Cérebro


Is misused neuroscience defining early years and child protection policy?

The idea that a child’s brain is irrevocably shaped in the first three years increasingly drives government policy on adoption and early childhood intervention. But does the science stand up to scrutiny?

tipo

Lembrar-me-ei sempre sempre de ti, O Ice e companheiro.

Pelo menos eu acho que estas declarações estão apenas a um fio de cabelo da teoria da relatividade e nem sequer falo da restrita, mas mesmo da geral.

O director do Gabinete de Avaliação Educacional (Gave), responsável pela realização das provas, sublinhou a elevada correlação que existe entre o desempenho dos alunos na escola, ao longo do ano lectivo, e no momento dos exames. Os bons alunos na avaliação contínua são os que se saem melhor nas provas nacionais, o que “prova” que estes testes são “justos” e adequados aos programas leccionados, concluiu. (Expresso Online)

Um dos assuntos que desde sempre me fascina é o funcionamento do nosso cérebro, como funcionam as nossas emoções, o que se entende por inteligência, como tudo se relaciona na nossa forma de agir e de tomar decisões.

Se de início isso me fez ler alguma coisa ligada à Psicologia e Psiquiatria, com o passar dos tempos comecei a achar insuficiente certo tipo de explicações apenas psicologizantes, daquelas que se limitam a basear-se na mudança de «atitude», no confronto com o «passado», no «pensamento positivo» ou, em resumo, a culpar os paizinhos por tudo o que somos incapazes de fazer como adultos. Há por esses territórios alguma razão, mas falta muita coisa. Assim como o Fred ainda explica algumas outras, mas longe de ser tudo. Os todas as restantes teorias (parciais) alternativas que convencem os predispostos a ser convencidos.

Por isso comecei a ter crescente interesse por outras formas de explicar o nosso comportamento, as suas anomalias e a sua evolução. O aparecimento e popularização de O Erro de Descartes já me apanhou nessa fase de deriva para a neurobiologia e para a explicação de vários aspectos do comportamento humano na base da alteração do equilíbrio químico do nosso cérebro.

E o porquê da actual atracção da nossa sociedade pelo consumo brutal de anti-depressivos.

Este livrinho é apenas uma pequena obra de divulgação de algumas das descobertas nesta matéria, mas fornece pistas interessantes para compreendermos a base química das nossas mudanças de humor e da capacidade de tomarmos decisões de tipo mais «racional» ou «emocional», de sermos mais seguros ou apostarmos mais no risco.

E muito vai dar a substâncias como a dopamina e a serotonina.

Claro que tudo isto não impede, muito pelo contrário, a leitura deste, deste, deste ou mesmo deste, de saudável produção nacional.