a segurança humana e os média.

Defende-se, igualmente, a abordagem de questões relacionadas com a Educação para a Cidadania Global na Área de Projecto, na medida em que esta área curricular não disciplinar favorece a articulação dos saberes de diversas áreas curriculares, quer ao nível da reflexão sobre os direitos humanos, quer no que respeita às questões emergentes na sociedade actual.

Para que a escola se assuma enquanto espaço privilegiado de exercício da cidadania, salienta-se a importância das vivências de cidadania, consubstanciadas na identificação das falhas no funcionamento do estabelecimento de ensino e no desenvolvimento de processos partilhados de resolução que permitam ultrapassá-las, com benefício para toda a comunidade educativa.

O documento completo está aqui. São «Sete Objectivos Estratégicos» que depois se subdividem em 82 (apenas?) números ou objectivos-abaixo-de-estratégicos.

Adivinha-se muito trabalho intelectual, algum bom dinheiro gasto e, claro, temos um Observatório de Acompanhamento previsto para começar a funcionar em 2009, como não poderia deixar de ser.

Destaco a presença de Marçal Grilo como Presidente do organismo, o qual se revela pletórico de individualidades, e este naco de prosa introdutória da responsabilidade de Paula Moura Pinheiro (!?), em especial a «indicação terapêutica»:

Apesar das boas intenções que não negarei, não podia deixar de concluir sem referir que todos aqueles que afirmam nunca terem percebido o que é o «eduquês» na sua verão mais politicamente correcta, aqui têm um excelente exemplo.

Entedia ao fim de uns parágrafos e umas dezenas de eixos e objectivos, mas é esclarecedor da estirpe.

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