Bullying


… é que pode acreditar em qualquer coisa que não tenha sido mais do mesmo ou então vais-te embora que a Rússia está sem dinheiro em relação ao governo grego.

O avô Cantigas do PS apoia.

Jornal publica manifesto de pais e alunos contra bullying nas escolas

(embora nem todas as pessoas possam atingir, em especial aqueles progenitores que têm sempre justificação ou despudorada desculpabilização para qualquer porcaria feita pela descendência… porque el@ lá em casa é um@ santinh@)

“CARTA À CRIANÇA QUE AGRIDE A MINHA FILHA”

Sugestão do Luís Braga:

Bullying Prevention: Students Share Dos and Don’ts

À meia hora de jogo, só estávamos a levar 2 e só tínhamos 10 jogadores.

A falta do Neymar não explica tudo…

E eu já não sei bem o que pretendem, porque, agora, ao submeter uma segunda declaração de substituição, tive direito a um alerta a avisar-me que estou a declarar mais do que eles têm lá registado.

É pá… não é a primeira vez, mas começo a ficar chateado e respondi-lhes que…

Após justificação anterior, voltei a submeter uma declaração de substituição que, agora, apresentou um alerta de declarar MAIS rendimentos do que os que têm registados. Agora é que deixei de perceber o que a AT pretende… porque eu só posso declarar o que me pagaram e de que tenho comprovativos.

Como também tenho uma cartinha da Segurança Social para levantar… penso que me saiu a fava ou que…

… e graças ao bom desempenho nas jotas.

Maioria força pedido de aclaração ao Tribunal Constitucional

Até porque se sabe que:

Todos os pedidos de aclaração dos acórdãos do Constitucional entregues em processos de fiscalização abstracta não passaram no crivo do Palácio Ratton. As decisões que foram sendo tomadas ao longo dos anos travaram a aclaração mas, da leitura destas decisões, fica patente que os juízes deixam sempre alguma pista ao requerente.

Entre os juízes que em 1991, 1995 e 1996 rejeitaram pedidos de clarificação estava Assunção Esteves, a presidente do Parlamento que tem em mãos um pedido de Passos para que a Assembleia da República (AR) peça a aclaração do acórdão que chumbou normas do Orçamento de Estado para 2014.

Só a uma grande distância devemos procurar uma segunda explicação semi-desculpabilizadora.

Pais que praticam bullying em filhos são frustrados com a própria educação

E muito haveria a dizer também, por exemplo, de encarregados de educação ceg@s às diabruras das suas alegres criaturinhas e que culpam sempre @s outr@s.

 

Eu sei que:

  • Bestas e brutamontes sempre existiram na escola com a missão de atazanar ou infernizar a vida alheia.
  • A questão do bullying, com a sua terminologia inglesada, pode prestar-se a modas, confusões e apropriações indevidas.
  • Muitas coisas acontecem nas escolas fora do olhar dos adultos.
  • O pessoal docente e não docente anda cansado.

Mas…

Penso ser exigência mínima que se (re)aja perante sinais evidentes de que algo se anda a passar, nas aulas ou fora delas, de modo a tornar infeliz a existência de quem ainda está na idade de poder desfrutar da vida sem levar com a maldade e estupidez de terceiros em cima e ainda se culpabilizar (ou ser culpabilizad@) por isso e virem com a conversa da necessidade de desenvolver a resiliência e o carácter. Que é muitas vezes a conversa dos sebastiões que preferem sublinhar a vitimização como causa das queixas.

Ou seja… está no olhar e é responsabilidade maior dos adultos detectar muitas coisas que se passam, mesmo que sejam abaixo do radar.

E mesmo que os adultos andem a ser vítimas de bullying real e não apenas metafórico.

Que nos andem a fazer mal não justifica que se pactue, nem que seja por omissão, com o mal feito a inocentes.

E é muito importante travar cedo os instintos de crueldade e impunidade em quem cedo começa a tornar-se uma pessoa que sente especial prazer no abuso de outrem.

bullying na tua escola?

“Não há nenhuma escola no mundo sem bullying

E quantas vezes ele é perversamente dissimulado, insidioso, desgastante, cruel.

… o que na maioria das coisas se trata de verdadeiro bullying intelectual, pois não fazem ideia do que estão a falar, mas gostam de usar a palavra e entrar na tourada.

Se ao menos metade de tão afirmativos opinadores soubesse educar os filhos para respeitar o próximo (e o distante, já agora)…

…  e nem sonhava que o Portas ia escolher exactamente a hora da tomada de posse da nova ministra para se colocar ao fresco.

Abençoados requintes de malvadez.

Depois desta tareia à frente de toda a gente?

Só em 21% dos casos é que os professores ficaram a par da ocorrência de “bullying”, uma situação que ocorre com maior prevalência até ao 6º ano e que afecta sobretudo as raparigas, estes dados constam de um estudo da DECO divulgado esta semana. A timidez, um estilo mais passivo ou uns quilos a mais são os motivos mais indicados.

E como definiu a DECO o universo total de casos?

E que indicadores seguiu?

Pergunto isto porque até há bem pouco tempo havia por aí uns especialistas com estudos que até vieram a ser apoiados pelo ME de entãoa dizer exactamente o inverso… que existia excesso de vitimização e que os professores faziam denúncias alarmistas…

Aqui um dos primeiros exemplos.

Newly qualified teachers being hounded out by bullying schools

Newly qualified teachers are leaving the profession after being left unsupported when they start work. And the problem is likely to get worse.

… sendo que as mais acutilantes e divertidas me poderiam valer chatices…

Marinho Pinto ataca coordenador para saúde mental

O bastonário da Ordem dos Advogados acusou hoje o coordenador nacional para a saúde mental de estar “mais ao serviço do poder” do que dos valores da sua profissão e de ignorar a importância das provas em processo penal.

Mas dá-me umas ideias caso o processo Chitas avance para julgamento…

João Proença diz que foi incentivado por altos dirigentes da CGTP a negociar o acordo

Mas será que o homem não percebe que, sendo verdade ou não, só faz figura de parvo e mais parvo? A sério… há outra forma de descrever isto?

É espantoso como alguém que é dos que, em Portugal, mais tem relativizado o bullying, fazendo intervenções públicas do mais insosso e paternalista, agora apareça a dizer que o fenómeno pode aumentar porque o seu observatório (que observa e não me parece que tenha qualquer acção relevante de prevenção) deixou de receber os subsídios esperados.

Observatório receia crescimento do problema do bullying

O coordenador do Observatório da Segurança em Meio Escolar diz que não há grande sensibilidade para a questão do bullying e por isso receia um retrocesso até por causa do fim do contrato entre este organismo e o Ministério da Educação.

O Observatório da Segurança em Meio Escolar receia que o problema do bullying possa voltar a crescer depois de o Ministério da Educação não ter renovado contrato com este organismo em Dezembro.

Em declarações à TSF, o coordenador deste organismo explicou que ao longo de seis anos «foi feito um imenso trabalho de preparação, prevenção e alerta das escolas».

«Temo mesmo é que possa haver uma regressão, já que, confesso, não parece haver uma grande sensibilidade para a questão», acrescentou João Sebastião.

Ou seja, o fenómeno poderá aumentar em virtude de não haver quem o observe. Em tempos, havia teorias que afirmavam que o fenómeno só existia e parecia relevante por atrair atenção. Com jeitinho ainda encontro alguma citação de algum estudo do dito observatório a comprovar. Mas isso não interessa nada. Queremos lá saber se dissemos um dia uma coisa e no outro qualquer outra?

O que interessa é que os fluxos financeiros e as clientelas estão a mudar e, estou convicto, custa sempre a quem vê a transferência desaparecer ou mudar de destinatário.

Desaparecendo a lubrificação, muda a teorização, que endurece. Obviamente por falta da dita.

Mas nada como recordar (p. 51, entre outras, deste artigo):

(…)

Se tomarmos isto à letra e a sério… o desaparecimento do Observatório contribuirá para o atenuar da percepção de insegurança e, em simultâneo, do próprio fenómeno do bullying.

… e coisas assim. Ainda em matéria de tragédias, felizmente que não está a falar do seu desempenho como ME.

Ouvi-la dizer que os europeus desejam a liderança dos EUA faz-me lembrar um Javier Solana. Grandes cambalhotas. O que uma pessoa faz para não trabalhar o resto da vida.

Página seguinte »