Banda Gástrica


… que, desde que lhe deram um lugarzinho lá fora, daqueles que dão para pagar umas caixas de remédios para o mal, nunca mais se lembrou de questionar o estado do situacionismo político (de que se tornou polido defensor) e até virou o bico ao prego em relação à qualidade da democracia e às liberdades e direitos constitucionais.

Eu cá sempre achei que quem emagrece demasiado, acaba por ver o neurónio mirrar na mesma proporção.

Isto não é preconceito, é mesmo mau feitio meu com certas panisguices. Não é nada relacionado com “orientação de género”, é algo mais profundo e está relacionado com um certo desgosto perante um modo de vida muito peitinho de frango grelhado com legumes cozidos no vapor.

Phosga-se, pá!

Ninguém vos pede pénaltes pela manhã e copos de bagaço a meio da tarde, mas dão-me licença que expresse, de quando em vez, a minha vontade de vos atirar com o bule à cabeça?

Porque, apesar dos salamaleques, continuam grunhos como os outros.

Muit’a agradecido!

(e logo eu que até gosto bastante de chá e sou viciado em comprar tudo o que é mistura nova… excepto as de frutos do bosque, por causa do lobo e da capuchinha…)

Os filhos dos que berram da crise ainda estão aos pulos no festival.

Não é só a questão dos concursos, hoje em destaque no I, é mesmo o mau funcionamento da rede de banda larga do PTE que me chega de diversos pontos e eu próprio experimento no dia a dia. Abrir o gmail tornou-se quase impossível na escola, assim como aceder a muitos sites, enquanto outros parecem sem problemas.

É esquisito e incompreensível. Se percebo que certos sites estejam bloqueados ou de acesso restrito, é perfeitamente inaceitável que algo tão simples como abrir o correio electrónico se tenha tornado algo aleatório, sendo que se tornou essencial para aceder a muita coisa importante para as aulas e o trabalho na escola.