Boatos


1. O jornalista deve relatar os factos com rigor e exatidão e interpretá-los com honestidade. Os factos devem ser comprovados, ouvindo as partes com interesses atendíveis no caso. A distinção entre notícia e opinião deve ficar bem clara aos olhos do público.

[o resto]

Pois é, misturam-se factos com exatidão

… apesar de tudo o que não sei quê em contrário, hoje ainda haverá fumo cinzento, pois não pode ser branco. E consta também que não será necessário recorrer a take-away, nem a cumprimentos ou assinaturas. Isso fica para depois.

Aliás, é isso que consta desde a manhã.

Parece é que fica mal fazer a coisa, neste momento, assim à vista de toda a gente.

Como vou estar por fora um bocado, espero não chegar e descobrir que me espalhei…

Disseram-me ontem, que na Sec. do [nome de lutador de outrora, daqueles de retórica rija], o diretor “fechou” a escola na quinta, dispensou os alunos todos, e realizou as reuniões todas nesse dia!…

Acho até fantástico demais para ser verdade! (…) Não queres perguntar ao […]? Isto tinha de ser desmascarado.

Pois deveria, só que, por razões de segurança pessoal, não irei perguntar ao colega em causa. Só posso dizer que é acima do Douro…

Perante a indefinição do MEC em relação a questões concretas e estruturantes para a preparação do próximo ano lectivo (sim, andar a a empurrar as autonomias é outra coisa…) e a total falta de confiança nas declarações ocasionais e instrumentais do ministro e de um dos seus secretários (João Grancho tem a enorme vantagem do silêncio mediático no actual contexto de instabilidade), multiplicam-se as teorias mais descabidas ou menos sensatas por parte de quem conhece alguém que conhece alguém que este, algures, numa qualquer reunião com alguém.

Dois anos depois de chegar ao poder não há decisão (previsível) do Tribunal Constitucional que justifique que ninguém pareça saber o que se vai mesmo passar.

Se o Governo parece cada vez mais um conjunto de amadores, com ideias giras para discutir numa esplanada, numa corrida profissional, há, porém, alguns ministros que se poderiam destacar (como Paulo Macedo) por (concorde-se ou não) ter algo parecido com uma linha de rumo.

No caso da Educação, a única sensação que se tem é que é o campo primordial para todo o tipo de experiências. Basta ver hoje no mapa que o DN faz das alegadas reformas do Estado que o que mais se destaca é o encerramento de 536 escolas.

MFA-O Boato - Ruivo

Que poderá estar em perspectiva uma 2ª edição, revista, d’O Ensino passado a limpo, desta vez com um prefácio mais seguro.

devil

Parece que na nova DGEstE ninguém se entende e que há mais preocupação com o uso dos carros do que em resolver as coisas ou sequer perceber quem tem competência (formal) seja para o que for. E que o caciquismo campeia, em especial do Mondego para cima, mas não só. Que aquilo é relvice e menesice que não se pode.

Página seguinte »